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sábado, 14 de novembro de 2009

DIA DE LUTO À TRADIÇÃO NACIONAL

Eis que momento mais vergonhoso na História da nossa Pátria amada, Salve(m)! Salve(m)! Um governo legítimo retirado do poder por um golpe militar sem precedentes que nem mesmo os mais otimistas à execução do golpe esperavam.
Eis que um dia, a Pátria dorme tranquilamente para, ao despertar, ser surpreendida pelos oficiais do Exército tomando o poder, que estava nas mãos da sociedade, para repassá-lo as mãos de poucos; de seus grupos.
Eis que surge, fruto da usurpação de legitimidade, uma legitimidade falseada – pilar base da atual construção da imagem do brasileiro. Anos e anos de erros e mais erros, vergonhosos, vergonhosos, cuja qualquer tentativa de aliterar será em vão, dada à falta de capacidade das palavras para armazenarem tamanha sujeira.
Houve momentos bons? Indubitavelmente. Tudo tem dois lados. Mas um grave erro não deixará de ser um grave erro por causa disto.
Vergonha, corrupção, desilusão, perda da esperança, são sentimentos chocantes que torturam e marcam, e vão sempre marcar, a vida de pessoas de bem que tentaram, ou tentam, ou tentarão, construir um país digno. Um país que seja o reflexo da sociedade. Uma Pátria a qual possamos chamar de nossa. Uma Nação da qual possamos nos orgulhar de seu ensino de qualidade e não tendencioso. Sim, os militares tornaram o ensino da época tendencioso ao ponto de sermos enganados, inclusive sobre o ponto mais caro que diz respeito a um povo: sua Tradição.
Nossos filhos são ensinados por pessoas que não pensam. Caso elas saibam que estão ensinando errado, consequentemente, contribuindo para a quebra da Tradição e perda de identidade, estão erradas. Caso elas não saibam que estão ensinando errado... estão erradas da mesma forma. Não se dão nem ao trabalho de procurar veracidade no que repassam. É como transar sem camisinha sem saber que se tem AIDS, e infectar várias pessoas, possivelmente por toda uma vida. A única diferença é que, no primeiro caso, algumas pessoas ainda podem se recuperar ainda que depois de infectadas. Eu mesmo estou em processo de recuperação. Mas não se preocupem, já não corro mais risco de morte. Preferi a Independência.
Ensinam-nos, para citar um único exemplo de Tradição forjada à força – com material vagabundo, diga-se de passagem – que a nossa Flâmula Nacional tem o verde de “nossas” matas e o amarelo de “nossas” riquezas. O verde, cor heráldica da Casa Real Portuguesa de Bragança; e o amarelo, cor da Casa Imperial Austríaca de Habsburgo nos mostra a origem REAL (com os dois sentidos que esta ambiguidade permite interpretar) do nosso povo. Somos realeza, somos imperadores porque Nossa Majestade o é. Ele é a Sociedade, e o mais belo nisso tudo: a recíproca é verdadeira.
Quinze de novembro, dia de luto à Tradição Nacional. Quisesse Deus ter interferido na História e não tivesse permitido o início do carma desta Pátria: a Proclamação da República, que nos dá a falsa sensação de ser um povo.

Algumas comparações do Brasil Imperial e Republicano:

1 - A Monarquia é uma forma de governo moderna e eficiente. Das 12 economias mais fortes do mundo atual, 8 são monarquias. A República está sendo questionada em vários países, pois não tem solucionado seus problemas. Haja vista que, das 165 repúblicas atuais, só 11 mantêm regime democrático há mais de 20 anos.

2 - Se tivéssemos mantido a Monarquia, os sucessores de D. Pedro II, até agora, teriam sido apenas três. No mesmo periodo de um século, tivemos 43 Presidentes, com igual número de mudanças de rumo e outro tanto de crises, golpes, instabilidades e ditaduras.

3 - O Monarca não está vinculado a partidos nem depende de grupos econômicos, por isso pode influir, com maior independência, nos assuntos de Estado, visando o que é melhor para o país. O Presidente se elege com o apoio de partidos políticos e depende de grupos econômicos, que influem nas suas decisões, em detrimento das reais necessidades do povo e do país.

4 - O Monarca pensa nas futuras gerações. O Presidente pensa nas futuras eleições.

5 - A dotação de D. Pedro II era de 67 contos de réis por mês, e não se alterou durante os 49 anos de reinado. Com essa dotação ele manteve sua família e sustentou os estudos de muitos brasileiros famosos, como Carlos Gomes, Pedro Américo e o próprio Deodoro. Não havia mordomias. Após a proclamação da República o salário de Deodoro, destinado apenas às suas despesas pessoais - não às do seu cargo -, foi ajustado em 120 contos de réis por mês, e os dos Ministros foram dobrados em relação aos do Império.

6 - Na Monarquia, a nação sustenta apenas uma família. Na República brasileira, além do Presidente, a nação sustenta hoje mais 7 ex-Presidentes e suas viúvas.

7 - As viagens de D. Pedro II eram pagas com o seu próprio dinheiro, e a comitiva não passava de 4 ou 5 pessoas. As viagens presidenciais são pagas com o dinheiro do povo, e a comitiva já chegou a lotar dois Jumbos.

8 - No Império havia 14 impostos, e uma norma que dizia: "Enquanto se puder reduzir a despesa, não há direito de criar novos impostos". Hoje, o Brasil tem 59 impostos, e a todo momento surgem propostas para aumentar a carga tributária.

9 - O salário de professora equivalia, no Império a US$ 730,00. Hoje, os professores recebem salário "de fome", desestimulando o ensino. Em muitos locais, não chega a um salário-mínimo.

10 - A inflação média do Império foi de 1,58% ao ano, apesar das enormes despesas com a guerra do Paraguai. A inflação acelerou logo nos primeiros dias da República, e em 108 anos atingiu 64,9 quatrilhões por cento. Em passado recente chegou a 82,4% ao mês.

Fonte: http://www.monarquia.org.br/NOVO/obrasilimperial/monarquiaourepublica.html

Pra frente Brasil!!! O Sistema Monárquico pode até não ser a solução para o nosso país, mas com certeza é uma ALTERNATIVA para escapar dessa ré-pública corrupta!!! Pensem nisso! Mais informações sobre o movimento Monárquico no Brasil, por favor, acessem:

Site da ACI - Associação Causa Imperial:
http://www.causaimperial.org.br/

Comunidade do Orkut "Monarquia e Família Imperial":
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=19345200

sábado, 5 de setembro de 2009

SEMANA DA PÁTRIA

Bandeira do Brasil Imperial,
por Jean Baptiste Debret.


“Ter sempre o espírito jovem!”, já dizia alguém que nada entendia de espíritos, pois esqueceu-se de especificar de que tipo de jovem estava falando. Ou não entendia de jovens.
Na Semana da Pátria, em setembro, assistia a um desfile na Praça Pedro Velho. Homens e mulheres, cidadãos da terra, do céu e do mar estavam ali. Impecáveis. Como se fossem estátuas de mármore da Grécia Antiga, mas restauradas e com um público menos interessado em sua beleza.
A banda da Marinha começou a tocar e tímida manifestação de aplausos foi ouvida. Não sentida. Alguns mais velhos assistiam ao desfile. Algumas crianças, que com a pureza que lhes é peculiar, admiravam. Como não entender o real significado disso tudo apenas dividindo a atenção entre o desfile e as crianças? Mas o significado não foi entendido. Não pelos jovens presentes.
Em meio a melodia do Hino Nacional, jovens conversavam avulsamente. Um que outro ficou em silêncio, parecendo ser o máximo de respeito que conseguia demonstrar.
Lentamente a flâmula nacional era erguida, incólume, ao lado das do Estado e da cidade. Muitos nem sabiam que bandeira era a última.
A Semana foi declarada aberta pelo vice-governador. Não foi aplaudido.
A atleta olímpica trouxe a chama da Pátria, resistente a tantos banhos d’água fria. Não foi aplaudida.
Apenas percebi o entusiasmo de uma senhora que cantarolava a nova melodia tocada, e seu neto, ainda bebê. Dois representantes verdadeiros da Pátria. Estavam a meu lado, mas não quis perguntar-lhe os nomes. Não havia necessidade. Naquele instante eles eram representantes, não de suas individualidades, mas de um coletivo cada vez menor, mas que resiste. Os jovens faziam piadas.

O momento pelo qual passamos é difícil. Os mais velhos, em algum tempo ir-se-ão. As crianças, se não tivermos cuidado, terão espíritos jovens (no sentido que atualmente lhe atribuo). E o que restará da verdadeira Pátria? Páginas mal contadas em livros de História tendenciosos.
A egrégora não morrerá, pois ela nunca morre. Mas estará em algum lugar inacessível. De que adiantará?
A emoção que sinto agora é menos pela beleza do desfile (e o desfile é belo) do que pelo descaso da juventude.
Jovens caçoam, ao meu lado, da Polícia Militar. Alguns dos militares pareciam envergonhados. Resultado arrebatador do desrespeito à Nação. Escrevo isso enquanto desfila o Corpo de Bombeiros. Um dos rapazes estava descompassado, mas logo tratou de entrar no ritmo.
Sim. Crianças e idosos, o futuro da Nação. Os últimos já com as pernas cansadas, mas ainda permanecendo de pé, pois entendem o que parece incompreensível para uma geração que entende tudo de mais fútil. As crianças também não entendem. Mas não entendem da forma mais bonita possível.
Manter o espírito jovem? Não, obrigado!
Há uma máxima que utilizarei com uma pequena modificação, mas necessária: Não se faz mais jovens como antigamente.

Termino aqui este breve escrito, na esperança que a egrégora da Pátria (que nada tem haver com sua situação política, econômica e muito menos futebolística – ela é bem superior a tudo isso – e sim com a Glória, Orgulho e Hombridade de todos que por ela viveram e vivem) não seja lembrada apenas uma semana por ano.


Natal, Rio Grande do Norte.
01 de setembro de 2008.

Assina: Rodrigo Cavalcanti Felipe,
jovem (com espírito velho e rabugento) de 22 anos.
PS: O texto foi escrito na abertura da Semana da Pátria de 2008 e postado no blog: http://ofiodakatana.blogspot.com



D. PEDRO I, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil.

sábado, 29 de agosto de 2009

MONARQUISTA?!?! – Parte II (Esclarecimentos)

Bom dia/tarde/noite a você visitante do blog. Você que já vem acompanhando algumas postagens, deve ter visto a primeira parte desta. Se não viu, é só descer um pouco a barra de rolagem aí ao lado para dar uma conferida!
Uma vez mais me proponho a esclarecer algumas dúvidas sobre o sistema Monárquico-Parlamentar de governo, a fim de que alguns dos vários preconceitos que o rondam se dissipem. Reitero que essas informações foram retiradas da página: http://www.causaimperial.org.br/ . Segue a continuação dos esclarecimentos:

11. A República é uma evolução da Monarquia?
Dizer que "isso é retrocesso; aquilo é avanço", é um tipo de visão estereotipada e baseada, não na observação, mas no preconceito.
Existe no Brasil uma programação mental, produzida por um século de censura contra os monarquistas, que propagou uma idéia de monarquia medieval, ou como a da França do século dezoito e da Rússia dos czares. Ao se falar em monarquia, todos se lembram de Henrique VIII da Inglaterra, e raros lembram-se de D. Pedro II, o Imperador-Cidadão, e da Princesa Isabel do Brasil.
Um século de preconceito, inclusive no ensino público, induz todos a pensarem que Monarquia é atraso e república é progresso...
Na verdade, o modelo republicano, inventado pelos gregos há mais de 2500 anos, é mais antigo do que a Monarquia não teocrática, que existe há menos de 1600 anos. Então, “nova” é a Monarquia moderna, não a república. Além disso, dizer que o antigo é melhor ou pior do que o novo não faz nenhum sentido.
O que importa saber é: a república funciona melhor do que a monarquia? A resposta é não.

12. A classe dos Nobres, existente nas Monarquias, não representa uma elite privilegiada?
É preciso saber a diferença: a Realeza é representada pelo Imperador e seus herdeiros; a Nobreza é uma categoria de cidadãos titulados por diversos motivos, à semelhança dos “Comendadores” das repúblicas. Por exemplo: a comenda máxima da república brasileira é a Ordem do Rio Branco, concedida há algum tempo ao político Severino Cavalcanti. Deste ponto de vista, a república também possui sua “Nobreza”.
No Brasil Império, a nobreza não era hereditária. Os títulos eram concedidos por mérito, a quem prestava serviços à nação. Luis Alves de Lima e Silva recebeu seu título de Duque de Caxias por mérito em campo de batalha. O Barão de Mauá recebeu seu título também por mérito. D. Pedro II titulava também os fazendeiros que libertavam seus escravos, como incentivo à extinção da escravidão.




"Como militar eu cumpri o meu dever servindo ao meu soberano e minha Pátria. E apesar de minha avançada idade e de alquebra do pelas fadigas de uma rude campanha, estarei sempre pronto para obedecer ao chamado do Governo Imperial, quando o país carecer de meus serviços militares e civis, até onde chegarem as minhas forças."
(Duque de Caxias)

13. Então, voltaremos a ter Nobreza?
A nova monarquia brasileira pode ser como a da moderna Noruega, que não possui a classe dos nobres.
Se, no futuro, os brasileiros decidirem restaurar a Nobreza, o Imperador poderá conceder esses títulos às pessoas que prestarem relevantes serviços ao país, por exemplo, os cientistas, os heróis nacionais, as pessoas que se destacarem em serviços sociais, etc.

14. O Parlamentarismo daria mais poderes aos políticos, favorecendo a corrupção?
Quantos se lembram em quem votaram para deputado federal, estadual ou vereador? Quantos fiscalizam seu candidato eleito?
O que acontece no Brasil é que se dá mais importância às eleições para o Executivo (Presidente, Governador e Prefeito) do que para o Legislativo. Livres da fiscalização popular, esses políticos elegem-se e reelegem-se, formando um Poder Legislativo de péssima qualidade, um verdadeiro câncer da Nação.
No Parlamentarismo Monárquico, o Chefe de Estado é o Imperador, não eleito. Isso faz com que as pessoas valorizem mais seu voto no poder Legislativo, como garantia de sua participação na escolha do Governo.
O soberano não governa, e no parlamentarismo (monárquico ou republicano), os maus governantes saem mais rápido do governo, seja pela queda do gabinete, seja pela dissolução do parlamento. Na monarquia parlamentarista há a possibilidade de se derrubar um governo incompetente e até de se dissolver um parlamento que não esteja desempenhando suas funções, antes das eleições.

15. E por quê não uma República Parlamentarista?
Porque Parlamentarismo que funciona, só como Monarquia.No Parlamentarismo Monárquico, se vota obrigatoriamente em partidos antes de votar em pessoas, o que aumenta a responsabilidade político-partidária. O povo vota no Parlamento, e este elegerá um executivo, que obviamente já nascerá forte e com o apoio do Parlamento. Isto é o fim dos “mensalões”.
As funções de chefia de Estado e de chefia de Governo estão separadas. O Chefe de Governo é o primeiro-ministro, enquanto que a chefia de Estado é exercida pelo Imperador, que não está envolvido com política para poder assumir o cargo.
O parlamentarismo original é monárquico. O surgimento do parlamentarismo republicano, comprometeu um dos pilares do sistema, que é a independência do chefe de Estado.
A República Parlamentarista, se implantada no Brasil, trará em si o perigo de um conflito interno, caso haja um presidente de um partido e um primeiro-ministro de outro partido, de oposição ao presidente. Certamente haveria o cabo-de-guerra entre um presidente eleito com milhões de votos competindo com um primeiro-ministro eleito pelo Parlamento. E isso com certeza aconteceria no Brasil, que tem a tradição personalista. O presidente de Estado, animado pela sua expressiva votação, faria o possível para derrubar o Primeiro Ministro, ao primeiro conflito de interesses.
O Imperador, por ser apartidário, pode e deve ser imparcial. Um presidente eleito vem sempre de um Partido político, representa a ideologia daquele partido, tem prazo limitado para exercer o seu cargo e, via de regra, aproveita esse tempo para atender aos interesses dos grupos econômicos e ideológicos que o colocaram no poder. O Presidente é eleito por meio de uma campanha presidencial cara, financiada pelos cofres públicos e pelos empresários donos de bancos, latifúndios e transnacionais – e até por governos estrangeiros (caixas-2 de campanhas).

16. Quais as funções de um Imperador?
O Monarca não legisla e nem exerce o poder executivo, mas tem atribuições importantíssimas. O Imperador é o Chefe de Estado, e seu trabalho é semelhante ao de um Juiz. Ele tem a imparcialidade necessária para aprovar ou vetar projetos de leis, caso esses sejam inconstitucionais ou tragam prejuízo ao povo. Resolve impasses entre os poderes destituindo o governo ou dissolvendo o Parlamento mediante convocação de novas eleições, nos termos da Constituição, nomeia juízes, função que exige os mais altos critérios e imparcialidade. Todas essas funções variam conforme o país e são previstas na Constituição. E todas elas exigem um grande preparo, conhecimento dos problemas nacionais, amor incondicional à Pátria, e uma preparação desde a infância para o exercício desse serviço à Nação.

17. Os monarquistas pregam o Direito Divino dos Reis?
A Monarquia, como forma de governo que atravessa os séculos, teve fases em que foi Teocrática e Absolutista. Em certos momentos históricos, certamente existiu a crença no direito Divino dos Reis, mas no momento histórico atual, o que defendemos é a Monarquia Parlamentarista, alicerçada sobretudo na tradição histórica. O Brasil é um país com uma riqueza cultural fantástica, e uma grande diversidade religiosa. O Imperador deverá representar a totalidade da Nação, mesmo que, em caráter pessoal, professe sua própria Religião. A crença ou a descrença no direito divino dos Reis, como todas as coisas de âmbito religioso, é estritamente pessoal. A proposta dos monarquistas é exclusivamente política.

18. Basta instaurar a Monarquia Parlamentarista no Brasil para que o nosso país melhore?
A Monarquia Parlamentarista não pretende ser uma Fórmula Mágica. Esse tipo de “propaganda enganosa”, são os partidos que costumam fazer em tempos de eleição. Nosso país tem problemas complexos demais, e simplificar é um erro, e dizer que uma simples mudança de sistema vai resolver tudo é também outro erro.
Nós propomos é um novo modelo – a Monarquia Parlamentarista – que gere um equilíbrio maior, e que aponte caminhos para que o povo – e apenas ele – encontre as suas próprias soluções; o fim da cultura do “salvador da Pátria”, o super-presidente que vem a cada 4 anos para resolver todos os problemas. Um povo esclarecido e participante, com um sistema que lhe propicie os meios necessários para exigir ética de seus políticos, especialmente do poder legislativo, e cobrar as suas promessas, levando o país a uma era de desenvolvimento. Estabilidade, ética e participação popular, aliadas a uma revitalização na auto-estima de nossa Nação. Resumindo, um Brasil finalmente adulto, seguro e responsável. Não admira que tantas velhas raposas da política resistam com unhas e dentes a essas mudanças!

19. A Monarquia só existe nos países europeus, o Brasil não tem tradição monárquica, por quê pensam que no Brasil isso funcionaria?
Vamos lembrar que Canadá e Austrália não são países europeus, e são Monarquias; e que o Brasil já nasceu monárquico, aliás, sua unidade consolidou-se durante o Império, no reinado de D. Pedro II.
A Austrália confirmou a Monarquia, em recente plebiscito; a Espanha, recentemente restaurou a Monarquia; a Noruega, ao se tornar independente, em 1905, consultou o povo em plebiscito e escolheu ser monarquia (mesmo sem ter nenhuma Família Real).
A questão é que os brasileiros desejam o desenvolvimento, mas por terem uma baixíssima auto-estima, acham que nada daria certo neste país.
O Brasil não precisa alinhar-se a nenhum sistema, seja o presidencialismo estadunidense, seja o parlamentarismo europeu, republicano ou monárquico.
Temos nossas raízes históricas, que definem nossa própria identidade. Nenhum povo é melhor ou pior do que o brasileiro, apenas estamos atravessando uma fase de auto-depreciação que começou com o golpe de 1889.

20. O fato de uma pessoa simplesmente por nascer em uma família Real, e ganhar o direito de ser sustentada e receber inúmeros privilégios, não seria a institucionalização das diferenças sociais, e a negação da democracia?
A Chefia de Estado em uma Monarquia é uma função única, e não deve ser encarada como um favoritismo especial a uma pessoa. Ela é, na verdade, um serviço especial que um indivíduo presta à Nação. O prestígio pessoal adquirido pela função de Monarca deve-se principalmente por ele ser o representante da Nação, e não a sua personalidade particular. Quando morre um monarca, o próximo na sucessão assume imediatamente o seu lugar, porque o indivíduo morre, mas a Nação permanece.
Existe uma rejeição à hereditariedade da Realeza, que não passa de preconceito. Afinal, na república convivemos com um elitismo desenfreado, onde as elites, sem nenhuma figura “acima” delas (ou seja, sem o Monarca) formam as oligarquias, que assumem o papel de casta superior – sem nenhum mérito ou representatividade. Por exemplo, na república velha, o governo era controlado pelas ricas oligarquias dos cafeicultores. As pessoas criticam a hereditariedade da Realeza, e aceitam o elitismo ilegítimo das oligarquias.
Na monarquia, a expressão popular ocorre por meio das eleições parlamentares, que garantem total participação do povo na escolha de seus governantes, e o monarca vem a ser o ponto de equilíbrio,o qual, em sua função de coordenar e combinar as forças, garante o pleno exercício da democracia.
A existência de uma Família Imperial tem um sentido prático: a cultura familiar da Realeza, a formação dos herdeiros, que recebem no dia a dia a vivência necessária para exercer a função de Monarca. Isso inclui regras de comportamento, acompanhamento dos problemas nacionais, respeito à Tradição monárquica, e consciência do papel do Monarca como representante máximo da Pátria.
Pode-se afirmar que o Imperador é o Servidor máximo da Nação, e que sua vida contém muito mais renúncias e sacrifícios do que propriamente privilégios, e que ele não é obrigado, mas aceita cumprir essa missão voluntariamente, por amor à Pátria.

21. Como se daria a volta da Monarquia no Brasil?
Os monarquistas defendem a Restauração por meio de Plebiscito.

sábado, 1 de agosto de 2009

MONARQUISTA?!?! Parte I - Esclarecimentos

Primeiro: quero ressaltar que essa não é a última postagem sobre o assunto!


Segundo: Minha intenção não é torná-lo monarquista, e sim fazê-lo entender um pouco mais sobre minha decisão de apoiar a mudança do sistema de governo brasileiro.




Feitas as ressalvas, vamos começar!
No ano passado – 2008 – tomei uma decisão. Decisão essa que entendo estar ajudando na construção de um Brasil mais digno e menos corrupto, tanto para os que estão aqui (como eu), quanto para os que ainda hão de vir (meus descendentes), como por todos aqueles que lutaram e morreram pela Egrégora do país (nossos ascendentes). Decisão essa bem diferente da de muitos (e justamente pela falta de informação desses muitos, não de todos).


Nunca acreditei que o que a maioria escolhe é, necessariamente, o melhor para todos, e exemplos de maioria que optou errado, temos muitos. Optei por me tornar MONARQUISTA! E este espaço no blog é para tirar algumas dúvidas básicas e frequentes sobre o que é um governo monárquico e o que seria um governo deste tipo no Brasil nos dias de hoje. Outras postagens (que não serão necessariamente sequenciais) aparecerão neste blog a fim de tornar o leitor mais familiarizado com a Monarquia-Parlamentar no Brasil.


Por último, peço encarecidamente que leiam toda a postagem. Será um pouco maior do que o normal, mas entenda que você estará aprendendo algo que talvez desconheça, não é algo como postagens sobre “Cuscuz” que em nada acrescenta, como já vi outros blogs por aí postando - :P. É também pra ver se acabam os “brilhantes” argumentos que muitos gostam de usar quando conversam comigo sobre monarquia, segue alguns deles:
“Eu apoio a monarquia se eu for o rei!”
“Sustentar um monte de vagabundos??? Deus me livre!”
“Não quero ninguém sentado num trono dizendo o que eu tenho que fazer!”




E agora, alguns esclarecimentos.








Bandeira do Brasil Império





1. O que é sistema de governo, qual é o do Brasil, e qual o que os monarquistas apóiam?
R= Basicamente, o sistema de governo é escolhido pelos cidadãos de cada país e representa a forma de governar a Nação. No Brasil vivemos em uma República Presidencialista (que começou ilegitimamente com um Golpe Militar em 15 de novembro de 1889 e foi posteriormente escolhida legitimamente como forma de governo do nosso país, em 1993, num plebiscito nacional). Os monarquistas apóiam a Monarquia Parlamentarista.

2. Mas o Brasil já foi uma Monarquia, não seria então um retrocesso se voltássemos a esse sistema de governo?
R= Pelo contrário! A Restauração Monárquica seria a reconquista da democracia, para um futuro melhor. Evidentemente que essa retomada seria em um contexto contemporâneo, Constitucional, Parlamentarista, adaptado ao século XXI. A maioria das Nações mais desenvolvidas, ricas e modernas do mundo são Monarquias Parlamentaristas. Suécia, Noruega, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Espanha, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Japão (dentre muitos outros) são Monarquias. Acontece que mais de um século de preconceito, inclusive no ensino público, induz todos a pensarem que a Monarquia é atraso e que república é progresso. E pode ter certeza, há uma razão para que esse tipo de pensamento seja disseminado.

3. A república funciona melhor do que a monarquia?
R= Não! A república privilegia o dinheiro, a monarquia privilegia a moral. A República das Oligarquias do Brasil vem ao longo de décadas mantendo uma minoria parasitando a Nação, à custa do povo brasileiro, iludido com a ficção eleitoreira. Se é realmente o povo quem escolhe seus governantes, por quê são sempre as mesmas oligarquias que dominam o Brasil? O que vemos, na verdade, é o poder do dinheiro manipulando a opinião pública.

4. E nós temos um Rei pronto para assumir?


R= Sim! O Brasil é o único país da América Latina a possuir uma Família Real. Dom Luiz de Orléans e Bragança (71) é o nosso primeiro Chefe de Estado na linha de sucessão e é trineto de D. Pedro II e bisneto da Princesa Isabel. Atualmente, como muitos podem ter visto, o 4º dessa linha de sucessão, D. Pedro Luiz de Orléans e Bragança (26), morreu tragicamente no acidente com o voo 447 da Air France, passando então o lugar para seu irmão mais novo D. Rafael de Orléans e Bragança(23). O herdeiro é educado, desde cedo, para um dia assumir o “trono” e a ser representante maior do povo de seu país. O 2º na linha de sucessão é D. Bertrand de Orléans e Bragança (68), e o 3º é D. Antônio de Orléans e Bragança (59), pai de D. Rafael. Veja as imagens abaixo:





D. Luiz de Orléans e Bragança, Chefe da Casa Imperial Brasileira

Linha de sucessão da Família Imperial Brasileira

5. Com a Monarquia perderemos o direito de votar em nossos governantes?
R= Não! Essa é uma confusão muito comum! Na verdade, é um dogma, colocado nas mentes brasileiras em um século de doutrinação. Associa-se república ao voto, a “escolher nossos governantes”, e monarquia ao poder absoluto. Vemos que isso é ficção, principalmente no caso brasileiro. “Escolher o governante” sempre foi coisa rara na república brasileira, desde as ditaduras militares de Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, nas oligarquias ferozes da “República Velha”, o período da ditadura Vargas, o regime militar de 1964... isso tudo é república!
Na Monarquia Constitucional Parlamentarista, o povo ESCOLHE o governo. Simplesmente porque o sistema de governo proposto é o Parlamentarismo, cujo Estado é representado pelo Imperador, e o GOVERNO é exercido pelo Primeiro Ministro, que representa o partido majoritário no Parlamento, ESCOLHIDO pelo povo.
É infinitamente mais fácil (e perigoso) um golpe de Estado republicano (Ditadura), do que acontecer que um monarca feche o Parlamento e passe a governar por decretos.

6. Chefe de Estado e Chefe de Governo... Qual a diferença?
R= As funções de chefia de Estado e de chefia de Governo estão separadas. O Chefe de Governo é o primeiro-ministro, enquanto que a chefia de Estado é exercida pelo Imperador, que não está envolvido com política para poder assumir o cargo. Enquanto há o chefe de Estado (Imperador) para se preocupar com problemas de longo prazo que devem começar a serem tratados no Brasil, como a educação, saúde e outras obras a longo prazo, o chefe de Governo (primeiro-ministro) deve se preocupar com assuntos mais urgentes e imediatos. Na república há sempre o demérito de um partido político a outros rivais. Se a oposição sobre ao poder, trata logo de acabar com as obras do seu antecessor, ou as deixa inacabadas. Qual o Imperador que irá querer destruir o que seu próprio pai começou? O Imperador, por ser apartidário, pode e deve ser imparcial. Ele tem um papel essencial em prover a sensação de estabilidade e continuidade em tempos de mudança social e política. O sistema de monarquia constitucional preenche o espaço vazio deixado pelos partidos políticos quando se alternam no poder. O imperador, graças ao seu presumível longo reinado, possui mais conhecimento e experiência quanto à estrutura de poder e questões pertinentes à nação que nenhum político jamais poderia vir a ter.

7. E o que garante a imparcialidade do Imperador?
R= O Imperador é um ser humano, e naturalmente pode simpatizar mais com um partido do que com outro, mas de qualquer maneira ele não estará jamais comprometido com nenhum grupo, como acontece com um presidente eleito, que sempre favorecerá o seu partido. Além disso, o Monarca só pode se manter no trono caso seja imparcial, e ele sabe disso. O Monarca parcial cai (mediante dispositivos constitucionais) e dá lugar ao próximo na linha de sucessão legítima. A imparcialidade não deve ser confundida com omissão. A imparcialidade é o não favorecimento de grupos ou partidos, de forma a prejudicar outros. A vantagem de uma Monarquia é que o Imperador não é eleito, logo, não tem vínculos partidários e nem eleitoreiros com quem financia a campanha política. O rei só deve obediência e satisfações ao Povo e à Constituição. Ele não interfere no Governo, e é encarregado de proteger a Constituição e o Povo dos maus governantes, além de resolver impasses políticos entre os três poderes. E somente um Imperador tem a isenção necessária para nomear pessoas para cargos que exigem imparcialidade (como os de juízes de instâncias superiores) sem obedecer a nenhum interesse partidário e eleitoreiro, que é o que acontece no presidencialismo. O Imperador tem uma vida inteira para servir à Pátria e preparar seu sucessor.

8. E se o Imperador for corrupto?
R= O Monarca dificilmente se corromperá, pela lógica simples de seu cargo: ele é vitalício, portanto o Imperador só irá embora quando morrer. E é hereditário, o que significa que durante o seu reinado ele precisa obter o respeito do povo, até mesmo para garantir a sucessão, pois um ato ilícito, dependendo das proporções, pode derrubar toda a Dinastia, ou até mesmo a Monarquia. Nas monarquias parlamentaristas, para se substituir um Monarca não há a necessidade de revoluções e derramamento de sangue, como já aconteceu tantas vezes na História. Isso ocorria por serem monarquias absolutistas. Nas modernas monarquias, os atos da Família reinante são controlados pelo Senado. Só é preciso que o Parlamento ou Senado delibere, e invalide o Monarca por incapacidade moral, mental ou física. Assim, a Chefia de Estado passa ao regente, até que o herdeiro assuma o trono. Entretanto, a própria Dinastia sabe que a Chefia de Estado é um poder concedido pelo povo, em confiança, e cuida para merecer sempre essa confiança. A maior garantia da imparcialidade e da respeitabilidade do Imperador é o seu preparo desde a infância, sob as vistas de toda a Nação, totalmente independente de grupos financeiros e políticos, e totalmente comprometido com o Povo.

9. E as despesas da Família Real? A Monarquia é cara?
R= É muito mais caro sustentar uma república que sustentar uma monarquia. Na república do Brasil, sustentamos o presidente, todos os ex-presidentes (e ex-presidente é todo aquele que ocupou o cargo um único dia que seja, vice-presidentes e presidentes da Câmara inclusos), todas as viúvas de ex-presidentes e para cada ex-presidente são pagos seis assessores, mesmo que o ex-presidente em questão não esteja ocupando nenhuma função. Em uma monarquia, são sustentados apenas o monarca e seu herdeiro. O Brasil gasta com a Presidência seis vezes mais do que gastam os britânicos para sustentar sua Monarquia, que é a mais cara de todas – as outras monarquias são ainda mais baratas.

10. Pra que tudo isso? Não é melhor deixar como está?
R= Eu não acho! Sinto que vivo num país que não tenho representantes! Pago um dos (se não o maior) maiores número de impostos dentre todos os países e não recebo nada em troca! Se quiser boa saúde, tenho que pagar por um bom Plano de Saúde! Se quiser educação de qualidade, tenho que pagar pelas melhores escolas particulares! Se quiser segurança, tenho que pôr cercas elétricas em minha casa! E ainda tenho que aguentar Didi Mocó Sonrizal (exemplo) vir querer aproveitar da consciência dos brasileiros e dizer que temos que doar dinheiro para as crianças que não tem lar, etc. Percebam que nós já DOAMOS ao pagarmos nossos impostos! O dinheiro arrecadado deveria servir para que essas crianças não precisassem de nossa ajuda! As que estão nas ruas também! Quero mudança para que os ensinos nas escolas sejam menos tendenciosos. Quero que nossas crianças aprendam, por exemplo, que o verde e amarelo de nossa bandeira NÃO é pra representar nossas matas nem nossa riqueza! É por trás dele que se esconde a REAL (nos dois sentidos da palavra) origem da identidade brasileira. A Tradição monárquica brasileira começou desde a vinda de D. João VI, em 1808, e em seguida com a transformação do Brasil em Reino (1815), quando o Rio de Janeiro tornou-se a sede oficial de todo o Império Português. A partir de 1822, com a Independência, o Brasil passou a ser Império, abandonando gradualmente as características portuguesas – principalmente sob a influência da Imperatriz Leopoldina, austríaca que assumiu totalmente sua identidade brasileira. As cores de nossa Bandeira, verde (Bragança) e amarelo (Habsburgo), anunciavam que com a união dessas duas Casas Reais, nascia uma nova Dinastia, destinada a reinar no Novo Mundo. E no reinado do Imperador D. Pedro II, ocorreu a valorização dos elementos nacionais, como o indígena e a natureza brasileira. Era o Império nacional, único no mundo, cunhando a identidade brasileira. Somos um país essencialmente monárquico, podemos e devemos restaurar o Império do Brasil.
Quero salientar que muitas ainda são as dúvidas e repostas frequentes que quero colocar para o leitor, contudo, isso acontecerá em outra postagem, para que o blog não fique pedante e cansativo.
Então peço que aguardem. Fiquem à vontade para, em seus comentários, postar outras dúvidas sobre o tema, se eu puder esclarecê-las ficarei contente! A construção do texto acima teve como fonte básica o site da Associação da Causa Imperial: http://www.causaimperial.org.br/

sábado, 6 de junho de 2009

A EGRÉGORA BRASILEIRA ESTÁ DE LUTO.


Sim! O Espírito dos mais sublimes brasileiros que outrora lutaram por um país mais justo e democrático, está de luto. Nossos peitos, muralhas do Brasil, como canta o Hino da Independência, sofreram um arranhão. Uma ferida foi aberta e, por algum tempo, continuará a sangrar.
D. Pedro Luiz de Orleans e Bragança, 4º na linha sucessória do trono brasileiro, era um dos passageiros do trágico acidente com o voo 447 da Air France, que desapareceu no Oceano Atlântico na passagem do domingo (31.05.2009) para a segunda (01.06.2009). Após cinco dias do acidente, esgotam-se as chances de algum possível sobrevivente ser resgatado. Resta-nos aceitar a perda do promissor Príncipe de 26 anos apenas.
Primogênito de D. Antônio de Orleans e Bragança, Príncipe do Brasil e de D. Cristina de Ligne, Princesa de Ligne, D. Pedro Luiz era formado em Administração de Empresas pelo Ibmec, no RJ e pós-graduado em Economia pela Fundação Getúlio Vargas. Desde 1999 era Presidente de Honra da Juventude Monárquica e, junto ao pai, defendeu, em 1993, a Monarquia Parlamentar no Plebiscito sobre a definição da forma de governo brasileiro.
Nós Monarquistas estamos de luto. O potencial rei, como todos na Família Imperial, é educado sabendo de sua responsabilidade para com a Pátria, ao contrário dos nossos presidentes. Esperamos ansiosamente que a cortina negra que cobre o nosso país, caia. Que seja descortinada para que os filhos deste solo possam enxergar uma História menos falseada. Possam ver a Tradição e a Realeza por trás de seu povo, tão humilhado e esbofeteado por 120 anos de república. Afogados pelas tsunamis de corrupção e que ainda nos querem fazer crer que são “marolas”. Um povo que está cansando de ser ridicularizado, chamado de idiota e escutando com todas as letras que estão se “lixando” para a opinião pública.
Os mais ferrenhos opositores à Monarquia bradam que a Família Imperial é igual a qualquer outra. Sim! Vocês estão certos! É por ela ser uma família como qualquer outra que a quero de volta. Ela me representará! Eu serei rei junto com D. Luiz. O povo brasileiro será Rei. O Rei É a representação de todos nós. Criticam isso sem se dar conta que ao invés de serem reis, preferem ser “bobos da corte”. Tratados como palhaços! E o pior... Por uma “corte” de quinta!


Nosso peito foi ferido. Mas são dos ferimentos que nasce a Glória. Do esforço que surge a conquista. O falecimento do Príncipe D. Pedro Luiz trás profundo pesar para nós. Nós que acreditamos que um país melhor é possível. Nós que acreditamos na real origem do povo brasileiro (com as duas conotações que a palavra “real” sugere). Nós que respeitamos a Egrégora Nacional. Nós, brasileiros honestos que somos parte desta Egrégora Nacional. Nós estamos de luto.

"Somos cidadãos como os outros, temos que trabalhar para viver."
D. Pedro Luiz de Orleans e Bragança:
12.01.1983 - Junho/2009




Notícia que correu o mundo:
Dinamarca: http://www.bt.dk/article/20090603/nyheder/90603034/

Holanda: http://www.telegraaf.nl/binnenland/4056607/__Crash_van_Airbus_is_grootste_ramp_met_Air_France-toestel__.html?p=1,1

Bulgária: http://www.novinite.com/view_news.php?id=104241

Polonia: http://www.tvn24.pl/0,1603211,0,1,widzieli-szczatki-airbusa,wiadomosc.html

Brasil: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI75853-15227,00-A+ESPERANCA+SE+FOI.html

E.U.A.: http://www.nytimes.com/2009/06/03/world/europe/03victims.html?_r=1

Reino Unido: http://www.independent.co.uk/news/world/europe/lost-in-the-atlantic-the-tragic-victims-of-flight-af447-1695468.html

Peru: http://www.larepublica.pe/internacionales/02/06/2009/airbus-desaparece-con-228-personas-bordo

Grécia: http://www.madata.gr/index.php/epikairotita/36878.html

Noruega: http://www.nettavisen.no/utenriks/article2638098.ece

Itália: http://www.adnkronos.com/IGN/Esteri/?id=3.0.3382379836

Áustria: http://www.wienerzeitung.at/DesktopDefault.aspx?TabID=3924&Alias=wzo&cob=417522

Luxemburgo: http://www.20min.ch/news/kreuz_und_quer/story/-Sie-hatte-noch-so-viel-vor--21873771

??? : http://www.sol.de/titelseite/topnews/Luftverkehr-Frankreich-Luxemburger-an-Bord-der-Air-France-Maschine;art26205,3002040

França: http://www.lemonde.fr/societe/article/2009/06/03/vol-af-447-32-nationalites-228-victimes-autant-de-destins-brises_1201719_3224.html

Romênia: http://www.realitatea.net/un-mostenitor-al-familiei-imperiale-a-braziliei--dar-si-presedinti-si-directori-de-companii-se-aflau-in-avionul-disparut-deasupra-atlanticului_529207.html

Bélgica: http://www.rtlinfo.be/rtl/news/article/246176/--Le+prince+Pierre-Louis+dOrl%C3%A9ans-Bragance+fait+partie+des+disparus

Israel: http://www.desinfos.com/spip.php?page=article&id_article=14117

Vietnã: http://www.xaluan.com/modules.php?name=News&file=article&sid=123538

Venezuela: http://www.terra.com.ve/actualidad/articulo/html/act1792428-se-conoce-la-identidad-de-al-menos-44-pasajeros-del-af447.htm

Holanda: http://portugal.blog.nl/algemeen/2009/06/02/portugees-ontsnapt-aan-tragedie-met-air-france-toestel

Hungria: http://www.bumm.sk/30071/mi-okozhatta-az-airbus-katasztrofajat.html - Hungria

Espanha: http://www.abc.es/20090604/internacional-internacional/nuevalista-200906041202.html

Hong Kong: http://news.sina.com.hk/cgi-bin/nw/show.cgi/13/1/1/1154878/1.html

China: http://finance.ifeng.com/roll/20090603/740138.shtml

Lituano: http://klaipeda.diena.lt/naujienos/uzsienis/-air-france-lektuvo-katastrofos-misle-liks-neiminta-221346

Rússia: http://diapazon.kz/world/5143-air-france-podtverdila-dannye-ob-odnom.html

República Tcheca: http://www.blesk.cz/clanek/zpravy-krimi-katastrofy/116569/osudy-pasazeru-letu-447-letenka-smrti-za-odmenu.html

Eslováquia: http://krimi.cas.sk/clanok/119341/v-stratenom-airbuse-boli-sefovia-michelinu-aj-potomok-cisara.html

Obs: Links retirados da comunidade do Orkut: Monarquia e Família Imperial: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=19345200