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sábado, 15 de maio de 2010

OUTROS TEMPOS...

Felizes eram os tristes Poetas
Que escreviam na beira dos rios
Ou na varanda fria em noite de inverno.

Os poetas de hoje escrevem em shopping,
Praças de alimentação, em meio a barulho de trânsito.

Quando, enfim, encontram um ambiente calmo,
Não conseguem escrever como os de outrora.

A dor de perder a amada parecia
Mais sofrida quando lida nos versos mais antigos.

Hoje parece dor passageira, ainda que não seja;
E antes parecia dor eterna, ainda que não fosse.

Ricas eram as rimas de décadas atrás
Que hoje foram relegadas às páginas amareladas e mofadas
De um dicionário dum secundarista já formado há tempos em Medicina.
Bebo goles d’água como se isso me trouxesse inspiração.
Não funcionou muito bem.
Não sou poeta antigo.
Sou poeta calmo em meio ao caos.

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Escrito em 22.12.2009
Imagens retiradas da Internet.
A quinta imagem pertence a: Marcio Viegas.

sábado, 17 de abril de 2010

O MEU PAÍS


Saudações a todos,
Segue abaixo uma bela poesia de José de Almeida Neto, músico, cantor, compositor e advogado. Considerado pela crítica musical como um dos importantes intérpretes da música regional gaúcha, “A Voz do Rio Grande” é um dos artistas mais premiados em festivais nativistas.

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O MEU PAÍS


Um país que crianças elimina;
E não ouve o clamor dos esquecidos;
Onde nunca os humildes são ouvidos;
E uma elite sem Deus é que domina;
Que permite um estupro em cada esquina;
E a certeza da dúvida infeliz;
Onde quem tem razão passa a servis;
E maltratam o negro e a mulher;
Pode ser o país de quem quiser;
Mas não é, com certeza, o meu país.

Um país onde as leis são descartáveis;
Por ausência de códigos corretos;
Com noventa milhões de analfabetos;
E multidão maior de miseráveis;
Um país onde os homens confiáveis não têm voz,
Não têm vez,
Nem diretriz;
Mas corruptos têm voz,
Têm vez,
Têm bis,
E o respaldo de um estímulo incomum;
Pode ser o país de qualquer um;
Mas não é, com certeza, o meu país.

Um país que os seus índios discrimina;
E a Ciência e a Arte não respeita;
Um país que ainda morre de maleita, por atraso geral da Medicina;
Um país onde a Escola não ensina;
E o Hospital não dispõe de Raios X;
Onde o povo da vila só é feliz;
Quando tem água de chuva e luz de sol;
Pode ser o país do futebol;
Mas não é, com certeza, o meu país!

Um país que é doente;
Não se cura;
Quer ficar sempre no terceiro mundo;
Que do poço fatal chegou ao fundo;
Sem saber emergir da noite escura;
Um país que perdeu a compostura;
Atendendo a políticos sutis;
Que dividem o Brasil em mil brasis;
Para melhor assaltar, de ponta a ponta;
Pode ser um país de faz de conta;
Mas não é, com certeza, o meu país!

Um país que perdeu a identidade;
Sepultou o idioma Português;
Aprendeu a falar pornô e Inglês;
Aderindo à global vulgaridade;
Um país que não tem capacidade;
De saber o que pensa e o que diz;
E não sabe curar a cicatriz;
Desse povo tão bom que vive mal;
Pode ser o país do carnaval;
Mas não é, com certeza, o meu país!

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Vídeo no YouTube, música interpretada por Zé Ramalho: http://www.youtube.com/watch?v=23njG4p7i7E

Vídeo no YouTube, recitado pelo autor: http://www.youtube.com/watch?v=rgD61QuUa9w


Boa semana a todos...

domingo, 4 de abril de 2010

AOS VERDADEIROS AMIGOS

Um amigo de verdade não se procura, ele simplesmente aparece, surge da forma mais inesperada, muitas vezes nos momentos mais difíceis. Um amigo de verdade não precisa ter forma definida, pode ser gordo, magro, alto, baixo, homem, mulher... Pode ser de ''n'' jeitos diferentes, porém sem importar de qual fôrma saiu seu verdadeiro amigo, todos têm de ter algo em comum: Sentimento. Sim, sentimento!

Alguns podem tê-lo de forma mais exagerada, outros de um jeito mais tímido, mas precisam ter. Não precisa demonstrá-lo, basta tê-lo, pois por mais que não demonstre, seu verdadeiro amigo saberá encontrá-lo dentro de você. Um verdadeiro amigo precisa entender o outro, o que não significa, necessariamente, concordar, mas acima de tudo respeitar. Um verdadeiro amigo deve ter um ou outro sonho em comum para que possam realizá-lo juntos, mas caso não o tenha, deve saber ajudar a realizar o do outro.

Um verdadeiro amigo não precisa ouvir suas bandas favoritas, porém deve saber de cor sua música predileta. Um verdadeiro amigo lembra de você não importa a distância que ele esteja, pois você deve aprender que "Longe é um lugar que não existe."¹ Um verdadeiro amigo deve saber abraçar, já que um forte abraço vale mais do que qualquer palavra de conforto e um sorriso em meio à sua preocupação, é o melhor voto de confiança que pode existir. "Verdadeiros amigos são dois corações de uma só alma."² Não fique triste se você ainda não encontrou seu verdadeiro amigo, mas se já o encontrou, todas as noites agradeça ao Criador pela sua existência, pois quem perde um verdadeiro amigo, descobre que toda a beleza do mundo, não é tão bela assim. Enquanto uns dizem: "Tenho 1.000 amigos", diga que você tem apenas um, mas que vale pelos 1.000!

¹ Richard Bach
² Aristóteles (adaptado por mim)

Escrito em 20.07.2006 (Dia do Amigo)

domingo, 7 de março de 2010

08 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER

→ MULHER
Meus sonhos nunca hão de imaginar
Obra mais bela que tu, mulher divina.
Resta-me, com minhas palavras, santificar
Os teus nomes, moça, senhora, menina.

Teu sorriso desvenda os mistérios do infinito;
Encontro nos teus olhos a luz de que preciso;
Perco-me nos teus lábios, dum vermelho proibido,
Acho-me nos teus braços, doce amor correspondido.

Mulher, que é Ser que acalma e instiga
Que com seu cheiro é invejada de pé
Pelas rosas, ao passar pelo jardim.


Mulher, inspiração que soneto algum explica,
Tu sem mim, continuarias inspiração, mulher
Contudo, não seria Poeta sem ti.

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À todas minhas amigas, alunas, primas, tias, MÃE...

Bendito seja o fruto...

sábado, 23 de janeiro de 2010

TUA SOMBRA

Deus não me deu a chance de nascer rosa, e sim espinho
Com isso, não posso me igualar ao teu perfume
Mas sou sempre grato por poder te proteger.

Não me deu a chance de nascer sol, e sim lua

Assim, não possuo minha própria luz
Mas sem o teu brilho eu nada seria.

Não me deu a chance de nascer com asas


Impedindo-me de voar e te mostrar de perto os céus
Mas pelo menos te pôs como um anjo para viver ao meu lado.

Não me deu a chance de ter nascido lenço

Para enxugar tuas lágrimas nos momentos tristes
É por isso que sempre choro com você.

Não me deu a chance de nascer perfeito


Tenho tantos defeitos, alguns que só você conhece
Mas me deu a chance de conhecer a perfeição.

Não me deu a chance de nascer música

Para que pudesse tornar inesquecível
Cada momento feliz de tua vida.

Não me deu a chance de nascer filósofo ou cientista

Não sou dono de difíceis explicações sobre tudo.
Se um cientista me pergunta: que vem a ser o amor?
Respondo: uma mãe que amamenta seu filho


Dois amigos que se abraçam,


alguém que não trai.


Que há de científico nisso?

Nasci poeta.


Apenas escrevo versos e sonhos, que por sorte...
Fazem você sorrir!


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Poesia escrita em 19.12.2005
Imagens retiradas da Internet.

sábado, 31 de outubro de 2009

SAMHAIN

Samhain...
A palavra "Samhain" significa "fim de verão" e deriva de duas palavras "samh",verão, e "fuin", fim. O mês de Novembro é chamado em Irlandês de "Mí na Samhain".
Ao que me consta, lê-se "Souén" e é a virada de ano dos antigos Celtas.

Os Celtas foram povos que viveram na Europa há milhares de anos, contudo, suas origens são controversas. Englobavam grupos distintos e parecem ser uma fusão de culturas e etnias distintas. Os grupos migratórios que deram origem aos povos celtas do noroeste europeu teriam saído da costa atlântica da península Ibérica, nos finais da última Idade do Gelo, e ocupado as terras recém libertadas da cobertura glacial no noroeste europeu, expandindo-se depois para as áreas continentais mais distantes do mar.
Segue um mapa ilustrativo:

A área verde na imagem sugere a possível extensão da área (proto-)céltica por volta de 1.000 a.C. A área laranja indica a região de nascimento da cultura La Tène e a área vermelha indica a possível região sob influência céltica por volta de 400 a.C. Vestígios associados à cultura celta remontam a pelo menos 800 a.C., no sul da Alemanha e no oeste dos Alpes. Todavia, é muito provável que o grupo étnico celta já estivesse presente na Europa Central há centenas ou milhares de anos antes desse período.


Voltando ao Samhain, ele marca o fim do ano antigo e o início do novo ano! Os Celtas tinham apenas duas estações do ano: inverno e verão. E o Samhain iniciava, justamente, o inverno para esse povo. O verão é celebrado no festival de Beltane.
Segundo autores, tanto o Halloween (famoso Dia das Bruxas), como o Dia de Finados, podem ser associados ao Sanhaim, pois essa celebração era a época em que acreditava-se que as almas dos mortos retornavam a casa para visitar os familiares, buscar alimento e se aquecer no fogo da lareira.



Alguns autores acham que não existe nenhuma evidência que relacione o Samahin com o culto dos mortos e que esta crença se popularizou no século XIX. Segundo o relato das antigas sagas, o Samhain era a época em que as tribos pagavam tributo se tivessem sido conquistadas por outro povo. Era também a época em que o Sídhe (palavra irlandesa e escocesa que se referia inicialmente a colinotas ou montes de terra, os quais se imaginava como o lar de um povo sobrenatural vinculado às fadas e elfos de outras tradições, e posteriormente, a estes próprios habitantes) deixava antever o outro mundo. O fé-fiada, o nevoeiro mágico que deixava as pessoas invisíveis, dispersava no Samhain e os elfos podiam ser vistos pelos humanos. A fronteira entre o Outro Mundo e o mundo real desaparecia. Uma das datas do calendário lunar celta de Coligny pode ser associada ao Samhain. No 17º dia do mês lunar Samon, a referência trinox Samoni sindiu é interpretada como a data da celebração do Samhain ou do solstício de Verão entre os Gauleses.

Este é igualmente um dos oito sabbats (Os oito Sabbats, celebrados a cada ano pelos Bruxos se originam nos antigos rituais que celebravam a passagem do ano de acordo com as estações do ano, épocas de colheita e lactação de animais) com maior relevância, pois é a noite em que o caos primordial retorna para o início do novo ano, é por isso a noite em que o mundo dos vivos se mistura com o dos mortos, sendo deste modo a melhor altura para contactar os mortos. Os Celtas não acreditavam em demônios, mas determinadas entidades mágicas eram consideradas hostis para os humanos, seus animais e colheitas. Deste modo muitas pessoas pregavam partidas aos seus vizinhos, desde trocar os gados, por figuras humanóides em locais para assustar, ao qual se tornou muito famosa a Jack o'Lantern ou a famosa abóbora iluminada de Halloween.

O Sanhaim atualmente em Portugal e na Galiza:
É uma festa associada ao ciclo anual do sol que faz parte do Patrimônio Imaterial Galego-Português. A recuperação da tradição do Samhain envolve várias escolas que promovem atividades que, por sua vez, são inseridas na promoção da candidatura a Patrimônio Imaterial. Diversas aldeias na Galiza começaram a recuperar as celebrações apoiadas pela recolha de testemunhos e documentos sobre as antigas tradições locais.

No Sanhaim do ano passado, comemorei junto a alguns amigos em memórias das tradições celtas. Como trabalho com arqueologia, acho importantíssimo a recuperação de culturas antigas. E gosto de pensar que, onde quer que estejam, esses povos mágicos sentiram-se agradecidos pela lembrança. Para finalizar, segue abaixo o poema que escrevi um ano atrás para a noite de celebração:
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Samhain

Viva chama que arde de pé
Levando-a para longe de meus braços
Sê minha luz, a mensageira da fé
Frente às deusas, donas de meus acasos.

Sê a mudança do escuro para o claro
Para que sob teu embalo, possa eu também dormir
E que ao acordar noutras estações, te encontre ao meu lado
Cuidando da abundância das colheitas do porvir.

Mas por hora, sinto-me feliz
Sabendo que a vida está começando
E que um funeral é nada mais que um ponto de partida.

Um reinício que me põe de volta à Matriz
E que ao leve soar das harpas e banjos
Minhas deusas terão tratado minhas feridas.
Fonte parcial de Pesquisa: Wikipédia.

sábado, 17 de outubro de 2009

POESIA #3

INTERLIGAÇÕES

Palavra escrita...
Não é nada além de poesia não dita
Que não é nada além de experiências vividas
Que não são nada além de respingos na alma...

Que não é nada além de um baú que guarda
Aquilo que nos mantém vivos e também o que nos mata
O que nos faz feliz bem como o que maltrata
Tudo isso transfigurado em sonhos...


Que nada mais são que anseios
Que nada mais são que desejos
Que nada mais é que vontade...


Que nada mais foi que saudade
De quem um dia se foi por causa da morte...


Que nada mais é do que sorte
Que de início dói como um corte
Mas que um dia sara para dar lugar ao sorriso...

Que nada mais é que amigo
Que nada mais é que sentido
Para que a vida, quem sabe, possa ser diferente...

Que nada mais é ser contente
E ter a certeza em mente
Que ainda é possível amar a vida...

Sabendo que não há nada mais que instiga
É como coração de mãe que abriga
O Poeta que antes de nascer morara em seu ventre...
Que nada mais foi que lugar quente
Onde o amor proporcionou fonte de inspiração...

Que nada mais é que coração
Misturado com insanidade e às vezes razão
Que unidos formam, não mais do que palavras escritas.


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R. C. Felipe

Escrita em 31 de agosto de 2007

sábado, 15 de agosto de 2009

ESCAPISMO

"Se, em princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela."
(Albert Einstein)
Caros leitores,
muito me honra que leiam minhas postagens, mais ainda que se deem ao trabalho de comentar algumas delas. Sempre soube que o "lado" que escolhi, ou melhor, o lado que descobri ser meu, é um lado trilhado por poucos. Um lado solitário, mas não menos belo por causa disso. Talvez até mais. Lembro que Rubem Alves escreveu certa vez que no mundo da Poesia, só se entra sozinho. Essa postagem é dedicada a um colega anônimo. Sem mais detalhes... Quem gosta de quebra-cabeças, taí um legal pra montar...
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→ ESCAPISMO

Foges da realidade, tu me dizes
E a realidade que vejo, não é a tua.
A tua é um fogo que queimou tuas diretrizes
A minha é fogo que machuca tua carne nua.

A realidade virtual é hoje realidade!
E os sonhos quando alcançados deixam de ser sonhos.
Tornam-se reais, e independente da idade
Devemos tê-los, ou seremos apenas rebanho.

Baboseiras idealizadas! Bradam aos quatro cantos!
Ai de nós se os gênios tivessem acreditado
Ai do mundo, que hoje seria quadrado!

Por fim pergunto-me, o que é um homem sem sonhos?
Eu mesmo respondo: alguém que não sabe pelo quê lutar.

Ficam numa realidade detestável e os que sonham, escapam para um melhor lugar.

(R. C. Felipe, em 08.09.2009)

domingo, 19 de julho de 2009

20 de Julho - Dia do Amigo


Para comemorar este dia, decidi ser breve. Simplesmente postar uma poesia minha que representa o que eu entendo sobre a Amizade e foi escrita em 09.03.2009. Segue abaixo o texto e meus breves comentários em seguida.


→ Um dos Segredo da Vida.

Do mundo pode-se tudo perder.
Que os sonhos deixem de existir,
Que os bons parem de nascer,
Que as crianças parem de sentir.

Ainda que todos os meus morram,
Desapareçam deixando suas lembranças;
Ainda que os amores de mim corram
Deixando-me só em minhas andanças,

Restando-me um velho amigo na Terra
Resistirei às dores mal quistas
E partirei sabendo que poderei voltar.

Que sejam esquecidos os Poetas.
Que desapareçam ainda todos os prazeres da vida,
Mas que me reste um ombro amigo pra chorar.
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Well, essa postagem é, então, uma homenagem a todos os meus amigos! Não posso colocar uma foto de cada um aqui, então tentei representar grupos. Todos voces sabem que não tem como, mas também devem saber que não esqueço dos senhores e senhoras que fazem minha vida melhor, apenas pelo fato de existirem! See you guys!

Os amigos da Universidade




Os amigos que se cruzam pelos caminhos



Os diferentes que encontram sempre algo em comum.

domingo, 14 de junho de 2009

POESIA #1 - 12 de Junho


→ 12 de Junho.

Hoje acordei e percebi que definitivamente teu cheiro não mora mais aqui. Sentei na cama, que me pareceu maior do que nunca. Senti o chão frio do meu quarto ainda escuro, pus as mãos sobre o rosto e chorei à tua falta. Tomei um banho e me recompus. O café da manhã foi ao som dos Beatles e o resto do dia passei dando falsas risadas aos meus verdadeiros amigos. De volta ao apartamento, deitei na cama e tentei dormir, para ver se acordava na realidade melhor de um sonho, poder sair por um instante deste pesadelo tão real.

Hoje acordei com o barulho do telefone tocando. Foi engano. Virei pro lado e me dei conta que só havia um par de sandálias no chão. Caminhei durante todo o dia pra ver se teu sorriso se perdia de mim, mas ele sempre acaba achando o caminho de volta pra casa. Depois de tomar banho, esquentei a comida no microondas e almocei assistindo a filmes vazios e acabei por adormecer no sofá da sala. À noite li "Soneto de Separação" e uma vez na vida me senti poetisa ao lado de Vinícius, pois chorei junto ao poema. Passei a noite em claro lendo livros, sonhando acordada, tentando adivinhar o que tu estavas fazendo.
Natal/Junho de 2007
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Sobre a Poesia...
A poesia acima foi escrita em 12 de junho de 2007, Dia dos Namorados no Brasil.
Em meio a tantas declarações românticas e a histórias bonitas de amor, pensei em escrever o cotidiano de um casal separado, mas que ainda sentem o peso da falta da companhia. O primeiro parágrafo é o cotidiano "dele", e o segundo, o dia a dia "dela".
Uma poesia simples, mas que gosto muito.
A fotografia acima foi retirada da Internet.