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sábado, 15 de outubro de 2011

FELIZ DIA DOS PROFESSORES


 Hoje, 15 de outubro, é Dia do Professor.
Como este Blog já comentou algumas vezes sobre a belíssima profissão em postagens anteriores (O OFÍCIO DOS OFÍCIOS - A CURA PARA O MUNDO - EDUCA(A)DOR), decidi que esta será uma postagem mais simples, que apenas lembre a todos o quão importante são esses profissionais para o mundo.

Infelizmente, atualmente o Brasil não dá o devido valor ao Professor, antes visto como verdadeiro Mestre. Eu sempre começo o ano em turmas novas com a seguinte frase: "Eu sou o Professor que eu gostaria de ter tido!", e quer saber? Acho que isso faz toda a diferença.

Já escutei por aí que Professores e alunos não devem manter uma amizade. Discordo piamente disso! Nossa sociedade está tão estranha que a maioria dos jovens não possuem um bom exemplo a seguir, nem mesmo em casa. Isso, por muitas vezes, transfere a responsabilidade para o Professor, que pode ser aproveitar-se dela para influenciar positivamente esses jovens.

Minha vida foi radicalmente influenciada por um Professor. Hoje é Professor, Amigo, Pai, Irmão, colega de profissão... Sei então qual o poder que tem um Ser como este. Da mesma forma que o poder pode ser usado para o bem, há aqueles que o usam para o mal, infelizmente.

Fica então nesta postagem a minha singela homenagem a todos os bons Professores que eu já tive! Homenageio também a todos aqueles que são colegas e Amigos da Profissão. Que Deus proteja a todos vocês (nós) e que nos proporcione Sabedoria para agirmos da melhor forma possível perante as dificuldades.

Alguns Professores inesquecíveis abaixo:


 Professor Raimundo

 Professor Pardal

 
 Professor Girafales (Chaves)
 
 Professor Xavier (X-Men)

Professora Helena (Carrossel)


Professor Dumbledore (Harry Potter)

domingo, 11 de setembro de 2011

11 DE SETEMBRO DE 2001 - 2011

Primeiras horas de 11 de setembro de 2011
Holofotes de Luz relembram as Torres Gêmeas

Parece que foi uma piscada de olhos mais demorada, e dez anos se passaram. Todos com mais de 20 anos lembram o que estavam fazendo em 11 de setembro de 2001. Eu estava no 1º ano do Ensino Médio e estava assistindo aula no momento em que acontecia um dos maiores ataques terroristas da História.

As primeiras notícias sobre o ocorrido chegaram no caminho de volta pra casa, e na hora do almoço, quando olhei a televisão, sabia que estava presenciando um dia que em pouco tempo estaria nos livros de História das escolas. Na primeira semana de setembro deste ano, eu estava ministrando uma aula especial sobre o dia que o Mundo parou, perplexo, tentando entender o que acontecia. A maioria dos meus alunos que assistiam à aula, não tinham ideia da magnitude do que ocorreu naquele dia.
 
 Memorial de 11 de setembro
inaugurado hoje em homenagem às vítimas.

 A data de hoje é uma data de reflexão. Não haverá fotos dos atentados neste blog. Cada imagem daquela faz descer lágrimas de muitas pessoas em todo o mundo, principalmente aquelas diretamente relacionadas ao acontecimento. Hoje é um dia de reflexão.

Muitos podem me criticar por essa homenagem. Há opiniões para todos os gostos. Vão dizer: "E as bombas atômicas que os EUA lançaram sobre as cidades japonesas?", ou qualquer outro exemplo. O Japão fez atrocidades inimagináveis contra os chineses noutra época, e assim por diante. Infelizmente ninguém está livre de erros. Entretanto, acredito que cada atentado, cada perversidade cometida por qualquer nação que seja, não deve nos tirar a sensibilidade de refletir sobre estes atos ou mesmo de fazer uma prece pelas vítimas e seus familiares.

Bandeira dos EUA atingida pelo atentado
segurada por bombeiros e policiais.

 É incrível acreditar em todas as atrocidades que o homem pode fazer. Nas palavras do Padre Roque Schneider, o homem "nem anjo, nem besta. Capaz dos heroísmos mais comoventes e das baixezas mais abomináveis. Sedento de tocar as estrelas e sofrendo, ao mesmo tempo, a vertigem aliciante dos abismos."

Criança sendo revistada por policial antes de entrar
na cerimônia em homenagem às vítimas do 11 de setembro de 2001.

Que Deus possa confortar as famílias e os amigos de todas as vítimas, e que Ele possa cicatrizar essas feridas (e tantas outras, de tantas pessoas) que insistem em sangrar. Esta postagem é dedicada às pessoas que, em algum momento, em alguma época, sofreram e sofrem pelos horrores de alguns que se dizem humanos.
As homenagens no Marco das Torres Gêmeas

Memorial com os nomes das 2.983 vítimas do WTC


 Obs: Lembrando que os mortos dos atentados não foram apenas no complexo do World Trade Center, mas também do Pentágono e do Voo 93 da United Airlines.

sábado, 21 de maio de 2011

A VIDA É ESSA...


Como diriam alguns grandes Amigos, “A Vida é essa...”. Viver é algo que muito me apraz. Saber viver é uma dádiva que nem todos alcançam e eu tento fazer parte desse seleto grupo, mas sei que ainda são tantos os defeitos a serem corrigidos e tantas as qualidades a serem conquistadas, que o que me resta é viver. 
 
A Vida possui maneiras engraçadas, ou melhor, curiosas, de nos surpreender. Ela sabe como reunir as pessoas e nos proporciona momentos inesquecíveis. E quando esses momentos de extrema alegria ou tristeza são compartilhados, tudo parece ficar mais fácil, ou menos difícil, dependendo da ocasião.
Pouco mais de cinco meses atrás, os caminhos da Vida de alguns Amigos se cruzaram para que pudéssemos compartilhar lágrimas. Para que nosso choro se transformasse em um. Para que encontrássemos consolo no ombro destes seres divinos chamados “Amigos”. Parece-me que quando as lágrimas estão sozinhas, doem mais. 
 
Todavia, hoje, 15 de maio de 2011 [data em que o texto foi escrito], a Vida achou por bem reunir novamente esses Amigos, e dessa vez não para compartilhar dores, e sim um dos bens mais preciosos que existe: Felicidade! Se por ventura correr a lágrima, esta corre de alegria. Os Amigos que antes tinham um ar terrivelmente sério, agora estão descontraídos. Seus Espíritos sorriem, por um motivo completamente altruísta: há um Espírito Amigo sorrindo. E se um sorriso de um Amigo não é o seu, não creio que a Amizade seja verdadeira. 
 
Nasceu! 
 
Tão Cheia de Graça, não veio sozinha! Trouxe Alegria Plena consigo, e, com a bênção do Ser Supremo, sempre trará. Não chorou quando nasceu, como que dizendo: vim para trazer sorrisos, alegria... Pra que choro? O mundo não precisa dele, já possui muitos outros. Não chorou quando nasceu, contrariando a recomendação dos adultos estudados! Não chorou quando nasceu. Não mesmo! 
 
Depois de tanta espera, agora é aproveitar! E aproveitar de tudo: os sorrisos, os gestos, o cheiro, os olhares, as carícias, o toque, as gripes, as “artes”, os beijos, os abraços, os momentos de mau-humor, as primeiras palavras, os suspiros, os choros noturnos, o esquentar mamadeira, reunião de pais de escola, apresentação de ballet... Aproveitar cada momento. Talvez o momento certo de ser mais sensível (não há nada de mal nisso!). Somos humanos. 
 
É a maior das responsabilidades...  
Alguém já parou pra prestar realmente atenção? O caráter, a personalidade e o jeito de ser dessa nova pessoinha vai depender, grande parte ao menos, de duas pessoas especiais. 
 
Não parei ainda pra tentar entender direito quando isso aconteceu. Quando nós crescemos? A partir da paternidade, temos que entender que possivelmente seremos heróis para alguém, e se as pessoas entendessem a responsabilidade disso... 
 
Estou mais do que certo que este novo anjinho que desceu à Terra terá todo o carinho do mundo! Todo o Amor que se pode dar, este bebê receberá. E Deus permita que um dia, o mundo seja melhor por causa de sua existência. Ao menos para algumas pessoas, com certeza ele já é! 
 
E a Vida é essa... ontem choramos, hoje sorrimos, e algum dia choraremos de novo. Em compensação, ainda vamos sorrir várias vezes! Algumas pessoas saem de nossas vidas, outras entram, simplesmente porque a Vida é essa. 
 
Que seu primeiro sono hoje seja quentinho e tranquilo. 
Ah... e seja muitíssimo bem vinda: 
ANA LETÍCIA ALVES MAIA. 
 
Um dia você saberá que o dia de hoje trouxe muita felicidade e, principalmente, Esperança para muitas pessoas.
Nosso Amigo "Riquinho" - Papai Coruja??


Ana (do hebraico, Cheia de Graça) Letícia (do latim, Alegria Plena)


A Vida é Essa...

sábado, 7 de maio de 2011

CÂNTICO NEGRO

(Poema de José Régio)

"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
 
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.


Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...


Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

 
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!

 José Régio

Postagem dedicada ao Prof. e Amigo Walner Spencer, que me ensinou que não tenho que saber para onde vou... Basta saber por onde eu nunca irei!

Vídeo do YouTube com o poema declamado por Paulo Gracindo (Vale a pena):

http://www.youtube.com/watch?v=LkYkp3ZsmJQ



segunda-feira, 2 de maio de 2011

TU CARREGA OS TEUS

"Tu carrega os teus."
(Sêneca)

Uma das coisas mais difíceis na vida, para nós, que estamos momentaneamente presos à matéria, é dizer adeus. Quando esse "adeus" é endereçado a pessoas muito próximas, responsáveis diretamente por nossa existência e por nosso caráter e personalidade, a despedida pode ser ainda mais difícil. Todavia, ela sempre aconteceu. É um natural da Vida que o Ocidente, principalmente, tem dificuldade de entender e, por vezes, aceitar.
Acontece que o pensamento de muitos pode ser entendido pelo fato destes entenderem o "adeus" como uma despedida eterna. Talvez essa seja a maior das dificuldades a ser superada. Entretanto, para pessoas que eu considero um pouco mais diferenciadas, talvez especiais, este é um momento inevitável de tristeza, mas de aprimoramento espiritual. Um momento em que pessoas podem se tornar mais sábias.
A ideia de que as pessoas que não mais compartilham o mesmo mundo material que nós desaparecem para sempre, tendo seu lugar ocupado pela dor, pela tristeza e pelo sofrimento, não deveria pertencer a nós. Já não pertence a alguns. Para estes, o sofrimento, a dor e a tristeza são momentâneos e não perenes. Perenes são as lembranças, os sorrisos, as risadas, os abraços, os beijos, os afagos, o estar junto... as coisas que realmente importam. Para estes seres especiais, as pessoas que se foram, nunca realmente se vão por completo, pois como diria Sêneca, político romano e filósofo, nós é quem carregamos os que são nossos!

Por quanto tempo nós quisermos, eles ainda serão nossos!

______________
Postagem dedicada ao Amigo que a Vida me deu o privilégio de conhecer:
Daniel.

domingo, 24 de abril de 2011

ANDARILHO

  Ao andarilho Valter di Lascio,
pela satisfação de tê-lo conhecido.
(19.03.2009)

 
 Um mundo de estranhos é o que nos rodeia.
Todos em volta, mas são todos párias.
Párias da sociedade, párias de si mesmos.

 São sozinhos por não verem a realidade,
Sozinhos, por verem a realidade.
Sozinhos, vivendo em bandos, sozinhos,
Por partilharem a ignorância.

Mais vale ser sozinho por ver o que ninguém vê;
Mais vale voar mais alto,
Longe das aves de rapina, que voam em bandos.
Digo-lhe que seu vôo pode até ser solitário,
Mas sua visão será mais bela.

 Voa sozinho, Andarilho,
E mande lembranças minhas a todos os outros
Solitários.

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Esta poesia foi escrita em uma sala da UFRN em 19 de março de 2009, após um encontro inusitado com um andarilho chamado Valter. Ele parecia mais um mendigo. Estava muito bêbado e era engraçado. Ele vendia pequenos livretos de poemas seus. Comprei um! Ele parecia alguém que não acreditava na sociedade e por isso talvez tenha decidido abandoná-la. Não que isso seja algo louvável, apenas me surpreendi com toda sua lucidez e mesmo cultura poética por trás daquele andarilho. Ainda o procurei para entregar-lhe minha poesia, mas não mais o vi.

domingo, 17 de abril de 2011

Ahhh O CHOCOLATE

 

Olá a todos! Como a Páscoa está chegando, e com ela também, inevitavelmente, mais chocolate, além de satisfazer um pedido de um Amigo e leitor deste Blog (Riquinho, é pra tu!), hoje a postagem é sobre esse alimento dos deuses: o Chocolate!

Segundo o site http://www.indeca.com.br/,  a origem do chocolate remonta a 1.500 a.C., segundo registram estudos que demonstram que a civilização Olmeca foi a primeira a aproveitar o fruto do cacaueiro. Eles habitavam as terras baixas do Golfo do México. Evidências arqueológicas comprovam que pouco depois os Maias, Toltecas, a Astecas também já utilizavam o cacau, a consideravam-no o alimento dos Deuses. Nesta época o cacau era usado como uma bebida, geralmente acrescida de algum condimento. Era ingerida pelos sacerdotes em rituais religiosos.

Pintura asteca ilustrando o chocolate sendo bebido em algum ritual.

Houve tempo também, na mesma época, em que as sementes de cacau, de tão valorizadas, viraram moeda corrente. Eram usadas como meio de troca a referencial de valor.


Historicamente, foi Cristovão Colombo quem descobriu o cacau para a Europa, quando de sua quarta viagem ao Novo Mundo, por volta de 1502. Teria levado sementes de cacau para o rei Fernando II, sementes estas que passaram quase desapercebidas no meio de todas as outras riquezas que trouxe. 

Em 1519, Hernán Cortez descobriu o cacau durante suas conquistas no México, mas os espanhóis não prezavam muito a bebida, achando-a fria, gordurosa a amarga. Porém logo perceberam o valor da semente como referencial de valor a moeda de troca. Em nome da coroa Espanhola começou plantações de cacau no México onde a " moeda" seria cultivada. 

Em 1528, Cortez trouxe de volta para a Espanha cacau a as ferramentas necessárias para seu preparo. Com o passar do tempo, os espanhóis começaram a agregar açúcar a outros adoçantes a bebida, tornando-a menos amarga a mais palatável, portanto, ao gosto Europeu.
 
Estes passaram a tomar o líquido quente, e o chocolate quente começava cada vez mais a cair no gosto da elite espanhola. Também nesta época o cacau começou a ser feito em tabletes, que depois eram mais facilmente transformados em bebida.

  

Ao longo dos próximos 150 anos, a novidade foi se espalhando pelo resto da Europa, e seu uso foi sendo difundido na França, Inglaterra, Alemanha, Itália, etc. Vários ingredientes continuavam sendo agregados ao chocolate líquido: leite, vinho, cerveja, açúcar, e especiarias. Foi somente em 1755 que o cacau apareceu nos Estados Unidos. 
Em 1795 os ingleses começaram a usar uma máquina a vapor para esmagar os grãos de cacau, a este invento deu início à fabricação de chocolate em maior escala.
Mas a verdadeira revolução do chocolate aconteceu cerca de 30 anos depois, quando os holandeses desenvolveram uma prensa hidráulica que pela primeira vez permitia a extração, de um lado, da manteiga de cacau, a do outro a torta, ou massa, de cacau. Esta última era pulverizada para se transformar em pó de cacau, que quando acrescido de sais alcalinos se tornava facilmente dissolúvel em água. Daí ao desenvolvimento de bebidas achocolatadas foi um passo rápido, a em seqüência a mistura com manteiga de cacau fez aparecer os primeiros tabletes de chocolate mais ou menos como os conhecemos hoje. 
 

Em pouco tempo a Espanha, que tinha praticamente o monopólio do cacau, perdeu sua hegemonia para a Inglaterra, França, Holanda, etc.

Fato é que esta delícia faz um enorme sucesso no mundo todo hoje! A indústria do chocolate lucra milhões todos os anos e há chocolates para todos os gostos! Inclusive sem adição de açúcar, para os diabéticos não sofrerem tanto de vontade! O suíço é considerado o mais saboroso de todos! Vale a pena prová-lo!

Até o cinema já se rendeu aos encantos do Chocolate. Filmes como "A Fantástica Fábrica de Chocolate" e "Chocolate" já fizeram a alegria dos "chocólatras" de plantão!

 
 A Fantástica Fábrica de Chocolate - 1971

 
 A Fantástica Fábrica de Chocolate - ReMake 2005
 
 Chocolate - 2000

Por fim, fica uma dica para esta Páscoa. O preço dos chocolates sobem absurdamente por causa dos famosos "Ovos de Páscoa". Para você que se preocupa menos com a forma, e mais com a quantidade, hehehee, fica a dica. Olha a comparação de preços feita no ano passado. Clique para ampliar.

 


Chocolate...

Gostoso em todas as idades!!

:D



sábado, 19 de março de 2011

SQNS ENTREVISTA - NANCY KEIKO

Olá, caros leitores! Gostaria de informá-los que esta postagem tráz algo pioneiro para este Blog: Uma nova seção de ENTREVISTAS. A partir de hoje, não será tão raro alguém ser entrevistado. Geralmente sobre um tema da atualidade ou polêmico.

A escolha da 1ª Entrevista/Entrevistada levou em conta os terríveis acontecimentos atuais no Japão. Desde o dia 10 deste mês, a Terra do Sol Nascente vem passando por sérias dificuldades. A escolha da entrevistada levou em conta sua ascendência nipônica e sua experiência de ter morado no Japão.

Dada as boas vindas à essa inovação e feito os rápidos esclarecimentos aos leitores amigos, vamos iniciar!

Nome Completo: Nancy Keiko Fujita.
Data de Nascimento: 08/10/1984

Escolaridade: Ensino Superior Completo em Engenharia Eletrônica (apesar de nunca ter exercido a profissão).

Atualmente trabalha: Como tradutora de japonês-português (e às vezes, inglês) em uma obra no Complexo de Suape – PE.




Sensei Que Nada Sei – Olá Keiko, para começar, qual a sua ligação com o Japão?
Keiko – Minha família é toda de origem japonesa.

Minha mãe é nascida em Tóquio. Veio ao Brasil quando era adolescente, junto com meus avôs, para tentar a vida aqui, pois na época, o Japão ainda estava muito arrasado pela Segunda Guerra Mundial. Ela trabalhou na lavoura de café, depois em escritórios, como secretária. Morou no Sul e em São Paulo, e desde que casou com meu pai, mora em Recife. Atualmente, ela é professora de japonês.

Não conheço em detalhes a história de meu pai, pois ele não era de falar sobre sua vida. Ele nasceu em Hiroshima, mas só veio ao Brasil bem mais tarde, já para abrir seu negócio. Trabalhava como fornecedor de alimentos para navios japoneses que vinham ao porto do Recife.

SQNS – Você já morou no Japão por um tempo. Como era seu cotidiano por lá?
Keiko – Eu tive muita sorte. Tive a oportunidade de conhecer o Japão nas melhores condições possíveis. Fui selecionada para uma bolsa de estudos para descentes de japoneses pela JICA (Japan International Cooperation Agency), então, fui ao Japão com tudo pago (passagem de avião, alimentação, transporte, estadia e ainda uma graninha no final do mês para fazer compras e passear).

Ficamos em alojamento da própria instituição, junto com outros bolsistas do mundo todo (inclusive não-descendentes). Tive a oportunidade de fazer amizade com pessoas de vários países. Até hoje, não consigo ler tudo o que aparece na página inicial do meu Facebook, pois existem posts em diversos idiomas, inclusive russo e árabe!

Passei quase um ano em Sapporo, a maior cidade da ilha de Hokkaido, ao norte do Japão. O alojamento era praticamente como um hotel, possuía restaurante, sala de jogos e lazer, e eram oferecidos eventos culturais e excursões nos finais de semana, para que pudéssemos conhecer mais sobre a cultura japonesa. Nos dias de semana, durante o dia, eu frequentava uma firma de tecnologia da informação, onde estudava e fazia observações, como se fosse um estágio. À noite, quando não tinha algum evento promovido pela instituição, ficava conversando com os amigos na sala de lazer ou fazia compras e passeios no centro da cidade.

Apesar de eu ser do grupo de descendentes de japoneses, eu gostava mais de passar o tempo com as pessoas não-descendentes. Algumas me pediam para acompanhá-las em passeios e compras pela cidade, como se fosse uma “guia” e uma “tradutora” (pois o pessoal só sabia falar inglês). Com isso, pude exercitar meu inglês e conhecer mais sobre culturas dos países de origem dos meus amigos.

Como passei meu aniversário lá, me dei de presente uma viagem a Tóquio, e conheci (ainda que rapidamente) muitos lugares lindos, daqueles que aparecem como cenário em animes e novelas japonesas, e que sempre sonhei em conhecer.

SQNS – Depois do dia 10 deste mês, o Japão é a principal manchete da mídia televisiva e internet do mundo todo. A catástrofe de proporções gigantes que assolou os japoneses foi a pior desde a II Guerra Mundial. Você tem conversado com familiares e amigos que por lá vivem? Como eles foram afetados pelo desastre?
Keiko – Felizmente, minha família mora em regiões fora de risco, portanto, estão todos bem. Os amigos que moram por lá também já deram notícias através da Internet, e aparentemente estão todos bem e seguros.

A ilha de Hokkaido (onde passei maior parte do meu tempo) é uma região pouco afetada por tremores de terra e outros fenômenos naturais (tufões, tsunamis etc). Ela se encontra sobre uma placa tectônica inteira, então, a probabilidade de acontecer alguma coisa é quase nula. Uma amiga de lá me relatou que o Japão inteiro está em alerta contra os terremotos que vão se suceder durante esse mês, mas que em Hokkaido não está acontecendo nada. Algumas cidades costeiras sofreram com o avanço do mar, mas nada demais, comparado com as regiões mais afetadas do país.

Já em Tóquio, no dia do desastre, a cidade praticamente parou. Uma amiga relatou na Internet que não tinha como voltar do trabalho para casa, pois os trens estavam todos parados, e acabou passando a noite no escritório. Não tenho conhecidos que estivessem nas regiões mais atingidas.

SQNS – No tempo em que morou por lá, passou por alguma experiência de terremoto, visto que eles são tão comuns no Japão?
Keiko – Felizmente, eu estava numa região de baixa incidência de terremotos, então, não passei por nenhuma experiência desse tipo. Alguns amigos me disseram uma vez que houve um pequeno tremor às 4 horas da madrugada, que os móveis do quarto começaram a balançar e o vidro da janela batia, mas eu não me lembro de nada disso. Provavelmente, eu estava dormindo, hehehe! Mas não foi confirmado como um terremoto “de verdade”.

SQNS – Sabemos também que os japoneses são as pessoas mais preparadas para enfrentar este tipo de situação, pois desde tenra idade eles simulam situações de terremotos. Você participou de algum tipo de treinamento/simulações enquanto esteve por lá?
Keiko – No programa de bolsistas da JICA, todos passam por uma semana de “introdução ao Japão”, que abrange seminários de orientação sobre o programa, palestras sobre História e cultura do Japão e visita ao museu da instituição e o corpo de bombeiros local.

No corpo de bombeiros, conhecemos um pouco do sistema japonês de prevenção e combate a incêndios e recebemos um rápido treinamento, voltado para cidadãos comuns, de como proceder em caso de incêndios, terremotos e outros acidentes.

Quando fui ao corpo de bombeiros, entrei num simulador de terremotos. Era bem simples, imitava o ambiente de uma sala, com janela e armário embutido. Pensamos que era fácil passar por um pequeno terremoto, bastando ficar quieto no lugar. Mas o chão balançava muito, e as coisas de dentro do armário começaram a cair sobre nós (felizmente, no nosso caso, eram apenas almofadas!!), e entendemos a importância de receber e seguir o treinamento específico para casos como esse.

Todos os cidadãos japoneses recebem periodicamente esse tipo de treinamento, desde a escola primária. Todos sabem como proceder em caso de terremoto. As revistas informativas (principalmente aquelas voltadas para o público jovem) publicam matérias sobre como se proteger em caso de terremotos. As medidas mais comuns são desligar os aparelhos elétricos e proteger-se embaixo de mesas. Alguns até possuem os próprios capacetes de proteção em casa.

As construções japonesas são projetadas para aguentar o impacto dos tremores de terra. Suas estruturas possuem amortecimento, que os impede de desabar facilmente. Existe sinalização de emergência em todos os prédios e locais públicos, como metrôs e centros de compra. Os japoneses são muito disciplinados e dão muito valor à prevenção de acidentes.
Simulador de terremotos - Imagem cedida por Keiko

SQNS – O Japão já se recuperou uma vez de forma extraordinária, saindo de um país destruído ao final da II Guerra para o posto de 3º país mais rico do mundo. O que você acha que o resto do mundo pode aprender com o caso atual do Japão?
Keiko – Eu admiro o povo japonês pela sua disciplina, respeito ao próximo e espírito de solidariedade. Nessas notícias que vemos todos os dias sobre o desastre, não vemos cenas de vandalismo, violência, roubo, protestos e outros atos de desespero. Todo mundo procura se ajudar, trabalhar pelo bem-estar dos menos favorecidos. Os que perderam tudo demonstram tristeza, mas não ficam desesperados, porque sabem que podem contar com o governo e os cidadãos. As pessoas em fuga formam filas, não há correria. Até as crianças sabem se comportar.

Acho que o mundo e, principalmente nós, brasileiros, temos muito que aprender com o povo japonês. Acho que o ponto primordial é o respeito que eles possuem pelas pessoas e pela própria natureza.

A educação japonesa é uma das melhores do mundo porque educa, literalmente, para a vida. Desde mais novas, as crianças aprendem não somente as disciplinas “básicas” como Matemática e Geografia, mas aprendem música, culinária, praticam diversos esportes, são tratados realmente como cidadãos. São incentivados desde cedo a trabalharem em equipe e a respeitar os professores e os colegas.

Apesar de eles terem uma imagem de pessoas frias e egoístas, na verdade são muito acolhedores, respeitam tanto as crianças como os mais idosos, tratam muito bem as pessoas que encontram no dia-a-dia, estão sempre dispostos a ajudar. Respeitam as regras da sociedade, não apenas por obrigação, mas pelo senso de preservação da ordem e do bem-estar.

SQNS – Agradeço a disponibilidade e boa vontade de participar desta pequena entrevista e gostaria que usasse este último espaço para dizer o que sente em relação ao acontecido junto com uma mensagem positiva para a terra de seus ascendentes!
Keiko – Eu é que agradeço pela oportunidade de falar sobre minha experiência no Japão. Realmente, o Japão é um país extraordinário, e recomendo a todos que, um dia, possam conhecer essa maravilhosa terra pessoalmente.

Apesar do momento trágico em que o país se encontra, eu acredito na sua pronta recuperação. Não foi por acaso que o Japão saiu da condição de um país quase totalmente feudal, alguns anos atrás, para ser uma potência mundial em economia e tecnologia. Eles possuem força, determinação e disciplina e, acima de tudo, amam seu país.

Estou torcendo para que o Japão se erga muito brevemente, e espero um dia voltar lá, conhecer outras regiões, rever os amigos e aprender mais e mais com esse povo cheio de sabedoria.

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Entenda melhor o que ocorreu no Japão
Clique na imagem para ampliá-la.
 Imagem obtida no site da Globo.com

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Na última enquete foi perguntado:
"Você tem medo de avião?"
Sim! 33% (02 votos)
Não! 66% (04 votos)



quinta-feira, 17 de março de 2011

FELIZ ANIVERSÁRIO, MEU AMIGO.

Olá a todos!
Esta postagem em dia de semana é um EXTRA.
Hoje, 17 de março, é aniversário do meu saudoso amigo Antônio Carlos (Chapinha). Um alguém que admiro e respeito.

Sei que agora você está em um lugar muito bom. Onde todos um dia sonham estar. De acordo com o que passei a acreditar, você, Chapinha, já pode decidir se quer ou não aparecer por aqui de novo. Se quer voltar para mais uma vez nos ensinar a sermos melhores. Enfim... o tempo passa mas tua amizade será pra sempre. Você me disse que me contaria outras boas piadas. Estou esperando ansiosamente pelo dia em que isso irá acontecer! Quando este dia chegar, te darei um abraço com um sentimento de Amigo que nunca te dei antes.

Este é meu presente para ti, neste dia do teu aniversário, inspiração da noite em que te reencontrei no mundo dos sonhos, onde espaço, tempo e matéria não são obstáculos para o Espírito.

Feliz Aniversário!

→ Recordação.

Sonhei com ele.
E ele parecia bem.
Não sei se sabia que não mais tinha corpo,
Mas ele continuava a sorrir.
Não lembro se ele dizia alguma coisa,
E nós sabíamos que aquilo não estava certo,
Era como se o tempo tivesse sido distorcido
Para não ser mais uma barreira entre nossos mundos.
Ele estava no banco de trás do carro, e eu tinha
Que me virar para vê-lo.
Estava de bermuda e camisa... e sorria.
Acho que dentre os três que estavam no carro,
Ele parecia o mais feliz.
Nós também estávamos. Afinal,
Que oportunidade era aquela que nos havia sido dada?
Ele estava ali. Sorrindo.

Enfim, a noite passou,
Junto com ela, o sonho,
Junto com ele, o carro,
Junto com ele, as pessoas,
Junto com elas, a alegria,
Junto com ela, ele...
Mas o sorriso ficou.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

FIAT VOLUNTAS TUA, SICUT IN CÆLO ET IN TERRA

    É tão estranho, os bons morrem jovens… Assim parece ser, quando me lembro de você, que acabou indo embora cedo demais...” (Legião Urbana)


Deus tem seus desígnios... e (in)felizmente, nem sempre esses desígnios são iguais aos nossos. Esforço-me para aceitar o que Cristo aceitou, não sem dificuldade, quando ele disse: “Pai, afasta de mim este Cálice; contudo, que seja feita a Tua vontade, não a minha.” Acontece, que não sou Cristo. Nem tenho a pretensão de ser. Simplesmente dói tentar entender tudo isso.
Antônio Carlos Barros Júnior, ou simplesmente “Chapinha”, foi/é um Homem jovem que conseguiu obter uma sabedoria em seus 23 anos de existência que se eu pudesse alcançar, ainda que no final da minha vida, estaria satisfeitíssimo. Um jovem Homem que eu aprendi a admirar. Alguém que simplesmente não possuía inimigos, ou mesmo desafetos. Daqueles que conquistam todos ao seu redor, apenas com o seu sorriso.

Um Homem com uma Fé inabalável, apesar de todos os pesares. Um Homem com uma facilidade imensa para fazer amigos. Um Homem inspirador. Não! Eu não tinha tanto contato com ele. Creio até que nos vimos pela última vez há mais de anos. Isso é o bastante para provar como ele pode marcar a vida de uma pessoa. Tive ainda a oportunidade de conversar um pouco com ele antes de receber dolorosa notícia. Tive a oportunidade de dizer que o amava. Tive a oportunidade de fazê-lo esquecer por um segundo que seja, o problema pelo qual passava, nem que fosse ao ler um comentário meu em seu Blog "Júnior Contando Histórias". Isso me conforta. Sinto por não ter podido ter feito mais.
Júnior como sempre - rodeado de amigos.
Dono de vários talentos, Chapinha foi o responsável por contar a piada que mais ri na minha vida. Ele tinha me dito que me nos encontraríamos para me contar outras, na última vez que nos falamos (pela internet). Jogava futebol como poucos.

Hoje a natureza enlouqueceu. Perdeu seu ritmo. Hoje vi cenas que não deveriam existir no mundo. Vi pais enterrando seu filho. A Lei da natureza não deveria permitir isso. Os filhos devem enterrar seus pais. Vi placas de mármore na grama que indicavam nascidos nos anos 1920, 1930, 1940... Entre elas, a do meu nobre amigo parecia deslocada. Nascimento na década de 1980, assim como eu. A quem deveria dizer que isso está errado? A quem deveria reclamar? Não faço ideia. Talvez nem deva reclamar, contudo, ficar em silêncio também dói.
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum,
porque tu estás comigo." (Salmo 23.4)
Ontem a noite fiz alguns pedidos a Deus antes de dormir. Três, na verdade. No último eu pedia a Cura para meu amigo. Pedi que seu dia tivesse sido bom... Pedi que o dia seguinte fosse melhor. Mais ou menos nesse mesmo instante, Deus levava esse mesmo amigo para perto de si. Não sei se fui atendido. Quero acreditar que sim. Meu amigo não sente mais dor. Seu dia, não é mais triste. Talvez tenha obtido a Cura. Seu Espírito descansa. Um descanso merecido.
Vivemos em um mundo diferente do de décadas atrás. Em outros tempos, minhas lágrimas que agora escorrem, manchariam um pedaço de papel e talvez até borrassem a tinta da caneta. Hoje está tudo tão perfeito. Não há dificuldade em ler estas palavras. Está tudo legível. Com um Professor aprendi que atualmente os homens perderam até a dignidade de morrer, pois morrem em alas hospitalares, cheios de fios e tubos, sem poderem dizer as últimas palavras e, muitas vezes, longe das pessoas que amam. Até nisso, Chapinha foi diferente. Soube sair do palco com dignidade, tal qual um grande ator interpretando o ato final da mais bela das peças. Chamou a família para perto, despediu-se de todos. Fez últimos desejos. Escreveu uma poesia... [A poesia na íntegra está ao final deste post]

Antônio Carlos Barros Júnior influenciou vidas e continuará a influenciar. Os exemplos que deixou não foram poucos, e são todos bons. Ele era/é bom. Gosto de pensar que quando as pessoas se tornam tão boas... tão superiores se comparadas às outras, é chegada a hora dela ir para outro plano. Este no qual estamos, temporariamente, nem sempre é adequado a esse tipo de pessoa. Geralmente quando estão por aqui, fazem porque querem, não porque precisam!
Aprendi com um Professor a ler Sêneca. Aprendi com Sêneca (que viveu há 2.000 anos) algumas coisas importantes. Citarei algumas:

1 - Não os anos nem os dias, mas o Espírito é que nos diz se vivemos o suficiente;
2 - Caso tivesses perdido um amigo, a maior das perdas, deverias ainda assim ficar feliz porque o tiveste, e não porque o perdeste;
3 - O tempo que passou nos pertence, e nada está em lugar tão seguro como aquele que já se foi.

Essas palavras, escritas há tanto tempo, me dão forças.
Hoje também foi um dia que tomei uma decisão da qual me orgulho. Uma pequena decisão que me seguirá pelo resto da vida. Tomei a decisão de cabeça erguida, e não estaria bem agora se tivesse tomado outra diferente. Hoje me orgulhei um pouco mais de mim mesmo!

Chapinha, o pensamento de todos que você cativou, estão te guiando para teu lugar de origem!
Meu muito obrigado pela sua existência.
Meu muito obrigado pelo seu sorriso.
Meu muito obrigado pelas suas piadas.
Meu muito obrigado pela nossa curta (e Eterna) amizade.
Meu muito obrigado pelas coisas que me ensinou.
Meu muito obrigado pela sua demonstração de Fé.
Meu muito obrigado pelo seu bom coração.
Meu muito obrigado por ser quem você foi.
Meu muito obrigado por me fazer crescer.
Meu muito obrigado por sua inspiração.
Meu muito obrigado por fazer do mundo um lugar melhor.
Meu mundo obrigado por reforçar minha esperança na bondade humana.
Meu Eterno e simples...

MUITO OBRIGADO!

Eu sei que você sabia, mas... EU TE AMO!



“- Quando olhares o céu de noite, eu estarei habitando uma delas [estrela], e de lá estarei rindo; então será, para ti, como se todas as estrelas rissem! Desta forma, tu, e somente tu, terás estrelas que sabem rir! (...) E quando estiveres consolado (a gente sempre se consola), tu ficarás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo. E às vezes abrirás tua janela apenas pelo simples prazer...”
(O Pequeno Príncipe)



Poesia escrita por ele (talvez dia antes de "viajar"):

Libertei-me do medo do inferno

Libertei-me do medo do inferno, e da pressão de ir para o céu.
Descobri que ganhei isso de presente
Mas também descobri que esse não é o maior presente
O maior presente não foi esta passagem gratuita para o novo mundo
Mas o AMOR
A oportunidade de:
Chorar com os que choram
Sorrir com os que sorriem
Valorizar os pais e amigos
Abraçar os doentes, prostitutas, homossexuais
Conversar com os alcoólatras
Acreditar nos meninos de rua
E se tornar uma pessoa extraordinária como Jesus, não em busca do céu ou para escapar do inferno
Mas em busca desse EXTRA, que também podemos chamar de AMOR
Fé + Perseverança + Flexibilidade = pessoas extraordinárias = AMOR
Fé para acreditar em algo difícil, impossível para as pessoas comuns
Perseverança para persistir e não desistir no primeiro obstáculo
Flexibilidade para entender que as pessoas são diferentes, e amá-las mesmo assim.

(Antônio Carlos Barros Júnior)

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Chapinha mantinha um Blog no qual depositava um pouco de suas experiências (nem sempre boas) com seus colegas e amigos. Segue o link desse Blog, gostaria que dessem uma lida, se possível, ao menos em alguns posts!

Júnior Contando Histórias:


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Texto escrito em 09.12.2010
Em Memória de Antônio Carlos Barros Júnior "Chapinha".
Seus Eternos admiradores:
Anderson Felipe (Tronn)
Carlos Henrique (Riquinho)
Leonardo Madeira (Léo)
Ovídio Cabral
Rodrigo Cavalcanti (Moore)