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sábado, 5 de setembro de 2009

SEMANA DA PÁTRIA

Bandeira do Brasil Imperial,
por Jean Baptiste Debret.


“Ter sempre o espírito jovem!”, já dizia alguém que nada entendia de espíritos, pois esqueceu-se de especificar de que tipo de jovem estava falando. Ou não entendia de jovens.
Na Semana da Pátria, em setembro, assistia a um desfile na Praça Pedro Velho. Homens e mulheres, cidadãos da terra, do céu e do mar estavam ali. Impecáveis. Como se fossem estátuas de mármore da Grécia Antiga, mas restauradas e com um público menos interessado em sua beleza.
A banda da Marinha começou a tocar e tímida manifestação de aplausos foi ouvida. Não sentida. Alguns mais velhos assistiam ao desfile. Algumas crianças, que com a pureza que lhes é peculiar, admiravam. Como não entender o real significado disso tudo apenas dividindo a atenção entre o desfile e as crianças? Mas o significado não foi entendido. Não pelos jovens presentes.
Em meio a melodia do Hino Nacional, jovens conversavam avulsamente. Um que outro ficou em silêncio, parecendo ser o máximo de respeito que conseguia demonstrar.
Lentamente a flâmula nacional era erguida, incólume, ao lado das do Estado e da cidade. Muitos nem sabiam que bandeira era a última.
A Semana foi declarada aberta pelo vice-governador. Não foi aplaudido.
A atleta olímpica trouxe a chama da Pátria, resistente a tantos banhos d’água fria. Não foi aplaudida.
Apenas percebi o entusiasmo de uma senhora que cantarolava a nova melodia tocada, e seu neto, ainda bebê. Dois representantes verdadeiros da Pátria. Estavam a meu lado, mas não quis perguntar-lhe os nomes. Não havia necessidade. Naquele instante eles eram representantes, não de suas individualidades, mas de um coletivo cada vez menor, mas que resiste. Os jovens faziam piadas.

O momento pelo qual passamos é difícil. Os mais velhos, em algum tempo ir-se-ão. As crianças, se não tivermos cuidado, terão espíritos jovens (no sentido que atualmente lhe atribuo). E o que restará da verdadeira Pátria? Páginas mal contadas em livros de História tendenciosos.
A egrégora não morrerá, pois ela nunca morre. Mas estará em algum lugar inacessível. De que adiantará?
A emoção que sinto agora é menos pela beleza do desfile (e o desfile é belo) do que pelo descaso da juventude.
Jovens caçoam, ao meu lado, da Polícia Militar. Alguns dos militares pareciam envergonhados. Resultado arrebatador do desrespeito à Nação. Escrevo isso enquanto desfila o Corpo de Bombeiros. Um dos rapazes estava descompassado, mas logo tratou de entrar no ritmo.
Sim. Crianças e idosos, o futuro da Nação. Os últimos já com as pernas cansadas, mas ainda permanecendo de pé, pois entendem o que parece incompreensível para uma geração que entende tudo de mais fútil. As crianças também não entendem. Mas não entendem da forma mais bonita possível.
Manter o espírito jovem? Não, obrigado!
Há uma máxima que utilizarei com uma pequena modificação, mas necessária: Não se faz mais jovens como antigamente.

Termino aqui este breve escrito, na esperança que a egrégora da Pátria (que nada tem haver com sua situação política, econômica e muito menos futebolística – ela é bem superior a tudo isso – e sim com a Glória, Orgulho e Hombridade de todos que por ela viveram e vivem) não seja lembrada apenas uma semana por ano.


Natal, Rio Grande do Norte.
01 de setembro de 2008.

Assina: Rodrigo Cavalcanti Felipe,
jovem (com espírito velho e rabugento) de 22 anos.
PS: O texto foi escrito na abertura da Semana da Pátria de 2008 e postado no blog: http://ofiodakatana.blogspot.com



D. PEDRO I, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil.

sábado, 29 de agosto de 2009

MONARQUISTA?!?! – Parte II (Esclarecimentos)

Bom dia/tarde/noite a você visitante do blog. Você que já vem acompanhando algumas postagens, deve ter visto a primeira parte desta. Se não viu, é só descer um pouco a barra de rolagem aí ao lado para dar uma conferida!
Uma vez mais me proponho a esclarecer algumas dúvidas sobre o sistema Monárquico-Parlamentar de governo, a fim de que alguns dos vários preconceitos que o rondam se dissipem. Reitero que essas informações foram retiradas da página: http://www.causaimperial.org.br/ . Segue a continuação dos esclarecimentos:

11. A República é uma evolução da Monarquia?
Dizer que "isso é retrocesso; aquilo é avanço", é um tipo de visão estereotipada e baseada, não na observação, mas no preconceito.
Existe no Brasil uma programação mental, produzida por um século de censura contra os monarquistas, que propagou uma idéia de monarquia medieval, ou como a da França do século dezoito e da Rússia dos czares. Ao se falar em monarquia, todos se lembram de Henrique VIII da Inglaterra, e raros lembram-se de D. Pedro II, o Imperador-Cidadão, e da Princesa Isabel do Brasil.
Um século de preconceito, inclusive no ensino público, induz todos a pensarem que Monarquia é atraso e república é progresso...
Na verdade, o modelo republicano, inventado pelos gregos há mais de 2500 anos, é mais antigo do que a Monarquia não teocrática, que existe há menos de 1600 anos. Então, “nova” é a Monarquia moderna, não a república. Além disso, dizer que o antigo é melhor ou pior do que o novo não faz nenhum sentido.
O que importa saber é: a república funciona melhor do que a monarquia? A resposta é não.

12. A classe dos Nobres, existente nas Monarquias, não representa uma elite privilegiada?
É preciso saber a diferença: a Realeza é representada pelo Imperador e seus herdeiros; a Nobreza é uma categoria de cidadãos titulados por diversos motivos, à semelhança dos “Comendadores” das repúblicas. Por exemplo: a comenda máxima da república brasileira é a Ordem do Rio Branco, concedida há algum tempo ao político Severino Cavalcanti. Deste ponto de vista, a república também possui sua “Nobreza”.
No Brasil Império, a nobreza não era hereditária. Os títulos eram concedidos por mérito, a quem prestava serviços à nação. Luis Alves de Lima e Silva recebeu seu título de Duque de Caxias por mérito em campo de batalha. O Barão de Mauá recebeu seu título também por mérito. D. Pedro II titulava também os fazendeiros que libertavam seus escravos, como incentivo à extinção da escravidão.




"Como militar eu cumpri o meu dever servindo ao meu soberano e minha Pátria. E apesar de minha avançada idade e de alquebra do pelas fadigas de uma rude campanha, estarei sempre pronto para obedecer ao chamado do Governo Imperial, quando o país carecer de meus serviços militares e civis, até onde chegarem as minhas forças."
(Duque de Caxias)

13. Então, voltaremos a ter Nobreza?
A nova monarquia brasileira pode ser como a da moderna Noruega, que não possui a classe dos nobres.
Se, no futuro, os brasileiros decidirem restaurar a Nobreza, o Imperador poderá conceder esses títulos às pessoas que prestarem relevantes serviços ao país, por exemplo, os cientistas, os heróis nacionais, as pessoas que se destacarem em serviços sociais, etc.

14. O Parlamentarismo daria mais poderes aos políticos, favorecendo a corrupção?
Quantos se lembram em quem votaram para deputado federal, estadual ou vereador? Quantos fiscalizam seu candidato eleito?
O que acontece no Brasil é que se dá mais importância às eleições para o Executivo (Presidente, Governador e Prefeito) do que para o Legislativo. Livres da fiscalização popular, esses políticos elegem-se e reelegem-se, formando um Poder Legislativo de péssima qualidade, um verdadeiro câncer da Nação.
No Parlamentarismo Monárquico, o Chefe de Estado é o Imperador, não eleito. Isso faz com que as pessoas valorizem mais seu voto no poder Legislativo, como garantia de sua participação na escolha do Governo.
O soberano não governa, e no parlamentarismo (monárquico ou republicano), os maus governantes saem mais rápido do governo, seja pela queda do gabinete, seja pela dissolução do parlamento. Na monarquia parlamentarista há a possibilidade de se derrubar um governo incompetente e até de se dissolver um parlamento que não esteja desempenhando suas funções, antes das eleições.

15. E por quê não uma República Parlamentarista?
Porque Parlamentarismo que funciona, só como Monarquia.No Parlamentarismo Monárquico, se vota obrigatoriamente em partidos antes de votar em pessoas, o que aumenta a responsabilidade político-partidária. O povo vota no Parlamento, e este elegerá um executivo, que obviamente já nascerá forte e com o apoio do Parlamento. Isto é o fim dos “mensalões”.
As funções de chefia de Estado e de chefia de Governo estão separadas. O Chefe de Governo é o primeiro-ministro, enquanto que a chefia de Estado é exercida pelo Imperador, que não está envolvido com política para poder assumir o cargo.
O parlamentarismo original é monárquico. O surgimento do parlamentarismo republicano, comprometeu um dos pilares do sistema, que é a independência do chefe de Estado.
A República Parlamentarista, se implantada no Brasil, trará em si o perigo de um conflito interno, caso haja um presidente de um partido e um primeiro-ministro de outro partido, de oposição ao presidente. Certamente haveria o cabo-de-guerra entre um presidente eleito com milhões de votos competindo com um primeiro-ministro eleito pelo Parlamento. E isso com certeza aconteceria no Brasil, que tem a tradição personalista. O presidente de Estado, animado pela sua expressiva votação, faria o possível para derrubar o Primeiro Ministro, ao primeiro conflito de interesses.
O Imperador, por ser apartidário, pode e deve ser imparcial. Um presidente eleito vem sempre de um Partido político, representa a ideologia daquele partido, tem prazo limitado para exercer o seu cargo e, via de regra, aproveita esse tempo para atender aos interesses dos grupos econômicos e ideológicos que o colocaram no poder. O Presidente é eleito por meio de uma campanha presidencial cara, financiada pelos cofres públicos e pelos empresários donos de bancos, latifúndios e transnacionais – e até por governos estrangeiros (caixas-2 de campanhas).

16. Quais as funções de um Imperador?
O Monarca não legisla e nem exerce o poder executivo, mas tem atribuições importantíssimas. O Imperador é o Chefe de Estado, e seu trabalho é semelhante ao de um Juiz. Ele tem a imparcialidade necessária para aprovar ou vetar projetos de leis, caso esses sejam inconstitucionais ou tragam prejuízo ao povo. Resolve impasses entre os poderes destituindo o governo ou dissolvendo o Parlamento mediante convocação de novas eleições, nos termos da Constituição, nomeia juízes, função que exige os mais altos critérios e imparcialidade. Todas essas funções variam conforme o país e são previstas na Constituição. E todas elas exigem um grande preparo, conhecimento dos problemas nacionais, amor incondicional à Pátria, e uma preparação desde a infância para o exercício desse serviço à Nação.

17. Os monarquistas pregam o Direito Divino dos Reis?
A Monarquia, como forma de governo que atravessa os séculos, teve fases em que foi Teocrática e Absolutista. Em certos momentos históricos, certamente existiu a crença no direito Divino dos Reis, mas no momento histórico atual, o que defendemos é a Monarquia Parlamentarista, alicerçada sobretudo na tradição histórica. O Brasil é um país com uma riqueza cultural fantástica, e uma grande diversidade religiosa. O Imperador deverá representar a totalidade da Nação, mesmo que, em caráter pessoal, professe sua própria Religião. A crença ou a descrença no direito divino dos Reis, como todas as coisas de âmbito religioso, é estritamente pessoal. A proposta dos monarquistas é exclusivamente política.

18. Basta instaurar a Monarquia Parlamentarista no Brasil para que o nosso país melhore?
A Monarquia Parlamentarista não pretende ser uma Fórmula Mágica. Esse tipo de “propaganda enganosa”, são os partidos que costumam fazer em tempos de eleição. Nosso país tem problemas complexos demais, e simplificar é um erro, e dizer que uma simples mudança de sistema vai resolver tudo é também outro erro.
Nós propomos é um novo modelo – a Monarquia Parlamentarista – que gere um equilíbrio maior, e que aponte caminhos para que o povo – e apenas ele – encontre as suas próprias soluções; o fim da cultura do “salvador da Pátria”, o super-presidente que vem a cada 4 anos para resolver todos os problemas. Um povo esclarecido e participante, com um sistema que lhe propicie os meios necessários para exigir ética de seus políticos, especialmente do poder legislativo, e cobrar as suas promessas, levando o país a uma era de desenvolvimento. Estabilidade, ética e participação popular, aliadas a uma revitalização na auto-estima de nossa Nação. Resumindo, um Brasil finalmente adulto, seguro e responsável. Não admira que tantas velhas raposas da política resistam com unhas e dentes a essas mudanças!

19. A Monarquia só existe nos países europeus, o Brasil não tem tradição monárquica, por quê pensam que no Brasil isso funcionaria?
Vamos lembrar que Canadá e Austrália não são países europeus, e são Monarquias; e que o Brasil já nasceu monárquico, aliás, sua unidade consolidou-se durante o Império, no reinado de D. Pedro II.
A Austrália confirmou a Monarquia, em recente plebiscito; a Espanha, recentemente restaurou a Monarquia; a Noruega, ao se tornar independente, em 1905, consultou o povo em plebiscito e escolheu ser monarquia (mesmo sem ter nenhuma Família Real).
A questão é que os brasileiros desejam o desenvolvimento, mas por terem uma baixíssima auto-estima, acham que nada daria certo neste país.
O Brasil não precisa alinhar-se a nenhum sistema, seja o presidencialismo estadunidense, seja o parlamentarismo europeu, republicano ou monárquico.
Temos nossas raízes históricas, que definem nossa própria identidade. Nenhum povo é melhor ou pior do que o brasileiro, apenas estamos atravessando uma fase de auto-depreciação que começou com o golpe de 1889.

20. O fato de uma pessoa simplesmente por nascer em uma família Real, e ganhar o direito de ser sustentada e receber inúmeros privilégios, não seria a institucionalização das diferenças sociais, e a negação da democracia?
A Chefia de Estado em uma Monarquia é uma função única, e não deve ser encarada como um favoritismo especial a uma pessoa. Ela é, na verdade, um serviço especial que um indivíduo presta à Nação. O prestígio pessoal adquirido pela função de Monarca deve-se principalmente por ele ser o representante da Nação, e não a sua personalidade particular. Quando morre um monarca, o próximo na sucessão assume imediatamente o seu lugar, porque o indivíduo morre, mas a Nação permanece.
Existe uma rejeição à hereditariedade da Realeza, que não passa de preconceito. Afinal, na república convivemos com um elitismo desenfreado, onde as elites, sem nenhuma figura “acima” delas (ou seja, sem o Monarca) formam as oligarquias, que assumem o papel de casta superior – sem nenhum mérito ou representatividade. Por exemplo, na república velha, o governo era controlado pelas ricas oligarquias dos cafeicultores. As pessoas criticam a hereditariedade da Realeza, e aceitam o elitismo ilegítimo das oligarquias.
Na monarquia, a expressão popular ocorre por meio das eleições parlamentares, que garantem total participação do povo na escolha de seus governantes, e o monarca vem a ser o ponto de equilíbrio,o qual, em sua função de coordenar e combinar as forças, garante o pleno exercício da democracia.
A existência de uma Família Imperial tem um sentido prático: a cultura familiar da Realeza, a formação dos herdeiros, que recebem no dia a dia a vivência necessária para exercer a função de Monarca. Isso inclui regras de comportamento, acompanhamento dos problemas nacionais, respeito à Tradição monárquica, e consciência do papel do Monarca como representante máximo da Pátria.
Pode-se afirmar que o Imperador é o Servidor máximo da Nação, e que sua vida contém muito mais renúncias e sacrifícios do que propriamente privilégios, e que ele não é obrigado, mas aceita cumprir essa missão voluntariamente, por amor à Pátria.

21. Como se daria a volta da Monarquia no Brasil?
Os monarquistas defendem a Restauração por meio de Plebiscito.

sábado, 22 de agosto de 2009

ENGENHEIROS DO UNIVERSO

Formatura, Colação de Grau, Missa, Culto... Solenidades!!! O fim de uma época da vida maravilhosa: a Universidade. Essa postagem é em homenagem aos meus primos: ANDERSON FELIPE RODRIGUES e FRANKLIN FILGUEIRA FELIPE, os mais novos Engenheiros Civis da família!



→ Engenheiros do Universo.

Parentes, amigos, irmãos, primos, colegas...
Não me peçam para pôr em ordem tudo isso.
Não saberia fazê-lo! Mas vocês são como uma mistura de tudo isso.
Tenho uma breve mensagem a dizer-lhes:
Tendo consciência ou não, vocês têm uma missão.
Mas não se assustem! Todos possuem uma missão.
Alguns descobrem isso logo cedo, outros quando estão na velhice,
E outros sequer descobrem. A vida tem dessas.
Mas voltemos a vocês.
Parabéns! Enfrentaram e derrotaram mais uma etapa do jogo chamado “Vida”.
Lutaram e venceram! Mas nem sempre vencer é o suficiente.
O mais importante, na verdade, é aprender.
Vencer sem ganhar experiência, é mesmo uma vitória?
Talvez o seja!
Mas há derrotas que ensinam mais do que vitórias.
O que importa é que é hora de ver o que vocês aprenderam até aqui.
Quase uma geração de vida, antropologicamente falando.
Quase vinte e cinco anos de estrada.
Aprenderam cálculo I, II, III; aprenderam misturas;
Aprenderam a lidar com números...
Aprenderam tudo isso que só de pensar
Provoca dor de cabeça em alguém da área de humanas. Meu caso!
Mas não é sobre isso que quero falar.
Falo que a hora é propícia para uma reflexão interna e intensa.
Que não precisa ser compartilhada com ninguém.
Só com vocês mesmos.
É hora, por exemplo, de ajudar a criar um mundo melhor.
Cada qual à sua forma.
Uns o farão escrevendo; outros pintando, outros ensinando,
Outros construindo...
Raul Seixas cantou certa vez sobre o Carpinteiro do Universo.
Permitam-me chamar-lhes de: “Engenheiros do Universo”.
Projetem casas, apartamentos, grandes reformas...
Mas não parem por aí.
Devolvam à natureza algo melhor do que ela entregou ao mundo.
E esta é missão muito difícil.
Edifiquem seus espíritos, ajudem a reformar o interior das outras pessoas.
Projetem caráter! Reformem o mundo.
E olha... como o mundo precisa de reformas! Mas não se preocupem.
Vocês não estarão sozinhos nessa imensa reforma.
Junto a vocês estarão os arquitetos, os poetas, os professores, os biólogos, os médicos, os nutricionistas, os cientistas, técnicos de informática, escritores, mães, pais, amigos...
Não vou mentir, não encontrarão muitos de vocês.
Mas quem prefere quantidade à qualidade?
Então, hoje, comecem uma grande obra na vida de vocês.
Conheçam-se! Construam uma ponte para atingir seus espíritos,
E um dia se darão conta de que são engenheiros de vocês mesmos!

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Engenheiro Franklin Filgueira Felipe (Lub's)


Engenheiro Anderson Felipe Rodrigues (Tronn)

sábado, 15 de agosto de 2009

ESCAPISMO

"Se, em princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela."
(Albert Einstein)
Caros leitores,
muito me honra que leiam minhas postagens, mais ainda que se deem ao trabalho de comentar algumas delas. Sempre soube que o "lado" que escolhi, ou melhor, o lado que descobri ser meu, é um lado trilhado por poucos. Um lado solitário, mas não menos belo por causa disso. Talvez até mais. Lembro que Rubem Alves escreveu certa vez que no mundo da Poesia, só se entra sozinho. Essa postagem é dedicada a um colega anônimo. Sem mais detalhes... Quem gosta de quebra-cabeças, taí um legal pra montar...
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→ ESCAPISMO

Foges da realidade, tu me dizes
E a realidade que vejo, não é a tua.
A tua é um fogo que queimou tuas diretrizes
A minha é fogo que machuca tua carne nua.

A realidade virtual é hoje realidade!
E os sonhos quando alcançados deixam de ser sonhos.
Tornam-se reais, e independente da idade
Devemos tê-los, ou seremos apenas rebanho.

Baboseiras idealizadas! Bradam aos quatro cantos!
Ai de nós se os gênios tivessem acreditado
Ai do mundo, que hoje seria quadrado!

Por fim pergunto-me, o que é um homem sem sonhos?
Eu mesmo respondo: alguém que não sabe pelo quê lutar.

Ficam numa realidade detestável e os que sonham, escapam para um melhor lugar.

(R. C. Felipe, em 08.09.2009)

domingo, 9 de agosto de 2009

11 de AGOSTO - FELIZ DIA DO ESTUDANTE!


Ser Estudante é ter problemas gigantescos,
Como não ter estudado para a prova do dia seguinte.
É querer que todos esses problemas desapareçam
E querer todos de volta quando não mais os têm.
Ser Estudante é ir feliz à escola ou à Universidade
Apenas para ver os amigos.
É ter um professor odiado e outro preferido,
É não saber que ambos farão falta quando perdidos.
Ser Estudante é ter uma matéria preferida e outra complicada
Aquela que se mata de estudar e quando vem o resultado: nada!
Por isso ser Estudante é ter colado, ao menos uma vez na vida!
Ter consciência que o futuro é agora, é característica do bom estudante,
Mas é mau estudante quem só pensa em estudar.
Acontece que a vida depois não vai parar para que se recupere a juventude.
Então ser Estudante é, principalmente, saber estudar.
Ser Estudante é ser curioso. É querer indagar! É parar pra pensar
Com a própria cabeça, pois todos podem raciocinar.
Ser Estudante é se esforçar para dar o melhor de si, sem se importar com a nota!
Uma nota não avalia um Estudante, o Estudante deve avaliar sua nota!
Pensem nisso, Estudantes!

Feliz dia do Estudante pros meus alunos!!! \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/
ps: a próxima postagem já está pronta! Acabou de ser feita na verdade, mas só não postei agora porque pensei que não vale a pena deixar o Dia do Estudante passar em branco. Mas... Aguardem...