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terça-feira, 16 de julho de 2013

PARABÉNS PRA VOCÊ!



"Parabéns a Você" (no Brasil, popularmente alterado para "Parabéns para Você" ou, mais comumente, "Parabéns pra Você") é o título em português para a canção tradicional de origem estadunidense "Happy Birthday to You", cantada nas comemorações de aniversários das pessoas, e que em 1942 teve uma letra adaptando-a no Brasil por Bertha Celeste.

A melodia de "Parabéns a Você" tem origem na canção "Good Morning to All" ("Bom dia a todos"), das irmãs e professoras norte-americanas do Kentucky, Mildred e Patricia Smith Hill, que resolveram compor uma canção para as crianças cantarem na entrada da escola. A melodia era acompanhada pela repetição do título quatro vezes. Isto ocorreu no ano de 1875.

As duas registraram a composição em 1893, até que em 1924 a composição foi publicada num livro de Robert Coleman, tendo conservado a melodia e alterado o verso para "Happy Birthday to You" ("Feliz Aniversário a Você"), versão que rapidamente se popularizou. Em 1933 Jessica Hill, irmã das verdadeiras autoras, ingressou na justiça reivindicando os direitos autorais, saindo vitoriosa.

A música chegou ao Brasil ainda cantada em inglês. Almirante, da Rádio Tupi do Rio de Janeiro, organizou em 1942 um concurso para escolher uma letra que casasse com a melodia de "Happy Birthday To You". Dentre cerca de 5 mil participantes, a vencedora escolhida pelo júri composto por imortais da Academia Brasileira de Letras foi Bertha Celeste Homem de Mello, paulista de Pindamonhangaba. Bertha, até a morte, em 1999, fazia questão de que as pessoas cantassem a letra do jeito que ela escreveu, como no excerto abaixo:
Cquote1.svg
Parabéns a você,
nesta data querida,
muita felicidade,
muitos anos de vida

Parabéns a você
nesta data querida
muita felicidade,
muitos anos de vida!
Cquote2.svg

Em 1935, Happy Birthday to You foi protegida pelos direitos autorais pela Companhia Summy, a editora de "Bom dia a todos." A nova empresa, Bétula Group Limited, foi formada para proteger e fazer valer direitos autorais da música. Em 1989, os direitos de Happy Birthday to You e seus ativos foram vendidos a Time Warner. Em março de 2004, a Warner Music Group foi vendida para um grupo de investidores liderado por Edgar Bronfman Jr. A empresa continua a insistir que não se pode cantar os "Parabéns pra Você" sem pagar royalties, incluindo em filmes, televisão, rádio, em qualquer lugar aberto ao público, ou mesmo entre um grupo onde um número significativo daqueles presentes não são familiares ou amigos de quem está tocando a música. Segundo a revista americana Forbes a execução comercial da música rende em média aos cofres da Warner, mais de 2 milhões de dólares anuais.

No Brasil, de acordo com o Art. 41 da Lei n° 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, os direitos patrimoniais do autor perduram por setenta anos contados de 1° de janeiro do ano subsequente ao de seu falecimento. A obra se tornara domínio público em 01 de janeiro de 2017, visto que último autor sobrevivente foi Patty Hillm, que morreu em 25 de maio de 1946. O mesmo caso se aplica na União Européia, o direito autoral tem a duração de vida do autor mais 70 anos, portanto os direitos autorais desses países expiram em 31 de dezembro de 2016.

 Já nos Estados Unidos, essa regra não se aplica a todos os trabalhos publicados antes de 1978, a duração dos direitos autorais está vinculado exclusivamente à data de publicação, que são de 95 anos de acordo com a lei Copyright Term Extension Act, vigente naquele país, passando para domínio público somente após o ano de 2030.
 
No Brasil é costume declarar o seguinte bordão após cantar esta música ao aniversariante:
Cquote1.svg É pique, é pique. é pique, é pique, é pique! é hora, é hora. é hora, é hora, é hora! rá-tim-bum Cquote2.svg

Uma das possíveis origens para este bordão é o ambiente acadêmico da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, cujos estudantes eram convidados para festas de aniversário e utilizavam os seus bordões de costume para animá-las. O bordão é uma colagem de diversos outros bordões usados pelos estudantes, como pic-pic referindo-se a um dos estudantes que mantinha consigo uma tesoura para aparar a barba e o bigode e rá-tim-bum que teria se originado do nome Timbum de um rajá indiano que teria visitado a faculdade.

Atualmente em algumas regiões do Brasil, a canção se estende como abaixo utilizando a melodia da "Marcha Nupcial" de Richard Wagner:

Já tinham percebido isso?
Postagem dedicada à amiga Marília dos Anjos, que hoje completa mais um aninho de vida! :)

Obs: Artigo retirado da Wikipédia.




















































domingo, 7 de julho de 2013

PRECISO VOLTAR A ESCREVER POESIA


Saudações pessoal, como vão?

Aqui e acolá me pego pensando como eu deveria escrever mais poesia. Aos 14 anos escrevi as primeiras, depois dei uma longa pausa e aos 18, mais ou menos, recomecei. Dos 19 aos 23 foi, digamos, a "época de ouro" em termos de quantidade. A qualidade ia melhorando aos poucos. Mas desde 2009, mais ou menos, venho escrevendo pouco...

Hoje dei-me conta que já se passara três meses da última escrita... :(
Foi então que decidi retomar a escrita. Um dia inteiro de chuva e a música La Vita è Adesso, interpretada por Renato Russo, foram suficientes para escrever alguns versinhos. Versos que gostei e que já os guardei em segurança. Poesias são como filhos. Saem de dentro de nós, mas em algum momento, é interessante expô-los ao mundo. Talvez ajude outras pessoas. Se puderem gerar um sorriso, uma reflexão, ou mesmo um momento de fantasia em meio a realidade por vezes feia do cotidiano, já terão valido a pena serem apresentados. A própria sensação de lê-los (os versos) já valem a pena ao autor. Ao menos comigo é assim.

Não é a primeira vez que passo um tempo sem escrever... não é a primeira vez que vou prometer a mim mesmo escrever com mais frequência... Mas só me resta tentar.

Continuem acompanhando o Sensei Que Nada Sei! Boa semana a todos!

Abaixo, um vídeo com a música que sempre me inspira... Quem sabe vocês também não gostam.


domingo, 30 de junho de 2013

ATÉ QUANDO?


Saudações, compatriotas... saudações!

Sei que esta postagem já deveria ter saído devido aos últimos acontecimentos no Brasil, mas aqui está ela! Tomarei a liberdade de fazer alguns comentários a respeito da nossa situação. Algo bem simples e opinião pessoal mesmo, visto que este é justamente isso: um Blog pessoal. Um cantinho onde eu posso compartilhar meus pensamentos.

No último mês de maio, revoltas contra o aumento das passagens de ônibus começaram a surgir em várias cidades do Brasil. Algo que, até então, eram apenas a junção de pessoas insatisfeitas com a qualidade dos transportes coletivos e com o aumento considerado abusivo dos preços das passagens. A sociedade se dividiu um pouco sobre a opinião desses protestos: uma parte o apoiava. Achava justo a luta pelas melhorias. Outra parte não apoiavam A FORMA como os protestos estavam sendo feitos, pois fechavam importantes avenidas atrapalhando o direito de ir e vir de outros. Para essa parcela, era uma luta por direitos que terminava por abusar de outros. Minha opinião? Eu achava os protestos válidos, mas não da forma como estava sendo feitos. Não tirando o direito à locomoção das outras pessoas. Achei que os protestos poderiam ser feitos de outras formas, como, por exemplo, próximo aos órgãos responsáveis por aquela situação.

Os manifestantes começaram a ser hostilizados pela mídia tal qual os protestos pelo país. Não que só tivesse vândalos, claro que não, mas em uma multidão, sempre aparecerão oportunistas. Pessoas de má fé. Isso não quer dizer que não seja um problema, que fique claro.

Eis que surge o dia  17 de junho de 2013. Nesse dia, lembro de ter comentado com uma das minhas turmas de 2ª Série a minha opinião sobre as manifestações que estavam ocorrendo por várias cidades (das quais Natal foi pioneira, fato lembrado, inclusive, pelo The New York Times). Minha opinião era e é a mesma: aquelas pessoas até o momento do meu discurso lutavam por causa dos R$0,20. Dizer que os vinte centavos tinha sido a gota d'água foi um tiro no escuro que deu certo. Digo que era por causa dos vinte centavos, pois se os governos abaixassem a tarifa do ônibus, todos voltariam para suas casas felizes e sorridentes com o sentimento de dever cumprido. E SÓ!

Mas cada vez mais os protestos iam crescendo, cada vez menos se via bandeiras partidárias (mostrando que as reclamações estavam começando a se tornar mais consistentes), cada vez mais viam-se cartazes pela saúde, educação e contra medidas dos parlamentares por todo o Brasil... É meus amigos... de um dia para o outro, as manifestações tomaram proporções inimagináveis para a realidade do Brasil atual. Naquela mesma segunda de meu discurso (cuja opinião mantenho, pois a coisa mudou a partir daquele dia - e eu não teria nenhum problema em mudar de opinião se fosse o caso), eu vi uma imagem do protesto em Brasília. Milhares de manifestantes tomaram o lado de fora do Congresso Nacional! Este foi um marco, foi um símbolo... a partir daí o movimento saiu da ideia dos R$0,20 e incorporou toda a insatisfação de milhões de brasileiros... Agora sim! "Não é só pelos vinte centavos!"



Voltando um pouco no tempo... em 2001 eu cursava a 1ª Série do Ensino Médio, tinha 15 anos e estudava no CDF Colégio e Curso, unidade da Deodoro. Lembro-me que ouvimos, num certo dia, alguns rumores sobre algo que havia acontecido nos Estados Unidos. Não tínhamos grande informações, pois naquela época (tão próxima e tão distante), numa sala com 45 alunos, apenas uns 10 tinham celular, e seus celulares não acessavam a internet... Redes Sociais? O máximo que se tinha era um mIRC, icq ou MSN. As informações não eram tão rápidas quanto hoje. Ao sair da escola e entrar no carro, meu pai comentou sobre aviões terem atingido prédios lá nos EUA. Era o dia 11 de setembro de 2001. Ao chegar em casa e ver aquelas cenas na televisão, senti algo estranho. Foi a primeira vez que tive consciência que algo que eu vivenciava estaria nos livros de História. E de fato, hoje como Professor de História, sei que estava certo.

Mas o que os atentados ao World Trade Center têm a ver com os protestos no Brasil? Bem... posso dizer que ao ver a imagem do lado de fora do Congresso Nacional tomado por pessoas que reivindicavam um Brasil melhor, senti a mesma sensação de quase doze anos atrás... Ao ver aqueles vídeos ao vivo, sabia que aquele momento estaria nos livros de História! E estarão!

De fato, a população começou a se organizar e a sair nas ruas de forma atípica para o brasileiro. Não se via manifestações desse naipe desde, arrisco dizer, o impeachment de Collor (por mais que eu não acredite que foram os "caras pintadas" que tiraram Collor do poder). As reuniões em várias cidades começaram a juntar 30, 50, 100, 300 mil pessoas. E foi a partir desse momento que a mídia mudou o seu discurso. Falavam em vândalos, noticiavam apenas depredações, e agora anunciavam aos quatro cantos, de uma forma ridiculamente repetitiva, que a MINORIA estava produzindo atos de vandalismo, e que o movimento era legítimo e democrático. Reitero que não existe problema em mudar de opinião... não se essa mudança é genuína. Não parece ser o caso das mídias, pois nos protestos anteriores também eram as minorias que praticavam atos de vandalismo e quebra-quebra. Agora, tentando ficar "do lado" dos manifestantes, as redes de televisão passaram a apoiar a causa. Exigia-se muita coisa agora e um alvo se tornou fácil: A COPA (do Mundo e das Confederações).

Mudança de discurso da mídia.

Muitas pessoas acreditam na ideia de sincronismo... de empatia. Talvez isso esteja acontecendo no momento aqui no país. Talvez... Só o tempo poderá confirmar. As manifestações poderiam ter ocorrido a qualquer momento, pois "gota d'água" é que não faltou para isso. Os protestos começaram a tomar proporções gigantes bem no momento em que o Brasil passa pela Copa das Confederações (uma espécie de ensaio para a Copa do Mundo de Futebol). Ou seja, toda a imprensa mundial está ligada no Brasil. As manifestações, então, ganharam os jornais de todo o mundo. Na América, Europa, África, Ásia e Oceania, os jornais mostravam um pouco da insatisfação dos brasileiros em relação ... a TUDO. Vários brasileiros radicados noutros países começaram, também, a mandar seus protestos, sejam por vídeos no YouTube, sejam por pequenas passeatas e cartazes diretamente das cidades em que moram. Algumas imagens seguem abaixo (só algumas, pois não teria espaço neste blog para postar tantas imagens de cidades pelo mundo onde brasileiros apoiaram os que cá estão. Fotos retiradas do site Globo.com)

 Atenas (Grécia)

 Berlim (Alemanha)

 Florença (Itália)

 Glasgow (Escócia)

 Haia (Holanda)

 Kingston (Canadá)

 La Coruña (Espanha)

 Londres (Inglaterra)

 Milão (Itália)

 Munique (Alemanha)

 Paris (França)

Sidney (Austrália)

E aqui, dois dos principais vídeos gravados por brasileiros
explicando ao mundo o que está acontecendo no Brasil.







Ou seja, o Brasil realmente ficou em destaque em todo o mundo. Expressões como "O Gigante Acordou", "Primavera Brasileira", começaram a bombardear os trending topics do Twitter e cada vez mais, em incontáveis cidades do país, as manifestações se tornaram grandes e frequentes. Agora exige-se tudo! Cada qual que utilizasse sua criatividade para fazer cartazes chamativos!

A presidente Dilma Rousseff sofreu na pele a gravidade da situação ao ter sido vaiada na abertura da Copa das Confederações e, mais recentemente, confirmar sua ausência na final do torneio (que acontece hoje no Maracanã). As primeiras vitórias começaram a surgir. Depois de muita resistência, as cidades que aumentaram o preço das passagens, ou a maioria delas, voltaram atrás em seus aumentos. Segundo especialistas, demoraram demais a fazê-lo, contribuindo assim, para a continuidade dos protestos. Mesmo assim, a vitória foi sentida. Mas não parou por aí. Na surdina, a PEC 37 (motivo de muita reclamação dos brasileiros) foi rapidamente votada e rejeitada pelos parlamentares, que numa imagem que causa ânsia, pareciam felizes por "representarem a vontade dos brasileiros". Outra vitória foi a prisão do deputado de RO Natan Donadan, condenado a mais de 13 anos de prisão pelo STF por peculato e formação de quadrilha. Outras vitórias ocorreram pelo país, mas a população não está satisfeita.

Os protestos, mesmo depois de duas semanas, ainda acontecem, mas estão um pouco mais raros. Outros ainda estão sendo programados. E o medo agora é dos próximos passos. Grupos debatem pelas redes sociais a proposta de plebiscito do governo e o referendo, defendido pela suposta oposição. Para muitos, o plebiscito é a preparação de uma espécie de golpe, pois a população decidirá se a reforma política vai sair. Respondendo que "SIM", os parlamentares terão democraticamente o aval para fazer a reforma como entenderem. Já a ideia de referendo submeteria a reforma política feita para avaliação popular (o que, na minha opinião, é muito mais interessante).

É difícil, no momento, saber quais são os próximos acontecimentos. Por isso essa postagem se encerra aqui. Mas quem sabe não volto a escrever após um mês ou menos (ou mais)? Vamos apenas torcer e agir para que tudo aconteça da melhor forma possível para o Brasil.
Em meio a tanta coisa acontecendo, ainda que não
concorde com 100% do que é dito, não consigo imaginar trilha sonora melhor
doque a do Gabriel, O Pensador: Até Quando?

segunda-feira, 24 de junho de 2013

FOGUEIRA DA MINHA ALMA



Fogueira da Minha Alma.

    Fogueira que queima, fogueira viva
    Queima o ódio de meu gélido coração
    Transforma em cinzas o horror que me domina
    Transforma o meu negro instinto em clara razão.

    Fogueira que arde, fogueira mística
    Que dá brilho aos meus olhos na escuridão
    Mostra-me o caminho em meio a forte neblina
    Ilumina a trilha à frente, onde meus sonhos são em vão.

    Fogueira a qual joguei fora meus sentimentos
    Queima minhas más lembranças, uma a uma
    Deixa por fim as brasas de meus pensamentos
    Morrerem aos poucos sob vigilância tua.

    Fogueira morta, agora sem brilho
    Diante de tuas cinzas minha lembrança ressuscitou
    Quando tu queimavas me causava fascínio
    Agora que estás morta, tenho de volta minha dor.

Em noite de São João, anos atrás...

domingo, 16 de junho de 2013

AMOR EM TEMPOS DE CÓLERA


Algo está diferente na sociedade!

Coisas estão acontecendo...

E como não quero tornar sua vida ainda mais agitada, em tempos difíceis, uma poesia sublime... Que tem em si o que há de mais alto...

Tenham uma boa semana!
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
 
- Luís Vaz de Camões