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terça-feira, 1 de outubro de 2013

ERA UMA VEZ... (Texto de Henrique Júnior)

OBS: Este texto é do nobre irmão Henrique Rodrigues de Oliveira Júnior, e está sendo publicado neste Blog por passar algo em palavras que eu acredito piamente, e pela minha incapacidade de transmitir algo semelhante através de minhas palavras. Boa Leitura! (Publicação feita originalmente no nosso antigo Blog "O Fio da Katana", em 05 de julho de 2010)

ERA UMA VEZ um tempo: o tempo do "Era uma vez...". Neste tempo, hoje aparentemente tão distante, e quase irreal ao ponto de quase tornar-se também um mito, as pessoas se ocupavam mais com os livros, e estes eram grandes objetos de poder. De fato, os livros eram singularmente poderosos, e possuíam magia própria: eram como portais entre o mundo da fantasia e o mundo real.


Lembro-me bem que vivi aqueles dias. Hoje estas recordações possuem sabor de sonhos bons, quase esquecidos. Lembro-me dos livros de capa dura e dos desenhos que ilustravam as histórias. As páginas sempre funcionavam em par: imagem em uma, narrativa em outra. Lembro-me também dos diminutos LPs coloridos que nada mais eram que as histórias contadas e cantadas, interpretadas por atores que se tornavam, para as crianças que as ouviam, os próprios personagens. O sonho, então, tornava-se ainda mais vívido e real: eles tinham vozes, portanto, eram reais!

Lembro-me que vieram, então, os filmes. Desenhos animados em longas metragens. Primeiro, na tela dos cinemas. Depois, na tela da televisão. Posteriormente, ainda na tela da televisão, mas promovidos pela tecnologia do VHS.


Um dos personagens que mais me encantou foi o Pequeno Nemo, do filme  "Little Nemo In Slumberland". Para minha extrema infelicidade, não se acha mais este filme em lugar algum (salvo alguns trechos no youtube). Mas, como eu dizia, tal foi minha identificação com este magnífico personagem, que eu mesmo me via, e me vejo até os dias de hoje, como um "Pequeno Nemo": o mundo dos sonhos, para mim, chega a ser tão ou mais real que o famigerado "mundo real"... E eu me transporto com grande facilidade para este mundo, e nele encontro um tipo de felicidade que não pertence ao mundo convencional. Foi ao ter contato com a história do Pequeno Nemo que vislumbrei, pela primeira vez, como seria bom ter o poder de transportar-se, totalmente, e completamente, para o Mundo dos Sonhos, de modo a poder viver o meu próprio Conto de Fadas.

Hoje, quando penso em minha vida, rememorando os dias de infância, tão agradáveis que vivem na memória com a nitidez do ontem, sinto que ela também tem um tom de "era uma vez". Era uma vez o LP. Era uma vez o VHS. Era uma vez uma TV sem controle remoto. Era uma vez livros de Contos de Fadas lidos em família, em noites especiais, quando todos estavam em casa: pai, mãe - as vezes avô e avó - e filhos. Quanto mais penso nestes dias, tanto mais comparo com o que se tem nos dias de hoje. Quando estas comparações ocorrem, não deixo de me ver como felizardo, e de lamentar pelos jovens e infantes de hoje.

Eu fui criança (e talvez ainda seja). Tive brinquedos e jogos, mas acima de tudo, tive sonhos. E muitos da minha geração também foram assim. Nós, que ontem fomos os "adultos do amanhã", já somos adultos, mas boa parte de nós ainda preserva seus sonhos e fantasias. Ainda se encanta e ainda sonha. Mas, e a geração de hoje? Como estão?


Parece-me que ela, a geração de crianças e jovens de hoje em dia, não possuem esta oportunidade - ou dela não se aproveitam bem, e quanto mais os dias se passam, mais ela se torna uma oportunidade prematuramente perdida. A beleza poética que existia nos Contos de Fadas fora, paulatina e progressivamente, substituída pela ação rápida e enervante e pela torrente de violência gratuita de aventuras drásticas e pouco dramáticas.


Adoro artes marciais, e adoro ação. Mas gosto muito mais delas quando acompanhadas de um drama e de uma trama à moda de "Heroi", estreado por Jet Li em 2002. Sou uma pessoa à moda antiga: o romance dramático é o tempero de minha alma, e nada me agrada mais do que o eterno "clichê" de uma luta por amor, por honra, ou por dever. Neste ínterim, gosto de sentir a evolução do universo interno do personagem, pois eu mesmo cresço junto com ele, e no fim, eu e ele somos um, e o espectador se dissolve no personagem heroico, e o herói se dissolve no espectador sonhador.

E talvez seja justamente isto que dê, às gerações que sucedem a minha, alguma esperança.


O desejo pelo "mágico", pelo "místico" e pelo "sobrenatural" existe e sobrevive no íntimo de cada ser. Os sinais são evidentes e notórios. Basta observar a crescente safra de histórias e contos fantásticos que surgem. A fantasia do ocidente encontra-se com a do oriente. Hoje os HQ's se confundem com Mangás e os Desenhos Animados com Animes. Os mitos e lendas de povos distantes ganham vida, com direito a imagens dinâmicas e sons vívidos, nas telas dos cinemas e da televisão. Os jogos eletrônicos se desdobram em milhares e milhares de personagens, para todos os gostos, cada um mais mirabolante e fantástico que os outros. Naruto que o diga...


Há quem diga, é claro, que estas coisas todas não são legítimos "Contos de Fadas". Que são arremedos apenas. Mas então, pergunto-me: que são os "Contos de Fadas"? Não se trata de modo algum de uma apologia à Disney. Não foi ela quem criou os Contos de Fadas, nem detêm qualquer monopólio sobre estes. Os Contos de Fadas são universais, desconhecem as fronteiras do tempo e do espaço, não se esgotam e não saem de moda. São, ao contrário, cada vez mais modernos e atraentes. Sabe-se que há estudos Acadêmicos de grande seriedade que se ocupam com os Contos de Fadas, e que a própria filosofia, bem como tantas e tantas correntes psicológicas, estudam estes textos, mas a verdade, a Grande Verdade é bem simples e modesta: os Contos de Fadas são momentos de inspiração que se perpetuam e se transmitem de pessoa à pessoa.

Personagens que lutam contra maldições como o vampirismo ou a licantropia. Personagens que buscam a si mesmos, numa jornada épica. Personagens que lutam contra o destino, ou que tentam dar-lhe realização. Magos e bruxas, bestas demoníacas e armas encantadas, fadas e animais falantes. E, no fim, um ato heroico que desdobra-se na maior das realizações pessoais de cada personagem, sendo que, na maioria das vezes, o desejo deles faz eco aos nossos: estar com o ser amado e com ele viver "feliz para sempre". E toda vez que adentramos no universo de um Conto de Fadas qualquer, acabamos por nos inspirar neles, e por eles.

Ah, a inspiração...



"A Bela Adormecida" é fruto de inspiração, e veio da mesma fonte que "O Senhor dos Aneis". "Branca de Neve e os Sete Anões" foi em seu tempo fruto de inspiração, tanto quanto Harry Potter o é nos dias de hoje. "Peter Pan" é fruto de uma inspiração de um ser humano, e do mesmo modo o "Avatar - a lenda de Aang" também é. O "Sonho de uma noite de verão" e "O Pequeno Príncipe" também. Os exemplos são infindáveis, e cada vez surgem mais. E cada um deles dá, a quem o lê com o coração, iguais momentos de inspiração. E de quem se inspira e cria, a quem vê e se inspira, a inspiração é sempre a mesma. A magia permanece intacta. A diferença é que, nos Contos de Fadas há uma história, há uma trama, há  questão moral implícita, e há além e acima disto tudo, a inocência, a magia, a beleza e a sedução que lhe são próprios.


Talvez seja verdade que os filmes de hoje, as tantas histórias em quadrinhos e mangás, desenhos e animes, games e tudo mais, não se comparem em estilo e categoria com os "verdadeiros" Contos de Fadas. Mas creio que, se eles possuem o poder de encantar e de fazer sonhar, e se trazem boas histórias, e se possuem uma trama interessante, e se trabalham com questões morais, implícitas ou não, então possuem tudo para serem, para alguém de espírito sensível, mente fértil e criatividade ativa, um excelente Conto de Fadas.

Vida longa aos personagens de Contos de Fadas, os bons e os maus. Que eles continuem a encantar e impressionar. Que continuem à entreter e ensinar. Que continuem a movimentar sonhos e esperanças. Afinal de contas, o que nos diferencia das máquinas talvez seja, numa simples expressão coloquial e um tanto quanto lírica, o poder de sonhar.

Pensamentos sectaristas não me agradam. Não devemos nos ater à extremos, tampouco devemos ser isolacionistas: ou só isto, ou só aquilo. Se temos tantas alternativas ao exercício da imaginação, e se nada nos impede de utilizarmos a todos, então, que os utilizemos todos, sem qualquer distinção. Entretanto, a bem da verdade, está faltando um pouco do bom e velho "Conto de Fadas", publicado e com imagens, na vida de nossos infantes e jovens. Enquanto preservarmos e usufruirmos do "poder de sonhar", permitiremos que nosso próprio viver torne-se um conto de fadas. Mas sonhar, apenas, não dá: é preciso sonhar com qualidade.


Creio eu que quando nossos sonhos e nossas vidas se tornarem sinônimas, então sim, poderemos ser, verdadeiramente, "Felizes para Sempre"!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

DOAR É A MELHOR COMUNICAÇÃO


Não importa o que se está doando... Doar é um gesto muito bonito. 

Doar sangue, doar tempo, doar palavras, doar alimentos, doar sonhos...

Se o mundo fosse mais solidário, talvez as pessoas pudessem ter um pouco mais de dignidade!

Uma postagem simples, mas de bastante reflexão!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

RISO SOLTO E CONVERSA SÉRIA



Riso solto e conversa séria:
Somos nós!
E apesar do tempo correr,
Somos espíritos cúmplices.
Dessas almas que não precisam de muito
Para se reconhecerem no Cosmos.
Seres destes que cuidam à distância,
Que amam sem querer nada em troca,
Que sorriem ao mais longínquo sinal de (re)encontros.
Somos a definição de Amizade,
Somos os próprios sonhos,
Somos o inteiro, dividido em preciosas partes.
E quanto mais tempo passamos juntos,
Mais tempo precisamos juntos...
Pois assim somos nós.


terça-feira, 10 de setembro de 2013

ENSINO MÉDIO



O Ensino Médio é, sem dúvida, uma das melhores fases de nossa vida! Tão bom quanto a Universidade, mas cada qual com suas peculiaridades. Quem já passou pelo Ensino Médio (e passou bem por ele), sabe do que estou falando.

Neste ano de 2013, o meu Pré (3ª Série) faz dez anos. E como passou rápido. Parece que foi ontem as despedidas, aulas da saudade, formatura... Promessas diversas e não cumpridas, principalmente devido à nossa ainda inexperiência perante as intempéries da vida. "Amigos para sempre", "Vou te ligar todo dia", "Vamos nos ver toda semana"... Essas são só algumas que não puderam ser cumpridas com excelência. Muitos consideram isso triste, mas de fato não é, pelo simples fato de que naturalmente vamos nos desvinculando uns dos outros. Não há dor. Não é como o parto que é separar-se da rotina de ver todos os seus amigos todos os dias da semana pela manhã. Este sim, é um processo mais doloroso. Mas o tempo é o melhor remédio e ele usa bem suas dosagens...

O meu Ensino Médio foi bastante feliz e proveitoso. Conheci pessoas maravilhosas e professores inspiradores. É claro que nem tudo é um mar de rosas. Foi uma época difícil, como o é para quase todos os adolescentes. Algumas crises existenciais que devem ser normais para a época. Mas cá estou, dez anos depois, inteiro! Sobrevivi! :)

Uma das melhores coisas que consegui ao me tornar Professor, foi o contato com os que fazem o Ensino Médio hoje. Algumas coisas são um pouco diferentes, como o próprio respeito pelos mestres. Na época tínhamos sim, grande "peças raras", mas hoje elas parecem ser mais frequentes e cheia de direitos. Desconhecem seus deveres. Mas não é deles que quero falar. A possibilidade de conhecer tanta gente boa compensa tanta coisa... Mantém a juventude em dia... Mantém meu Espírito alegre. Ajudá-los de alguma maneira nessa época difícil, é uma das minhas coisas preferidas. Alguns até se tornam amigos e amigas pessoais quando encerram esse ciclo do EM. Mas dizem que melhor do que fazer novos amigos, é manter os antigos, não? Pois permitam-me...

Fiz ótimos amigos desde o ano de 2001 até 2003 (anos do meu EM). As Redes Sociais permitiram uma reaproximação interessante. Posso saber por onde andam e o que fazem. Marcar encontros ficaram pretensamente mais fáceis, apesar do grande vilão dos encontros: a correria do dia a dia.

Estou certo de que é muito difícil manter os amigos que conhecemos no EM por toda a vida. Por incrível que pareça, tenho mais amigos do Ensino Fundamental do que do Ensino Médio. De todo o meu EM, de tantos que estudaram comigo e que dividiram muitos momentos de alegria, gostaria de citar dois em especial. Duas pessoas que nem a distância nem o tempo conseguiram nos separar.

Eis um pequeno segredo. A postagem não é pensada para ser sobre o Ensino Médio, mas sim uma homenagem a esses dois irmãos que a Vida me deu a oportunidade de conhecer. Tudo que escrevi até o momento, foi só para chegar aos nomes de Miguel e Egilson. E por que falar deles hoje? Bem... Porque estamos bem no meio de duas datas importantes: ontem, dia 09.09, foi aniversário de Egilson (ou Harry, se preferirem), e amanhã, 11.09 é aniversário de Miguel.

Pois esta postagem é para dizer o quanto tenho apreço pela amizade/irmandade desses dois! Não são apenas dois bons amigos ou dois irmãos. São pessoas de caráter, de boa índole, de boa alma e de Espírito em consonância com o meu. São coisas difíceis de explicar, mas se você tem alguém assim perto de você nos momentos de sua vida, você pode se considerar muito feliz.

Que Deus abençoe suas vidas, rapazes! Que Ele nos permita viver muito e muito mais, sendo suporte uns dos outros e aproveitando cada minuto. Que aqueles jovens garotos de 15 e 14 anos que se encontraram quase treze anos atrás, consigam continuar a viver dentro de nós mesmos, pois nos perder deles, é perder o que temos de melhor. Obrigado pelos tantos momentos de alegria juntos e por compartilharem parte da tristeza de vocês, que se torna também a minha. Vi hoje que ser solidário, é guardar a própria dor para cuidar da do outro. E sei que fazemos isso uns pelos outros. 

Simplesmente obrigado por vocês existirem. E principalmente, por serem quem são. Pois ainda que não tivéssemos nos conhecido, a simples existência de pessoas como vocês fazem do mundo um lugar melhor.

Feliz Aniversário aos dois! :)

2002

2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A MULHER POR TRÁS DA INDEPENDÊNCIA

Imperatriz D. Leopoldina
1ª Mulher a governar o Brasil

Saudações caros leitores!

Nascida em Viena, Áustria, em 1797, Carolina Josefa Leopoldina Francisca Fernanda de Habsburgo-Lorena foi arquiduquesa da Áustria, Imperatriz Consorte do Brasil e, durante oito dias, Rainha Consorte de Portugal. Esposa do nosso primeiro Imperador, D. Pedro, foi mãe do nosso segundo Imperador, mas morreu quando ele ainda era um bebê.

A nossa História esquece de forma vergonhosa de tal personalidade. Uma austríaca que amou o Brasil muito mais do que muitos brasileiros de outrora e de hoje. A mulher por trás do mais importante fato de nossa História: nossa Independência! Aproveitando o ensejo da Semana da Pátria, bem como do dia de hoje (02 de setembro), veio a ideia de criar esta postagem.

Uma mulher bondosa, exemplo de vida cristã e que fez de tudo pelo Brasil. Foi quem idealizou a Bandeira Nacional - o Verde indica a Casa Real dos Bragança e o Dourado (amarelo) indicava sua própria Casa Real, dos Habsburgo - e quem incentivou a independência do nosso País. Segundo muitos, foi decisiva nessa questão.

Vasconcelos Drummond, um dos políticos e diplomatas que se destacaria no processo de Independência do Brasil, afirmou: "Fui testemunha ocular, e posso asseverar aos contemporâneos que a Princesa Leopoldina cooperou vivamente, dentro e fora do país, para a independência do Brasil. Debaixo desse ponto de vista, o Brasil deve à sua memória gratidão eterna."

Com a volta da Família Real Portuguesa para Portugal, em 1821, D. Pedro ficou no Brasil como Príncipe Regente. Em meio à agitação política que o Brasil passava, eram perceptíveis os sinais de uma unidade nacional se construindo. Portugueses e brasileiros estavam em pé de guerra. D. Leopoldina exerceu a Regência confiada ao seu marido em 13 de agosto de 1822, quando D. Pedro lhe nomeou Chefe de Conselho de Estado e Regente Interina do Brasil, com poderes legais para governar o Brasil, e a partir disso, ele partiu para São Paulo para tentar apaziguar os ânimos por lá.

Em dois de setembro de 1822, sabendo que Portugal exigia a volta de D. Pedro ao seu país de origem, D. Leopoldina reúne o Conselho de Estado e assina o decreto de Independência, declarando o Brasil separado de Portugal. Ela envia uma carta ao seu marido onde adverte enfaticamente: "O pomo está maduro, colha-o já, senão apodrece." Depois disso veio o Grito do Ipiranga!
D. Leopoldina assinando o decreto da Independência!

Assim que D. Pedro proclamou a Independência, quem estava no cargo máximo da Nação era D. Leopoldina, sendo assim não só a primeira mulher, mas a primeira pessoa a governar o Brasil independente.

Juramento da Imperatriz à Constituição do Brasil de 1824

Outro caso pouco comentado na nossa História, foi a hipótese levantada de que o povo brasileiro preferia que D. Pedro I abdicasse em favor de sua filha e que D. Leopoldina fosse Imperatriz governante até a maioridade da filha, mas a proposta foi considerada indecorosa por ela.

Fez muita caridade anonimamente e chegou a vender pertences para ajudar os mais necessitados.

Seus momentos finais foram sofridos devido aos casos de traição de seu esposo, D. Pedro I, que chegou a ter uma filha fora do casamento com sua amante Domitila. Entretanto, por causa das pesquisas recentes feitas pela arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel, caiu por terra a tese de que D. Leopoldina teria morrido por causa de uma briga com D. Pedro I. Ela não apresentava mostras de tal fato.

Sua morte causou comoção nacional e muitas foram as lágrimas derramadas por ela.

Que a Mãe da Nação possa ser mais difundida entre os brasileiros, pois temos personalidades e ícones na nossa História, mas pessoas querem nos fazer esquecê-los, pois eles têm uma razão para isso! Quem ama, cuida. Não se cuida o que não se conhece... Que conheçamos o nosso Brasil, para podermos amá-lo e cuidá-lo.

Obrigado D. Leopoldina! Sou grato a ti por tudo que fez por nós!

Fica um vídeo/documentário sobre a vida da Imperatriz. Um tanto antigo, mas interessante.