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terça-feira, 12 de novembro de 2013

DICA DE FILME: MEU PÉ DE LARANJA LIMA


É bem verdade que muitos não gostam muito do cinema brasileiro. Muitos torcem o nariz para produções nacionais, por não serem, talvez, tão atrativas quando às produções hollywoodianas. Mas também é bem verdade que, não de hoje, alguns filmes brasileiros vem surpreendendo o seu público, com roteiros cada vez melhores adaptados, efeitos especiais mais caprichosos e até mesmo animações. Hoje, vou falar de um filme baseado em uma grande obra literária: Meu Pé de Laranja Lima.

Fui assistir ao filme no cinema após ter visto o trailer. O trailer já vendia tão bem a película que eu sequer queria terminar de vê-lo para não estragar a surpresa da história, pois eu ainda não li o livro (mas agora lerei).

A história do garoto Zezé é muito bonita e dramática. Tido como um dos mais "arteiros" meninos da região onde mora, dizem que ele tem até o 'diabo no couro'. Sua vida começa a mudar quando ele conhece o Manuel (o Portuga), um velho homem que começa a manter uma relação paternal com o garoto. Portuga parece ser o único que o entende. Senão o único, um dos poucos, já que a irmã de Zezé é a única na família que o apoia e o protege.

Não contarei a história completa aqui. Convido o leitor à assistir essa obra prima da literatura na telinha. A história me comoveu bastante e arrancou lágrimas em alguns momentos do filme. É bom saber que os filmes brasileiros estão ficando cada vez melhores! 

Segue a ficha técnica do filme e o trailer (Youtube).
Ficha Técnica
Gênero: Drama
Direção: Marcos Bernstein
Roteiro: Marcos Bernstein, Melanie Dimantas
Elenco: Caco Ciocler, Eduardo Dascar, Emiliano Querioz, Fernanda Vianna, João Guilherme Ávila, José de Abreu
Produção: Katia Machado
Fotografia: Gustavo Hadba
Trilha Sonora: Armand Amar
Duração: 97 min.


sábado, 2 de novembro de 2013

. . .


...

E se fosse a tua, minha?
Pois a minha é tua e de mais alguns,
Não vou mentir...
Estás perto,
Estás longe,
E não estás!

Conte-me algo de novo,
Qualquer coisa.
Uma palavra seria reconfortante,
Um sorriso seria um sonho,
E um abraço... ahh, um abraço!

Flores.
Dos mais variados perfumes,
Tenho flores em mãos.
Para ti.

Tenho, junto às flores,
Palavras não ditas,
Promessas não cumpridas,
Planos não terminados.
Tenho dores.

Mesmo tendo estes versos,
Tenho silêncios.
Tenho olhos fechados
E lágrimas que escorrem...
Tenho lábios trêmulos.

Tenho tudo lá fora,
Mas certo vazio por dentro.
Adentro o mundo dos sonhos,
E tenho a ti.

O mais que tenho...
É saudade...


Aos meus, que sempre serão meus...

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O QUE ME INSPIROU



Dizem que toda longa caminhada começa com um primeiro passo...

Há alguns anos escrevo poemas. Isso não é segredo para muitos, mas realmente alguns outros não sabem. Engraçado que o que me motivou a começar a escrever foi um outro escrito. Certa vez, quando eu estava num cursinho assistindo aula, estava lendo um quadrinho (acho que do Wolverine) e ao final da revista havia um poema. Um bonito poema em inglês e sua tradução feita por José Paulo Paes. O autor? William Blake, pintor e poeta inglês.

Nesta postagem então, deixo minha homenagem ao homem (nascido no século XVIII) que, com suas palavras, me incentivou a escrever. Hoje, já são mais de 400 poesias de minha autoria (claro que nem tudo presta, rsrs, mas tem umas que se salvam!). Segue o poema original e sua tradução!


→  The Tyger.

(William Blake)

Tyger! Tyger! Burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symetry?

In what distant deeps or skies
Burnt the fire of thine eyes?
On what wing dare he aspire?
What the hand dare seize the fire?

And what shoulder, and what art,
Could twist the sinews of thy heart?
And when thy heart began to beat,
What dread hand? And what dread feet?

What the hemmer? What the chain?
In what furnace was thy brain?
What the anvil? What dread grasp
Dare its deadly terrors clasp?
When the stars threw down their spears,
And water'd heaven with their tears,
Did he smile his work to see?
Did he who made the Lamb make thee?

Tyger! Tyger! Burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Dare frame thy fearful symmetry?

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→  O Tigre.
(Tradução por:José Paulo Paes)

Tigre! Tigre! Viva chama
Que as florestas da noite inflama
Que olho ou mão imortal podia
Traçar-te a horrível simetria?

Em que abismo ou longe céu ardeu
O fogo dos olhos teus?
Com que asas ousou ele o vôo?
Que mão ousou pegar o fogo?

Que arte e braço pôde então
Torcer-te as fibras do coração?
Quando ele já estava batendo,
Que mão e que pés horrendos?

Que cadeia? Que martelo,
Que fornalha teve o teu cérebro?
Que bigorna? Que tenaz
Pegou-lhe os horrendos mortais?

Quando os astros alancearam
O céu e em pranto o banharam,
Sorriu ele ao ver seu feito?
Fez-te quem fez o Cordeiro?

Tigre! Tigre! viva chama
Que as florestas da noite inflama,
Que olho ou imortal mão ousaria
Traçar-te a horrível simetria?

William Blake (1757 - 1827)

domingo, 20 de outubro de 2013

DAS ARMADAS E COMENSAIS


Saudações, caros leitores!

Não é de hoje que a saga Harry Potter me traz ensinamentos. Desde como tornar-se imortal perante o mundo (clique aqui para ler sobre isso) à saber escolher a coisa certa pela qual lutar! Este texto, é mais uma de minhas descobertas inspiradas pelo mundo fantástico!

Ao longo da travessia por este mundo, nos deparamos com caminhos esquisitos que, muitas vezes, nos levam aos lugares indesejáveis. Muitos desses caminhos serão trilhados por pessoas que deram os primeiros passos sem saber onde, de fato, aquele caminho iria parar. Muitos não voltarão atrás, por várias razões. Alguns poucos retornarão.

No universo Potteriano, os Comensais da Morte são aqueles que juraram lealdade ao Lord das Trevas, Voldemort. Devem seguir o líder em sua missão de dominar o mundo bruxo. A pena para o fracasso ou traição, é a morte. Já a Armada Dumbledore, foi criada e formada por um grupo de estudantes para aprenderem Defesa Contra as Artes das Trevas. E quem diria que essas mensagens literárias fossem tão reais... Vamos entender um pouco mais.

Os Comensais da Morte entraram para o grupo de Lord Voldemort, em vários casos, por algum interesse em particular e para estar próximo do dito mais poderoso bruxo. O pensamento de se dar bem, ainda que isso passe por cima de outros. A opção de ingressar por opção o grupo dos Comensais, logo transformou-se em medo de sair do grupo, pois aquilo representaria a morte na certa. 
Comensais da Morte

A Armada Dumbledore começou diferente. Naturalmente... Sem o conhecimento do homem que leva o nome da Armada. Começou por uma sintonia de sentimentos de alguns que admiravam o caráter daquele Bruxo. Voluntariamente criaram e voluntariamente permaneceram enquanto Armada! E que grande diferença...
Armada Dumbledore

Enquanto um dava ordens, o outro ensinava defesas...

Enquanto um dava as respostas, o outro trazia as perguntas, para que as respostas fossem buscadas no cerne de cada um...

Enquanto um se escondia e agia de forma vil, o outro era honrado e nunca lhe faltou uma palavra de sabedoria...

Enquanto um atacava alguns de seus próprios, o outro os protegia, mesmo sem que os seus soubessem...

Enquanto este é envolto de trevas, o outro irradia Luz.

E esta é uma metáfora da Vida. 

Existem dois tipos de gente no mundo: aquelas que optaram por serem Comensais, e aquelas que souberam criar suas Armadas. Eu posso afirmar com toda certeza do mundo, que no mundo espiritual, estou do lado da Armada. Uma poderosa Armada...


terça-feira, 15 de outubro de 2013

SONETO DO PROFESSOR


→ Soneto do Professor

Anima-te, pois é este o teu destino
E eu que não creio em tais coisas
Admiro-te ainda mais, porque ousas
Mudar o mundo através do teu sorriso.

Com a fonte do Conhecimento
Dás de beber aos seres sedentos.
Como se não bastasse, dá-lhes sentimentos
Como quem acolhe àquele que não tem abrigo.

Lutas contra tudo e todos... (e são tantos)
Por mudanças que talvez nem possas presenciar
E nunca vi para ti, nenhum altar.

Escritor da vida que transforma em livro
Os papéis que recebeu em branco. Se não são deuses os teus,
Interfiro no poder de Deus e nomeio a todos: Anjos.

Rodrigo Cavalcanti Felipe (Sensei)