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terça-feira, 13 de novembro de 2012

[Postagem Extra] - SQNS ENTREVISTA - O DONO DO BLOG


Caros leitores, essa não é uma exaltação à minha pessoa, ou mesmo falta de modéstia! rsrsrs
Apenas uma postagem extra em homenagem ao meu aniversário! Hoje completo 27 anos de vida e encontrei esta forma de não deixar passar isso em branco, mesmo porque, em outras oportunidades, já falei sobre meu próprio aniversário! Não gosto de deixar passar "em branco".

A sessão ENTREVISTA do Blog então, desta vez, vai entrevistar o dono do Blog. Eu mesmo! u.u

Vamos lá!! Conheça um pouco mais sobre mim.

SQNS - Rodrigo, por quê o apelido de "Sensei"?

SENSEI - Bem... meu nome completo é simples (e o acho muito bonito): Rodrigo (nome que minha mãe, desde solteira, queria colocar em um filho), Cavalcanti (por parte da família materna) e Felipe (por parte de pai. "Felipe" é sobrenome mesmo... as pessoas costumam se surpreender quando descobrem). "Sensei", significa "mestre", "professor", "aquele que ensina algo", no idioma japonês. Visto que gosto bastante da cultura oriental, os amigos da Universidade disseram que eu seria um "Sensei", referindo-se ao fato de me tornar Professor. Daí, comecei a colocar o "Sensei" ao lado do Rodrigo. :) Parece que pegou!

SQNS - E você tem outros apelidos?

SENSEI - Bem... na verdade, muitos. :) Alguns que poucas pessoas me chamam, outros que uma só pessoa me chama, e outros ainda relacionados à familiares e amigos mais próximos. Alguns exemplos de apelidos de família são: Roger, Rogerinho, Moore, Rô, Rozinho, Caymmi, Escayme, Mooresvaldo, Moorescayme, enfim... são muitos e longos demais para contar a história. hehehehe A família está por dentro. :) Ainda tem outros, mais relacionados aos amigos próximos: Panda, Ron... :)

SQNS - Você escreve bastante sobre sua Profissão. Ser Professor foi o que você sempre quis?

SENSEI - Não! Por incrível que pareça, não. Eu sempre quis ser biólogo e me especializar em cetáceos. Minha infância e adolescência foi pensando nisso. Sonhava em trabalhar no Sea World com baleias orcas, golfinhos ou até tartarugas marinhas. Cheguei a fazer vestibular para Ciências Biológicas, mas não tive muito sucesso. :) Acontece que descobri que apenas admirava muito esse ofício, mas que minha área de atuação era HUMANAS. Tentei ser Professor de inglês, mas não passei no meu segundo vestibular, e pretendia repetir a escolha. Todavia, o Curso de História me pareceu tentador. Fiz o terceiro vestibular com a pressão de ter primos e amigos que já tinham entrado na Universidade. Graças a Deus e a uns tempinhos a mais de estudos, consegui uma importanten vitória. Passei em 1º lugar em História e fiz um bom curso. Ao entrar numa sala de aula de Ensino Médio pela primeira vez, me encantei com a possibilidade de "contaminar" as pessoas de uma maneira benéfica. E aí começou minha paixão e odisséia na Educação.

SQNS - Como você se sente sabendo que sua profissão é uma das mais lindas e menos valorizadas pela sociedade?

SENSEI - Acho que não é pela sociedade em si que ela é desvalorizada. Se você conversar com as pessoas nas ruas, você verá que as pessoas acham muito importante o papel do Professor na sociedade. Acho que o governo (independente de qual partido esteja no poder), são os principais culpados por essa perpetuação da desvalorização do profissional. Não acho que seja só culpa do governo também... há uma falta de união dos profissionais de Educação, há uma falta de respeito do corpo discente para com o docente... enfim... é uma realidade que nem gosto muito de pensar, pois me entristeço.

SQNS - E não pensa em mudar de profissão, então? Algo que seja mais valorizado?

SENSEI - A única coisa que eu gostaria de ser, mais do que Professor, é escritor. Sou sonhador... gosto das literaturas, dos contos, da fantasia... sonho em colocar no papel um pouco do mundo que criei para mim mesmo em minha mente. Falta muito tempo (ou mesmo ação de minha parte) para colocar este ideal em prática. Sonho em influenciar pessoas positivamente através dos meus escritos. No mais, eu tento ver o lado bom da minha profissão. A satisfação no rosto de um jovem e a certeza que você contribuiu na vida dele é algo muito difícil de explicar. Poder tentar ser um bom exemplo para ele, tentar mostrar, com suas atitudes, que caráter, honra e probidade são coisas inegociáveis, é trabalho árduo, mas recompensador. Encontrá-los, anos depois, bem de vida, e homens e mulheres feitos, conhecedores de seus deveres e responsáveis por suas vidas, nos faz bem. Faz bem a alma. Ao espírito.

SQNS - Você disse que gostava muito da cultura japonesa. Gostaria de morar no Japão?

SENSEI - Não! kkkkkkkk Gostaria de CONHECER o Japão! E pretendo. Tenho planos com meu primo Anderson de em janeiro de 2015 realizar essa viagem. É algo tão diferente que não me sentiria à vontade de mudar meu cotidiano tão drasticamente. Mas conhecer sim, é um dos meus sonhos.

SQNS - Mas você moraria em outro país?

SENSEI - Com certeza! Principalmente pela atual situação do Brasil. Gostaria de morar, principalmente, no Canadá. Mas Inglaterra e EUA, também seriam boas opções.

SQNS - A que você se refere quando diz da "atual situação do Brasil"?

SENSEI - Refiro-me à falta de ética geral, ao "jeitinho brasileiro" que está tomando conta da sociedade como um câncer. Ao fato de ser "esperto" e lograr o outro como uma qualidade. Quem é honesto no Brasil hoje é considerado idiota. Falta hombridade, falta amor à Pátria, falta respeito, falta... falta... e falta... São problemas tão graves que, mesmo amando como eu amo o meu país, eu me ausentaria sim, não sei por quanto tempo. Mas se houvesse a possibildiade de criar filhos em um dos outros países citados, eu o faria. Infelizmente.

SQNS - Sobre questões políticas. Como você se vê no quadro político brasileiro? Tem algum partido que gosta mais?
 
SENSEI - Sou Monarquista. E isso para muitos é algo impensável. Descobri a proposta monárquica através de um amigo e Professor, e a partir de sua deixa, comecei a pesquisar sobre o tema. Saber se era viável. Em pouco tempo, descobri que havia muitos brasileiros que apostavam nesse ideal, e ao estudar melhor a época do Brasil Império, e as monarquias parlamentares pelo mundo, sem dúvida tornei-me monarquista! Não sou de "direita", de "centro" ou de "esquerda". Mesmo porque esses conceitos no Brasil estão perdidos e nada valem. Ouvi certa vez uma ótima definição de política brasileira: "é a ciência das conveniências". Sou conservador do que é bom, dos bons costumes, do respeito e da honra. E não acredito em ideologias que nunca deram certo em canto nenhum, nem em nenhum momento no mundo.
 
SQNS - Por que criar um Blog?

SENSEI - Acho que nos dias de hoje, com as ferramentas que a internet oferece, as pessoas passaram a se expôr muito mais. A ideia de escrever algo, postar, e em minutos pessoas de qualquer parte do mundo terem acesso, me fascina. A velocidade da informação. Criei este blog sem a intenção de torná-lo grandioso. Ainda não está tudo isso, mas recebe uma grande quantidade de visitas por dia. Aqui comento um pouco sobre meus pensamentos relacionados a temas diversos. Gosto dele. Procuro sempre atualizá-lo, todas as semanas.

SQNS - Para não ficar tão extenso... vamos a um "bate bola - jogo rápido".

SENSEI - Bora! :P

SQNS - Um esporte.

SENSEI - Futebol. Torço para o SPFC. Mas pretendo começar, ainda este ano, a praticar Kenjutsu.

SQNS - Um ícone no esporte.

SENSEI - Rogério Ceni. Pelo profissionalismo e, até onde eu sei, caráter.

SQNS - Um sonho.

SENSEI - Um só??? rsrsrsrs Ser pai é um deles.




SQNS - Um país.

SENSEI - Brasil. Pelo seu passado.

SQNS - Amizade.

SENSEI - Parte de mim.

SQNS - Família.

SENSEI - Amo. Mesmo sem eles terem tanta certeza.

SQNS - Professor.

SENSEI - A Profissão mais linda do mundo.

SQNS - Um agradecimento.

SENSEI - Acho que aos meus pais. Pela vida que puderam me proporcionar na infância e início da adolescência.
 
SQNS - Uma pessoa que admira.

SENSEI - É sacanagem dizer uma só... Mas já que já falei da infância e adolescência, vou falar da fase pós 20 anos. O Professor Spencer. Exemplo M-Á-X-I-M-O de caráter, honra, hombridade e sabedoria que eu tive a oportunidade de conhecer. Sou outra pessoa, inclusive espiritualmente, depois de o ter conhecido.

SQNS - Um objeto que tem ciúmes.

SENSEI - Qualquer um dos meus bonecos Cloth Myth dos Cavaleiros do Zodíaco. :)

SQNS - Uma comida.

SENSEI - Sobremesa de mousse de limão com avelã, da minha Tia Nilda.

SQNS - Um ídolo para vida.

SENSEI - Naruto!

SQNS - Naruto???

SENSEI - É! Pessoas podem nos decepcionar facilmente. É nesse pequeno garotinho, inventado por uma ideia, que retiro mais exemplos de perseverança e de como, apesar das dificuldades, eu devo correr atrás dos meus objetivos sem machucar as pessoas.

SQNS - Um animal.

SENSEI - Cachorro. O melhor amigo do homem.

SQNS - Uma música.

SENSEI - São muuuitas... mas vou citar uma das preferidas: De onde vem a calma - Los Hermanos.

SQNS - Uma banda.

SENSEI - Como já citei a música de Los Hermanos, a banda vou falar O Teatro Mágico (mas Legião Urbana é foda).

SQNS - Uma poesia.

SENSEI - Soneto de Fidelidade.

SQNS  - Um filme.

SENSEI - O Senhor dos Anéis.

SQNS  - Um livro. 

SENSEI - O Pequeno Príncipe.






SQNS - Uma citação.

SENSEI - Viiixi... Vou no clichê, nem por isso menos verdadeiro: "O mundo dá voltas!"

SQNS - Um medo.

SENSEI - Morrer de doenças que me deixem sofrendo por muito tempo.

SQNS - Uma qualidade que admira.

SENSEI - Bom humor.

SQNS - Uma qualidade que não abre mão.

SENSEI - Não é uma qualdiade... mas valores. Não abro mão de minha honestidade.

SQNS - Para terminar, agradecemos a oportunidade da entrevista, e deixe aí seu recado.

SENSEI - Eu quem agradeço. Meu recado vai para os leitores do Blog: Continuem acompanhando e fiquem um pouco a par do que se passa no meu mundo, através desse canal de comunicação. Obrigado pelo carinho de todos. Hasta la vista!



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

SQNS ENTREVISTA - INRI CRISTO


Ele já foi do Programa do Jô ao Super Pop, e já passou sua mensagem de uma forma bem humorada no Pânico na Tv, além de colecionar outras aparições na mídia brasileira. Ele já deu palestras pelo Brasil e outros países sobre sua Revelação! Ele diz ser o Filho do PAI! Ele é o mais novo entrevistado do Blog Sensei Que Nada Sei... Ele é o INRI CRISTO!
  
Nome: ÁLVARO INRI CRISTO THAIS
Data de Nascimento: 22.03.1948
Líder Espiritual

>>SQNS: Sr. INRI, o senhor diz que é a reencarnação de Jesus de Nazaré, assim como o foi de Adão, Moisés, Noé, e outros. Entretanto, todos esses outros se comportaram como pessoas independentes de sua real identidade. O senhor abandonou a existência do “Sr. Álvaro”? Ele ainda existe?

>>INRI: “Álvaro, meu filho, é o nome que me foi dado por ocasião de meu registro, mas só usei-o formalmente até chegar o dia do jejum em Santiago do Chile. Há dois mil anos, até o jejum usei o nome de Emanuel, conforme profetizara Isaías (c.7 v.14 e 15): “Uma virgem conceberá e dará à luz um filho e seu nome será Emanuel. Ele comerá manteiga e mel até que aprenda a rejeitar o mal e escolher o bem”. Com o nome de Emanuel vivi em ambientes profanos, aqueles lugares que a Bíblia não diz onde eu estava. E eu vos digo em verdade, meus filhos, que nesse período eu estava me enlameado nos pecados do mundo, motivo pelo qual posteriormente insisti ser batizado por João Batista (“Sou eu que devo ser batizado por ti, e tu vens a mim?” – Mateus c.3 v.13 a 16). Só após o jejum o SENHOR deu-me consciência de minha condição e passei a me chamar Jesus. Então pousou sobre mim o Espírito Santo, simbolizado por uma pomba, que representa a pureza e a paz (João c.1 v.32). Outrossim, quando ameaçaram apedrejar Maria Madalena, só podia saber que todos aqueles homens eram pecadores porque anteriormente vivera no meio deles (João c.8 v.7). E agora de novo, só por ocasião do jejum o SENHOR me mostrou que o nome que adotei quando iniciei minha vida pública, Iuri, tinha a segunda letra no sentido contrário (u # n), e revelou que meu nome legítimo é INRI, o nome que paguei com meu sangue na cruz, conforme previsto nas Sagradas Escrituras (“Ao que vencer... escreverei sobre ele o nome de meu DEUS... e também o meu novo nome” – Apocalipse c.3 v.12). INRI é o nome que Pilatos escreveu acima de minha cabeça quando eu agonizava na cruz, quando cuspiam em meu rosto, quando me humilhavam, quando se cumpriam as Escrituras. INRI é o nome que custou o preço do sangue.”

>>SQNS: Há uma imagem na internet que mostra tua carteira de identidade. Nela, podemos ler “Não doador de órgãos”. Há alguma razão especial para sua escolha? Doar órgãos não ajuda a salvar outras vidas?

>>INRI: “Há uma razão sim. Eu não posso ser desonesto, sendo assim não posso doar o que não é meu. Se eu tivesse um órgão suplementar, um “estepe”, aí sim poderia doar. Digamos que eu tivesse dois corações, neste caso doaria um para alguém. Mas só tenho um coração, e esse que eu tenho não é meu; pertence ao meu corpo, que é o templo de meu PAI. Sendo assim, não posso remover um órgão de meu corpo à revelia da vontade do meu CRIADOR, meu SENHOR e meu DEUS. No caso do sangue e medula óssea, é lícito doar porque ambos se renovam. E por que não é lícito aos olhos de DEUS e da lei divina expor os órgãos à doação? Quando te declaras doador de órgãos e colocas teu nome na fila de doadores, todas aquelas pessoas que estão esperando um órgão, por razões óbvias estarão consciente ou inconscientemente vibrando, torcendo pela tua morte, pelo teu passamento, ou seja, estarão desejando o teu fenecimento; isso é automático. E isso gera no contexto cósmico uma corrente energética que tornará os “doadores” mais vulneráveis e propensos a sofrer um acidente, por exemplo. Quantas vezes ouvi dizer de pessoas que se declararam “doador” em um dia e pouco tempo depois se acidentaram. Mas não é só por isso que me declaro não doador, e sim porque é uma questão de coerência e opção. Todo problema está em que os seres humanos pensam em prolongar a vida por temer a morte, e temem a morte por ignorar que a morte não existe; é apenas uma etapa da vida. A solução é confiar em DEUS e deixá-lo decidir o destino de todos, afinal nada acontece na Terra sem o consentimento do PAI”.   
 

>>SQNS: A parúsia (crença na segunda e definitiva vinda de Jesus Cristo para presidir o Juízo Final na Fé Cristã) é prevista pelos Cristãos com base na Bíblia. Se o senhor é mesmo Jesus, esse tempo chegou! O Juízo Final não deveria estar acontecendo?

>>INRI: “O juízo final está acontecendo sim, todos os dias. O julgamento da humanidade está em pauta na ordem do dia; milhares de pessoas são condenadas à morte a cada momento. No mundo inteiro, milhares de pessoas sobem o patíbulo diariamente. Todavia, o patíbulo moderno não é limitado; é uma bala perdida, um acidente, um edifício que desaba e deixa inúmeras pessoas soterradas... Enfim, o juízo final está ocorrendo não como as pessoas imaginavam, e sim como a mãe natureza demanda, e assim a poderosa e perfeita lei divina se cumpre.”

>>SQNS: Como o senhor definiria a Bíblia? (Ela é um livro sagrado? É realmente a Palavra de Deus? Foi modificada na Idade Média pela Igreja Católica? Ela é metafórica?)

>>INRI: “A Bíblia é um livro de letra mortas, repleta de lendas, fábulas, parábolas e metáforas. Logo, é sim um livro metafórico. Só com anuência de DEUS, pedindo humildemente a Ele que conceda o dom da assimilação racional, é possível interpretar cabalisticamente o significado das Sagradas Escrituras. Considerá-la radical e literalmente um guia moral é uma afronta à decência e dignidade dos povos e pretender que ela seja o depositário das verdades absolutas é ridicularizar e subestimar o intelecto humano. As fábulas, parábolas, lendas e metáforas estão embutidas nas Sagradas Escrituras no intuito de ilustrar o discurso teológico. A história de Jonas, por exemplo, é uma fábula. Como se poderia conceber que um homem permaneceria três dias e três noites no ventre de uma baleia e posteriormente seria vomitado na praia? A prova de que isto não pode ser considerado no sentido literal é que, se a baleia deveras tivesse ido até a praia, ela teria encalhado; conseqüentemente, estaria asfixiada e não teria fôlego para vomitá-lo fora. Na verdade, esta fábula serve para ilustrar que se uma pessoa está sem a bênção de DEUS ela é geradora de energias negativas que propiciam o desequilíbrio do ambiente, culminando com desgraças no seio familiar. Ou seja: não deveis espontaneamente manter relações estreitas com pessoas sem vínculo com o SENHOR, órfãs da espiritualidade, principalmente as rebeldes obstinadas que estão pagando dívidas carmáticas. Podeis perguntar, então: como distinguiremos na Bíblia o que veio de DEUS do que veio dos homens? E eu vos respondo, da parte de meu PAI: vós já deveis haver observado a beleza e vastidão do mar, com suas inumeráveis ondas e variadas formas de vida. Do mar vos é facultado retirar peixes com escamas e barbatanas e algas para vos servir de alimento. Mas vós não bebereis da água do mar, não comereis a areia do mar nem o lixo do mar, tampouco tereis gosto em tomar banho no mar poluído. Assim também são as Sagradas Escrituras. Nem tudo o que está lá escrito pode ser considerado inquestionavelmente verdadeiro só porque está escrito. Há que se pedir ajuda e inspiração do ALTÍSSIMO, meu PAI, no afã de esquivar-se das incoerências, dos erros de tradução, das interpretações humanas equivocadas. Assim, Ele abençoará vosso espírito e vos premiará com o dom do discernimento em vossas mentes facultando a assimilação de Suas santas e eternas leis, que, por serem perfeitas, são imutáveis, não mudarão jamais. A lei de DEUS é viva e sempre atual em qualquer época e em qualquer lugar; atua permanentemente em cada célula de vossos corpos, em cada partícula de vosso sangue, em cada manifestação da natureza e em cada partícula do Universo. A lei de DEUS está incontáveis milhões de vezes mais viva dentro de cada um de vós do que em anacrônicos arquivos mortos”.  

>>SQNS: O senhor, enquanto alguém que sabe e crê piamente que é o Cristo encarnado, tem planos para que tudo que tem anunciado e construído não caia após o fim dos seus dias terrenos?

>>INRI: “Não tenho plano nenhum, meus filhos. Estou aqui na Terra cumprindo um mandato divino. Só falo o que Ele manda, não vivo na Terra um segundo senão só pra cumprir a vontade de meu PAI. Portanto, tudo que falei e que não aconteceu ainda, vai acontecer. O Reino de DEUS já está instituído na Terra, formalizado pela SOUST; no dia 28 de fevereiro deste ano de 2012 comemoramos 30 anos da fundação da SOUST. Tudo que eu disse aos discípulos e está previsto no estatuto da SOUST está se cumprindo. Mas uma coisa é certa e séria: as pessoas que maliciosamente perguntam quando é que eu vou partir, o que vai acontecer quando eu morrer, meu PAI disse que essas pessoas não viverão para ver esse dia. Isso eu vos falo da parte do SENHOR.”

>>SQNS: Caso morras sem nada haver sido modificado, não tens receio de que as pessoas que te seguem fiquem frustradas por terem acreditado em algo por tanto tempo que se mostrou equivocado?

>>INRI: “Em primeiro lugar, os meus filhos que sabem quem sou, a quem o SENHOR concedeu o dom da compreensão e assimilação, jamais sofrerão qualquer tipo de frustração porque me amam sem nada exigir em troca, há uma sublime relação de amor entre mim e os meus filhos que não permite qualquer espaço para dúvida ou desconfiança. Cada um dos que vivem comigo pela causa do SENHOR busca fazer a sua parte abnegadamente, sem esperar retorno, e justo por não esperar nada é que estão sempre beneficiados pelas bênçãos celestiais. Já os que fazem esse tipo de pergunta não poderão resmungar nem reclamar; não poderão sequer ficar frustrados porque não viverão para ver o dia de minha partida; eles é que partirão antes de mim.”

>>SQNS: Porque falas de forma esquisita, se és brasileiro? O tempo que passaste fora foi suficiente para ter esse sotaque tão carregado?

>>INRI: “Eu reencarnei no Brasil, mas não sou brasileiro; sou judeu, o mesmo que crucificaram. Até o ano 2000 vivi como apátrida; só então as autoridades terrestres me restituíram o direito à nacionalidade. Quanto ao sotaque a que te referes, é justamente isso que me difere dos nativos desta terra. Minha voz é comandada pelo SENHOR do Universo, obedece a um comando universal. Minha voz não é regional e sim é a voz do Filho do Homem que emite sons diferentes dos terráqueos, cumprindo o que prometi há dois mil anos, quando disse que pela minha voz meu rebanho me reconheceria (João c.10 v.4). Ninguém é obrigado a crer, mas sou o mesmo Cristo que crucificaram e voltei com a mesma voz de dois mil anos atrás. As pessoas que me ouviram naquele tempo e agora me reencontram, mesmo não tendo visto meu rosto reconhecem-me pela minha voz, que é diferente da voz de um brasileiro. Muitas vezes que falei em programas de rádio alguns filhos identificaram-me pela minha voz. Outrossim é através da voz que se manifesta a palavra. É pela palavra que libertarei os meus filhos do jugo dos falsos religiosos, dos grilhões da idolatria, da fantasia e da mentira. Porque sou o mesmo, a forma como ensino as coisas de meu PAI continua a mesma. As pessoas inteligentes que vêm à minha presença e raciocinam percebem que respondo a qualquer pergunta sem dogmas, sem sofismas e sem subterfúgios, sempre dentro da coerência e da lógica, que são indissociáveis da verdade”.

INRI e Rafinha Bastos (que é judeu)

>>SQNS: Há chance de salvação para quem não é Cristão?

>>INRI: “Quando me chamava Jesus eu disse que havia algumas ovelhas que não eram do meu aprisco (João c.10 v.4 e 16), mas que era mister que eu as tomasse. Nem todos que se dizem cristãos merecem se salvar; existem pessoas de outras crenças, até mesmo ateus, que na última hora têm um espaço para o SENHOR, meu PAI. E eu falei há dois mil anos: “Bem aventurados os pobres de espírito, o Reino dos céus será deles” (Mateus c.5 v.3 a 10). As pessoas que não têm religião, que não crêem em nenhum Deus, de repente elas têm um espaço, uma veia mística, um local secreto em seus cérebros que pertence ao SENHOR, que é Onisciente, Onipresente e Onipotente. Muitos que se consideram salvos estão condenados e aqueles que se julgam muito pecadores, perdidos, estes serão encontrados, serão achados. E em verdade vos digo que tão somente crer que sou Cristo não salva ninguém. Nem meus discípulos podem dizer que estão salvos. O que salva, em primeiro lugar, é a sincera busca pela verdade e viver o máximo possível dentro da lei divina. E como eu mesmo disse há dois mil anos: “Eu sou a luz do mundo, a verdade e a vida. Eu sou o caminho; ninguém vem ao PAI senão por mim” (João c.14 v.6), logo, é através de mim que se abrem as portas da salvação, porque meu PAI e eu somos uma só coisa. Em assimilando os ensinamentos que ministro da parte dEle, quem se aproxima de mim pode se preparar para viver dentro da lei, e em se coadunando obtém a salvação”.

>>SQNS: O senhor torce para algum time de futebol?

>>INRI: “Eu não torço por nenhum time de futebol porque, afinal de contas, são todos meus filhos. Apenas gostaria de ver que eles se distraíssem no esporte, sem violência, sem fanatismo. Tenho o costume de fazer uma brincadeira e ironizar com o futebol: se eu tivesse posses, compraria 22 bolas e daria uma bola a cada jogador, para não ver meus filhinhos se despedaçando, se atropelando uns aos outros por causa de uma bola só... assim costumo responder aos que me questionam sobre o futebol, porque na verdade não posso torcer por time algum.”

INRI aproveitando o descanso para surfar... 

>>SQNS: Há alguma coisa que o senhor fazia à época em que não havia percebido ainda que era a reencarnação de Cristo, e que hoje sente falta de fazer?

>>INRI: “Eu não sinto falta de nada porque não renunciei a nada; acontece apenas que hoje os meus passos são guiados pela consciência que adquiri no jejum. Ainda assim, há muitas coisas que eu fazia e continuo fazendo: eu era e sou vegetariano, jogava sinuca e jogo, de vez em quando jogo até um boliche; continuo escutando as músicas que para mim são mais agradáveis, dentre as clássicas e populares que têm sentido na letra; convivo com as pessoas que eu amo e só com aquelas que me amam. Considero até que estou muito melhor agora, afinal meu PAI me preparou um lugar maravilhoso para viver, que é a Nova Jerusalém do Apocalipse c.21, mais precisamente aqui em Brasília, na sede da SOUST. Agora sei quem sou, de onde vim e para onde vou, e antes do jejum eu não sabia; vivia como uma pedra que rolava e não criava limo. Depois que meu PAI revelou minha identidade e que estabeleci o Reino dEle, formalizado pela SOUST, no histórico 28/02/1982, estou satisfeito comigo mesmo. Por enquanto estou aqui cumprindo a minha missão, que é orientar, instruir, ensinar os meus filhos, os que me buscam, a viver com dignidade. Eu não tenho pressa e não estou pedindo nada de ninguém. Mas no dia que o povo desta terra se despertar e quiser me ouvir, poderei ajudar não só os que vêm à minha presença, e sim toda esta nação. Então os filhos da Terra de Santa Cruz poderão ver o cumprimento da justiça divina. Quem viver, verá. Os que querem me ouvir podem começar por se manifestar através da petição pública que está sendo veiculada na internet.”

(Para assinar a petição pública pró INRI CRISTO falando sem censura ao povo brasileiro, acesse http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=INRI2011 ).

 
        
INRI só nos tweets @_INRICRISTO

E aqui se encerra a entrevista com o Sr. Inri Cristo. Devo, antes de terminar, agradecer a presteza e a gentileza da discípula do INRI, Assinoê Oliveira (@Assinoe), foi ela quem ajudou a tornar esta entrevista possível. E o blog agradece também, claro, ao INRI Cristo!

Para quem gostou da entrevista e ficou curioso para saber de outras respostas do INRI Cristo, sua discípula Assinoê pediu para que eu divulgasse que todos os sábados (ao vivo) às 11:00 horas ele se pronuncia pela Web no Justin TV. O endereço do canal é:  http://justin.tv/inricristonaweb

sábado, 23 de julho de 2011

SQNS ENTREVISTA - RODRIGO ROSSI


 Caros leitores,

Este Blog tem a grande oportunidade de receber para uma entrevista o cantor Rodrigo Rossi.

Rodrigo é do Rio de Janeiro e está se tornando cada vez mais conhecido com sua banda e com suas músicas do universo Otaku (mundo dos animes e quadrinhos japoneses). Atualmente é o intérprete de algumas músicas principais de Dragon Ball Z Kai e Os Cavaleiros do Zodíaco - The Lost Canvas. Vamos então à entrevista!


Nome Completo:
Rodrigo Andrade Souza Rossi
 
Data de Nascimento:
10/02/1987
 
Twitter:
@rodrigor2rossi

→ Sensei Que Nada Sei: Antes de mais nada, agradeço a disponibilidade da entrevista. Acompanhando algumas notícias sobre você, seus tweets e outra redes sociais, percebi que o tempo anda curto em seu dia a dia.

→ Rodrigo Rossi: Ah que nada, a gente encontra um tempinho sempre. No momento eu estou de molho em casa porque estou meio doente, então perfeito! 

 → SQNS: Você já é bastante conhecido do público Otaku (fãs de animes e mangás) de todo o Brasil. Mas para quem não o conhece ainda, quem é Rodrigo Rossi?

→ RR: Eu sou um cara simples que às vezes sonha um pouco alto, mas que por enquanto tem conseguido chegar cada vez mais perto do objetivo. 

→ SQNS: Feita as apresentações, por favor nos diga: quando você definitivamente percebeu que a Música estava irremediavelmente ligada à sua vida?

 →RR: Eu tinha uns 12 anos quando resolvi começar a estudar canto. Acho que quando eu comecei a sofrer com a resistência dos meus pais em relação ao que eu fazia (tocar com uma banda na noite, nem sempre em lugares muito “família”) que eu percebi que, se precisasse parar de fazer aquilo, eu não seria a mesma pessoa.

 → SQNS: O que você tem a dizer para aqueles que acham que ver anime é coisa de criança? Você ainda acompanha algum? Se vê com 50 anos vendo anime com seus filhos?
 
→RR: Então, recentemente eu tentei acompanhar o que a Marvel Anime lançou, mas só consegui terminar a série dos X-Men. As outras larguei pela metade. Mas confesso que não, no momento não tenho acompanhado nada. Acho que quando meus filhos estiverem por aqui eu vou tentar ser sempre presente, aproveitar o máximo que eu puder e já que eu tenho essa ligação forte com os animes, porque não? Seria muito legal passar meu tempo livre assistindo Animes e MMA na TV com meus filhos. E se você acha que animes são para crianças exclusivamente, eu proponho assistir Akira, Genocyber e Death Note. Boa sorte respondendo às perguntas do seu filho.

  

→SQNS: Nos dias 09 e 10 de julho você veio à Natal como convidado especial da terceira edição do evento de cultura japonesa YUJÔ Fest. Como foi participar deste evento? Consegue destacar algo de diferente no público de Natal?
 
→ RR: Natal foi inacreditável. Eu sabia que o público do nordeste era quente e animado, mas não esperava tanto. Todos muito apaixonados, muita energia positiva. O show foi muito legal, o evento todo foi muito legal. Deu tudo certo em todos os sentidos e eu estou muito feliz com todas as mensagens que recebo no twitter pedindo pra repetirmos a dose. Quem sabe não podemos repetir mesmo? Obrigado Natal!
 
→ SQNS: Você já disse em outras entrevistas que é fã de Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco, por exempo. Chegou mesmo a tatuar em um dos braços algo relacionado a este último anime. Do que se trata sua tatuagem, e o que ela significa pra você?

 → RR: Quando eu decidi que faria uma tattoo em homenagem ao meu signo, eu me lembrei de alguns elementos de Cavaleiros que fariam a composição ficar mais legal. E acabei achando um meio termo sem ser tão explícito. Busquei o avatar de aquário que aparece atrás do Camus durante a “Execução Aurora”, assim como as suas duas mãos fechadas e em punho. Ainda adicionei a constelação de aquário, o planeta regente (urano) e o símbolo zodiacal em uma moeda de ouro saindo de uma faixa de gelo que cerca o meu braço, fazendo analogia à armadura escondida na geleira no início da série. Nessa geleira ainda coloquei algumas runas nórdicas que formam a palavra “Intuition”, que é uma característica forte dos aquarianos, e as palavras “Aquarius Saint”. Gosto muito dessa tattoo, acho que nunca vou enjoar dela.

→ SQNS: Se tivesse que fazer outra tatuagem temática, sobre qual anime você faria, e por quê?

→ RR: Eu já tenho várias prontas, só me falta tempo pra tatuar. Meu tatuador é o Pedro Pablo (www.pptatuagem.com), não faço mais com ninguém. E ele se mudou para Nova Friburgo, Rio de Janeiro, o que significa que eu tenho que fazer uma viagem e passar uns dois dias tatuando lá com ele. Já fizemos isso antes e faremos de novo, é só a vida permitir. Agora, as artes e idéias eu só conto depois que fizer.

→ SQNS: A versão em português das músicas de Dragon Ball Z Kai e dos Cavaleiros do Zodíaco – The Lost Canvas são cantadas por você. Que cuidados você tem para que elas agradem ao máximo o exigente público Otaku? Você teve participação na adaptação das letras para o nosso idioma?
 
→ RR: Sim, as letras foram todas escritas por mim, mas eu não fiz nada sozinho. Contei com a ajuda do Pedro Almeida e Pedro Henrique Nunes, que são amigos de longa data a fãs das séries tanto quanto eu, além do meu brother Walter Tormin Neto do www.cavzodiaco.com.br que ajudou muito também. Foi um trabalho de equipe. A intenção ao juntar todas as versões e idéias que eles me mandaram era sempre me aproximar da idéia original, sem necessáriamente me prender à palavras. Tem gente que acha que a tradução tem que ser literal. Não funcionaria. O que é traduzido é a mensagem, a essência. Acho que o público gosta quando identifica os elementos da série e/ou da música na letra ao ouvir a versão nacional. Eu acho que um cuidado importante é encontrar o “tom” certo (sem conotações musicais, somente literárias) para aquela música: ela não pode ser boba demais ou infantil demais, mas ao mesmo tempo não pode ser muito complexa ou rebuscada a ponto de esconder muito a mensagem. Em ambas as séries corre-se o risco de se perder em um desses lados. Cavaleiros é uma tragédia grega clássica, traz o conflito entre homens e deuses, o sacrifício, a superação do herói, o questionamento sobre a vontade dos deuses e a vontade dos homens e quem estaria correto, etc. É uma tragédia grega com todos os elementos. Eu não podia complicar demais e deixar o conteúdo muito pesado. Com Dragon Ball já foi o oposto, a história é mais simples e as músicas puxam mais pro lado infantil. Quando vi as referências em espanhol achei certas coisas muito exageradas nesse sentido e resolvi me concentrar na vontade que os personagens têm de se superar, se tornarem mais fortes porque a necessidade se apresenta assim em uma questão de vida ou morte(s). Acho que isso é muito forte e impactante e me serviu bem.


→ SQNS: Deixando um pouco de lado agora o mundo fantástico dos animes, você também tem uma banda chamada R². É um projeto que vem de longa data? Conte um pouco mais sobre a banda.

→ RR: A R² é algo que norteia minha vida nos últimos anos. Eu vejo como um projeto do coração mesmo. Começou despretensiosamente e agora tomou uma proporção legal, com músicos que eu não poderia nem sonhar. Começou com um garoto tocando violão no quarto e hoje somos uma equipe profissional, onde praticamente todos vivem disso e estamos cada vez crescendo mais. A cada dia que passa aparecem novas oportunidades e novos horizontes. É uma banda de rock sem rótulos, flertamos com absolutamente todas as vertentes, mas sem perder a identidade, e eu gostei muito disso no fim das contas. Eu estou novamente trabalhando com um grande irmão chamado Davis Ramay, que depois de ser disputado à tapas por gente de fora do país acabou por pedir pra participar do projeto e foi uma adição imensa; Garry King na bateria, que é um cara mais experiente do que nós, já tem muita estrada e muita bagagem, e claro muita coisa pra nos ensinar. Também foi um cara que gostou tanto do projeto que pediu pra participar da maneira que fosse. Nós temos muito orgulho disso. Sandro Rossi na guitarra que traz uma vertente mais “escolada” pras músicas, já que ele é formado em um conservatório e têm esse conhecimento teórico mais presente do que o resto de nós; E finalmente o baixista Diego Padilha, que é o melhor baixista do Rio, um excelente fotógrafo e o cara que faz a noite quando não estamos trabalhando. Eu me sinto muito sortudo de ter um cara como ele participando de qualquer coisa que eu esteja envolvido. Isso ainda sem contar com o pessoal da produção, como Sérgio Sanchez, que produziu e gravou todas as baterias do àlbum e é nosso produtor oficial, e recentemente Felipe Barcelos, nosso tour manager e sexto membro. Aí ainda temos mais o pessoal do escritório, representação da Europa, etc. Em suma, fizemos uma banda e ela está crescendo e nos permitindo viver fazendo o que amamos fazer ao lado de pessoas que admiramos.

 
→ SQNS: Agora vou complicar sua situação... hehehehe Se a banda R² ganhasse um destaque gigantesco na mídia e transformasse todos os integrantes em super stars. Você ainda encontraria tempo para seguir com o gosto de cantar animes? (Não vou pedir pra que você escolhesse entre um dos dois, fique tranquilo, xD)
 
→RR: Graças a Deus a cada dia que passa nós damos um passo à frente. Eu acho que os animes sempre farão parte da minha vida. Eu amo essas músicas, não me canso de falar isso. Acho que existem fãs das séries ao redor do mundo e onde quer que nós pisemos, isso é usado como algo que nos aproxima. Eu me sinto muito orgulhoso de fazer parte desse universo e enquanto tiver a oportunidade de trabalhar com isso, eu pretendo continuar sim. É claro que às vezes o tempo não permite, afinal de contas eu vivo de música e tenho contas a pagar... ehehe então por vezes temos que fazer escolhas que não nos permitem o maior divertimento naquele momento.

→ SQNS: Falando em fama, aparentemente você tem uma cabeça super no lugar! O que é fama pra você? Se sente alguém famoso?
 
→ RR: Eu acho esse conceito de “fama” como temos hoje muito superficial. E eu não gosto de pensar que “sou famoso” ou que “tenho fãs” porque eu me sinto um pouco arrogante, prepontente. Eu prefiro pensar nisso como reconhecimento de todo o trabalho, estudo e sacrifício que eu fiz até hoje pra chegar onde eu cheguei. O reconhecimento das pessoas é uma consequência desse esforço, mas se esse for o único motivo pra você correr atrás do que quer, vale mais a pena mandar aquela filmagem esperta pra Rede Globo e torcer pra ser escolhido pro BBB. Todos os dias nós todos matamos um leão cada um pra continuar seguindo em frente. Enche meu coração saber que as pessoas reconhecem isso, e eu ganho muitos amigos nesse processo! Porque essas pessoas nos permitem seguir em frente, além de nos dar esse ânimo que serve de combustível! Então é por isso que eu faço questão de dar atenção a todos e agradeço muito sempre! Mas não, não me sinto famoso, só sinto que meu trabalho me permite conhecer pessoas novas e fazer novos amigos todos os dias.
 
→ SQNS: Agora para finalizar, aquele velho “Bate-Bola, Jogo-Rápido”

Um sonho realizado: Viver de música.
Um sonho a realizar: Continuar vivendo de música e garantir a melhor condição de vida para minha família através do meu trabalho.
Um anime: Cavaleiros do Zodíaco
Uma música: Mr. Big – Shine
(Assista o Rodrigo Rossi cantando e tocando a música Shine no evento YUJÔ Fest III, dia 10 de julho no Praia Mar Hotel, em Ponta Negra: http://www.youtube.com/watch?v=Co0FXQra6lk )

Uma banda nacional: Syren
Uma banda internacional: Iron Maiden
Um filme: Ensaio Sobre a Cegueira
Um livro: Universo em um Átomo: O Encontro da Ciência com a Espiritualidade – Dalai Lama
Brasil: Muito potencial, mas um povo que se deixa ser “liderado” por pessoas ruins, individualistas e mal intencionadas sem levantar um dedo para mudar a situação. Enquanto não lutarmos de verdade para exigir seriedade e descência, o Brasil vai continuar sendo o que é.
Política: Um jogo criado por intelectuais para mascarar segundas intenções de um povo mantido ignorante propositalmente, mesmo que todos saibam claramente o conceito de “certo e errado” em seus âmagos.
Fãs: Amigos e pessoas a quem eu devo a oportunidade de continuar trabalhando com o que eu amo. 
Uma pessoa: Minha mulher.
Um destino: Se estiver falando no sentido figurado, realizar meus sonhos e sonhar com outras coisas depois. Se for no sentido geográfico, Búzios.
Sorte: Ser teimoso o suficiente pra não desistir do que eu quero, não importa quantos obstáculos me interponham.
Azar: Ficar doente como estou agora, rouco, quase sem voz e de molho em casa sem poder nem ao menos estudar.
Dom: Enxergar o mundo de maneira ligeiramente diferente do que a maioria das pessoas.
Técnica: Vocal (rs). Existe para ajudar o cantor a executar melhor a música que ele já escuta em sua mente e coração.
Um lema: Viver para ser feliz e, me estendendo, ser feliz causando o bem ao próximo. Aprendi isso com meu Pai.
R²: Um sonho se tornando realidade, fruto de muito esforço meu e de pessoas que acreditaram no meu trabalho.
Rodrigo Rossi: As vezes um velho ranzinza, as vezes um menino bobalhão. No fim do dia eu só quero cantar.

BÔNUS:
Assista ao Rodrigo cantando a música tema da abertura dos Cavaleiros do Zodíaco - The Lost Canvas no show do YUJÔ Fest III: http://www.youtube.com/watch?v=lXedflc2R9I

Reportagem sobre o dia do Rock (13 de julho) exibida pelo programa RJ no ar (Rede Record) que mostra duas bandas, uma delas a R²:
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Fim da Entrevista!

Só tenho a agradecer a boa vontade do meu Xará Rodrigo em conceder essa entrevista. Nos conhecemos no evento do YUJÔ Fest III e desde o seu show final que tornei-me admirador de seu trabalho. Ele possui algo que admiro em qualquer profissional que possua essa qualidade: trabalha com o que AMA. Só quem faz isso sabe como é bom! Desejo muito sucesso e que a colheita dos frutos de seu trabalho duro esteja apenas no início. Um abraço e até uma próxima!

sábado, 19 de março de 2011

SQNS ENTREVISTA - NANCY KEIKO

Olá, caros leitores! Gostaria de informá-los que esta postagem tráz algo pioneiro para este Blog: Uma nova seção de ENTREVISTAS. A partir de hoje, não será tão raro alguém ser entrevistado. Geralmente sobre um tema da atualidade ou polêmico.

A escolha da 1ª Entrevista/Entrevistada levou em conta os terríveis acontecimentos atuais no Japão. Desde o dia 10 deste mês, a Terra do Sol Nascente vem passando por sérias dificuldades. A escolha da entrevistada levou em conta sua ascendência nipônica e sua experiência de ter morado no Japão.

Dada as boas vindas à essa inovação e feito os rápidos esclarecimentos aos leitores amigos, vamos iniciar!

Nome Completo: Nancy Keiko Fujita.
Data de Nascimento: 08/10/1984

Escolaridade: Ensino Superior Completo em Engenharia Eletrônica (apesar de nunca ter exercido a profissão).

Atualmente trabalha: Como tradutora de japonês-português (e às vezes, inglês) em uma obra no Complexo de Suape – PE.




Sensei Que Nada Sei – Olá Keiko, para começar, qual a sua ligação com o Japão?
Keiko – Minha família é toda de origem japonesa.

Minha mãe é nascida em Tóquio. Veio ao Brasil quando era adolescente, junto com meus avôs, para tentar a vida aqui, pois na época, o Japão ainda estava muito arrasado pela Segunda Guerra Mundial. Ela trabalhou na lavoura de café, depois em escritórios, como secretária. Morou no Sul e em São Paulo, e desde que casou com meu pai, mora em Recife. Atualmente, ela é professora de japonês.

Não conheço em detalhes a história de meu pai, pois ele não era de falar sobre sua vida. Ele nasceu em Hiroshima, mas só veio ao Brasil bem mais tarde, já para abrir seu negócio. Trabalhava como fornecedor de alimentos para navios japoneses que vinham ao porto do Recife.

SQNS – Você já morou no Japão por um tempo. Como era seu cotidiano por lá?
Keiko – Eu tive muita sorte. Tive a oportunidade de conhecer o Japão nas melhores condições possíveis. Fui selecionada para uma bolsa de estudos para descentes de japoneses pela JICA (Japan International Cooperation Agency), então, fui ao Japão com tudo pago (passagem de avião, alimentação, transporte, estadia e ainda uma graninha no final do mês para fazer compras e passear).

Ficamos em alojamento da própria instituição, junto com outros bolsistas do mundo todo (inclusive não-descendentes). Tive a oportunidade de fazer amizade com pessoas de vários países. Até hoje, não consigo ler tudo o que aparece na página inicial do meu Facebook, pois existem posts em diversos idiomas, inclusive russo e árabe!

Passei quase um ano em Sapporo, a maior cidade da ilha de Hokkaido, ao norte do Japão. O alojamento era praticamente como um hotel, possuía restaurante, sala de jogos e lazer, e eram oferecidos eventos culturais e excursões nos finais de semana, para que pudéssemos conhecer mais sobre a cultura japonesa. Nos dias de semana, durante o dia, eu frequentava uma firma de tecnologia da informação, onde estudava e fazia observações, como se fosse um estágio. À noite, quando não tinha algum evento promovido pela instituição, ficava conversando com os amigos na sala de lazer ou fazia compras e passeios no centro da cidade.

Apesar de eu ser do grupo de descendentes de japoneses, eu gostava mais de passar o tempo com as pessoas não-descendentes. Algumas me pediam para acompanhá-las em passeios e compras pela cidade, como se fosse uma “guia” e uma “tradutora” (pois o pessoal só sabia falar inglês). Com isso, pude exercitar meu inglês e conhecer mais sobre culturas dos países de origem dos meus amigos.

Como passei meu aniversário lá, me dei de presente uma viagem a Tóquio, e conheci (ainda que rapidamente) muitos lugares lindos, daqueles que aparecem como cenário em animes e novelas japonesas, e que sempre sonhei em conhecer.

SQNS – Depois do dia 10 deste mês, o Japão é a principal manchete da mídia televisiva e internet do mundo todo. A catástrofe de proporções gigantes que assolou os japoneses foi a pior desde a II Guerra Mundial. Você tem conversado com familiares e amigos que por lá vivem? Como eles foram afetados pelo desastre?
Keiko – Felizmente, minha família mora em regiões fora de risco, portanto, estão todos bem. Os amigos que moram por lá também já deram notícias através da Internet, e aparentemente estão todos bem e seguros.

A ilha de Hokkaido (onde passei maior parte do meu tempo) é uma região pouco afetada por tremores de terra e outros fenômenos naturais (tufões, tsunamis etc). Ela se encontra sobre uma placa tectônica inteira, então, a probabilidade de acontecer alguma coisa é quase nula. Uma amiga de lá me relatou que o Japão inteiro está em alerta contra os terremotos que vão se suceder durante esse mês, mas que em Hokkaido não está acontecendo nada. Algumas cidades costeiras sofreram com o avanço do mar, mas nada demais, comparado com as regiões mais afetadas do país.

Já em Tóquio, no dia do desastre, a cidade praticamente parou. Uma amiga relatou na Internet que não tinha como voltar do trabalho para casa, pois os trens estavam todos parados, e acabou passando a noite no escritório. Não tenho conhecidos que estivessem nas regiões mais atingidas.

SQNS – No tempo em que morou por lá, passou por alguma experiência de terremoto, visto que eles são tão comuns no Japão?
Keiko – Felizmente, eu estava numa região de baixa incidência de terremotos, então, não passei por nenhuma experiência desse tipo. Alguns amigos me disseram uma vez que houve um pequeno tremor às 4 horas da madrugada, que os móveis do quarto começaram a balançar e o vidro da janela batia, mas eu não me lembro de nada disso. Provavelmente, eu estava dormindo, hehehe! Mas não foi confirmado como um terremoto “de verdade”.

SQNS – Sabemos também que os japoneses são as pessoas mais preparadas para enfrentar este tipo de situação, pois desde tenra idade eles simulam situações de terremotos. Você participou de algum tipo de treinamento/simulações enquanto esteve por lá?
Keiko – No programa de bolsistas da JICA, todos passam por uma semana de “introdução ao Japão”, que abrange seminários de orientação sobre o programa, palestras sobre História e cultura do Japão e visita ao museu da instituição e o corpo de bombeiros local.

No corpo de bombeiros, conhecemos um pouco do sistema japonês de prevenção e combate a incêndios e recebemos um rápido treinamento, voltado para cidadãos comuns, de como proceder em caso de incêndios, terremotos e outros acidentes.

Quando fui ao corpo de bombeiros, entrei num simulador de terremotos. Era bem simples, imitava o ambiente de uma sala, com janela e armário embutido. Pensamos que era fácil passar por um pequeno terremoto, bastando ficar quieto no lugar. Mas o chão balançava muito, e as coisas de dentro do armário começaram a cair sobre nós (felizmente, no nosso caso, eram apenas almofadas!!), e entendemos a importância de receber e seguir o treinamento específico para casos como esse.

Todos os cidadãos japoneses recebem periodicamente esse tipo de treinamento, desde a escola primária. Todos sabem como proceder em caso de terremoto. As revistas informativas (principalmente aquelas voltadas para o público jovem) publicam matérias sobre como se proteger em caso de terremotos. As medidas mais comuns são desligar os aparelhos elétricos e proteger-se embaixo de mesas. Alguns até possuem os próprios capacetes de proteção em casa.

As construções japonesas são projetadas para aguentar o impacto dos tremores de terra. Suas estruturas possuem amortecimento, que os impede de desabar facilmente. Existe sinalização de emergência em todos os prédios e locais públicos, como metrôs e centros de compra. Os japoneses são muito disciplinados e dão muito valor à prevenção de acidentes.
Simulador de terremotos - Imagem cedida por Keiko

SQNS – O Japão já se recuperou uma vez de forma extraordinária, saindo de um país destruído ao final da II Guerra para o posto de 3º país mais rico do mundo. O que você acha que o resto do mundo pode aprender com o caso atual do Japão?
Keiko – Eu admiro o povo japonês pela sua disciplina, respeito ao próximo e espírito de solidariedade. Nessas notícias que vemos todos os dias sobre o desastre, não vemos cenas de vandalismo, violência, roubo, protestos e outros atos de desespero. Todo mundo procura se ajudar, trabalhar pelo bem-estar dos menos favorecidos. Os que perderam tudo demonstram tristeza, mas não ficam desesperados, porque sabem que podem contar com o governo e os cidadãos. As pessoas em fuga formam filas, não há correria. Até as crianças sabem se comportar.

Acho que o mundo e, principalmente nós, brasileiros, temos muito que aprender com o povo japonês. Acho que o ponto primordial é o respeito que eles possuem pelas pessoas e pela própria natureza.

A educação japonesa é uma das melhores do mundo porque educa, literalmente, para a vida. Desde mais novas, as crianças aprendem não somente as disciplinas “básicas” como Matemática e Geografia, mas aprendem música, culinária, praticam diversos esportes, são tratados realmente como cidadãos. São incentivados desde cedo a trabalharem em equipe e a respeitar os professores e os colegas.

Apesar de eles terem uma imagem de pessoas frias e egoístas, na verdade são muito acolhedores, respeitam tanto as crianças como os mais idosos, tratam muito bem as pessoas que encontram no dia-a-dia, estão sempre dispostos a ajudar. Respeitam as regras da sociedade, não apenas por obrigação, mas pelo senso de preservação da ordem e do bem-estar.

SQNS – Agradeço a disponibilidade e boa vontade de participar desta pequena entrevista e gostaria que usasse este último espaço para dizer o que sente em relação ao acontecido junto com uma mensagem positiva para a terra de seus ascendentes!
Keiko – Eu é que agradeço pela oportunidade de falar sobre minha experiência no Japão. Realmente, o Japão é um país extraordinário, e recomendo a todos que, um dia, possam conhecer essa maravilhosa terra pessoalmente.

Apesar do momento trágico em que o país se encontra, eu acredito na sua pronta recuperação. Não foi por acaso que o Japão saiu da condição de um país quase totalmente feudal, alguns anos atrás, para ser uma potência mundial em economia e tecnologia. Eles possuem força, determinação e disciplina e, acima de tudo, amam seu país.

Estou torcendo para que o Japão se erga muito brevemente, e espero um dia voltar lá, conhecer outras regiões, rever os amigos e aprender mais e mais com esse povo cheio de sabedoria.

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Entenda melhor o que ocorreu no Japão
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 Imagem obtida no site da Globo.com

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Na última enquete foi perguntado:
"Você tem medo de avião?"
Sim! 33% (02 votos)
Não! 66% (04 votos)