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domingo, 15 de maio de 2016

FANTASMAS


Fantasmas.

            Dobram-se os sinos da velha igreja
            Num canto que testemunha a tristeza,
            As notas são compostas a cada lágrima
            Liberta após não conquistar o que almeja.

            São lágrimas silenciosas de uns
            Que destoam dos gritos dos outros;
            Um funeral, que é igual a nenhum,
            Um sentimento que desprende e fica solto.

            É você! Indo embora novamente.
            Dessa vez, sem mais esperanças de voltar.
            Enquanto eu apago o que antes foi ardente.

            E caso um dia, na rua, eu te encontrar,
            Apressarei o passo, como que ciente
            Que teu fantasma veio me assombrar.

R.C. Felipe Abril/2016

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