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sábado, 1 de agosto de 2009

MONARQUISTA?!?! Parte I - Esclarecimentos

Primeiro: quero ressaltar que essa não é a última postagem sobre o assunto!


Segundo: Minha intenção não é torná-lo monarquista, e sim fazê-lo entender um pouco mais sobre minha decisão de apoiar a mudança do sistema de governo brasileiro.




Feitas as ressalvas, vamos começar!
No ano passado – 2008 – tomei uma decisão. Decisão essa que entendo estar ajudando na construção de um Brasil mais digno e menos corrupto, tanto para os que estão aqui (como eu), quanto para os que ainda hão de vir (meus descendentes), como por todos aqueles que lutaram e morreram pela Egrégora do país (nossos ascendentes). Decisão essa bem diferente da de muitos (e justamente pela falta de informação desses muitos, não de todos).


Nunca acreditei que o que a maioria escolhe é, necessariamente, o melhor para todos, e exemplos de maioria que optou errado, temos muitos. Optei por me tornar MONARQUISTA! E este espaço no blog é para tirar algumas dúvidas básicas e frequentes sobre o que é um governo monárquico e o que seria um governo deste tipo no Brasil nos dias de hoje. Outras postagens (que não serão necessariamente sequenciais) aparecerão neste blog a fim de tornar o leitor mais familiarizado com a Monarquia-Parlamentar no Brasil.


Por último, peço encarecidamente que leiam toda a postagem. Será um pouco maior do que o normal, mas entenda que você estará aprendendo algo que talvez desconheça, não é algo como postagens sobre “Cuscuz” que em nada acrescenta, como já vi outros blogs por aí postando - :P. É também pra ver se acabam os “brilhantes” argumentos que muitos gostam de usar quando conversam comigo sobre monarquia, segue alguns deles:
“Eu apoio a monarquia se eu for o rei!”
“Sustentar um monte de vagabundos??? Deus me livre!”
“Não quero ninguém sentado num trono dizendo o que eu tenho que fazer!”




E agora, alguns esclarecimentos.








Bandeira do Brasil Império





1. O que é sistema de governo, qual é o do Brasil, e qual o que os monarquistas apóiam?
R= Basicamente, o sistema de governo é escolhido pelos cidadãos de cada país e representa a forma de governar a Nação. No Brasil vivemos em uma República Presidencialista (que começou ilegitimamente com um Golpe Militar em 15 de novembro de 1889 e foi posteriormente escolhida legitimamente como forma de governo do nosso país, em 1993, num plebiscito nacional). Os monarquistas apóiam a Monarquia Parlamentarista.

2. Mas o Brasil já foi uma Monarquia, não seria então um retrocesso se voltássemos a esse sistema de governo?
R= Pelo contrário! A Restauração Monárquica seria a reconquista da democracia, para um futuro melhor. Evidentemente que essa retomada seria em um contexto contemporâneo, Constitucional, Parlamentarista, adaptado ao século XXI. A maioria das Nações mais desenvolvidas, ricas e modernas do mundo são Monarquias Parlamentaristas. Suécia, Noruega, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Espanha, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Japão (dentre muitos outros) são Monarquias. Acontece que mais de um século de preconceito, inclusive no ensino público, induz todos a pensarem que a Monarquia é atraso e que república é progresso. E pode ter certeza, há uma razão para que esse tipo de pensamento seja disseminado.

3. A república funciona melhor do que a monarquia?
R= Não! A república privilegia o dinheiro, a monarquia privilegia a moral. A República das Oligarquias do Brasil vem ao longo de décadas mantendo uma minoria parasitando a Nação, à custa do povo brasileiro, iludido com a ficção eleitoreira. Se é realmente o povo quem escolhe seus governantes, por quê são sempre as mesmas oligarquias que dominam o Brasil? O que vemos, na verdade, é o poder do dinheiro manipulando a opinião pública.

4. E nós temos um Rei pronto para assumir?


R= Sim! O Brasil é o único país da América Latina a possuir uma Família Real. Dom Luiz de Orléans e Bragança (71) é o nosso primeiro Chefe de Estado na linha de sucessão e é trineto de D. Pedro II e bisneto da Princesa Isabel. Atualmente, como muitos podem ter visto, o 4º dessa linha de sucessão, D. Pedro Luiz de Orléans e Bragança (26), morreu tragicamente no acidente com o voo 447 da Air France, passando então o lugar para seu irmão mais novo D. Rafael de Orléans e Bragança(23). O herdeiro é educado, desde cedo, para um dia assumir o “trono” e a ser representante maior do povo de seu país. O 2º na linha de sucessão é D. Bertrand de Orléans e Bragança (68), e o 3º é D. Antônio de Orléans e Bragança (59), pai de D. Rafael. Veja as imagens abaixo:





D. Luiz de Orléans e Bragança, Chefe da Casa Imperial Brasileira

Linha de sucessão da Família Imperial Brasileira

5. Com a Monarquia perderemos o direito de votar em nossos governantes?
R= Não! Essa é uma confusão muito comum! Na verdade, é um dogma, colocado nas mentes brasileiras em um século de doutrinação. Associa-se república ao voto, a “escolher nossos governantes”, e monarquia ao poder absoluto. Vemos que isso é ficção, principalmente no caso brasileiro. “Escolher o governante” sempre foi coisa rara na república brasileira, desde as ditaduras militares de Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, nas oligarquias ferozes da “República Velha”, o período da ditadura Vargas, o regime militar de 1964... isso tudo é república!
Na Monarquia Constitucional Parlamentarista, o povo ESCOLHE o governo. Simplesmente porque o sistema de governo proposto é o Parlamentarismo, cujo Estado é representado pelo Imperador, e o GOVERNO é exercido pelo Primeiro Ministro, que representa o partido majoritário no Parlamento, ESCOLHIDO pelo povo.
É infinitamente mais fácil (e perigoso) um golpe de Estado republicano (Ditadura), do que acontecer que um monarca feche o Parlamento e passe a governar por decretos.

6. Chefe de Estado e Chefe de Governo... Qual a diferença?
R= As funções de chefia de Estado e de chefia de Governo estão separadas. O Chefe de Governo é o primeiro-ministro, enquanto que a chefia de Estado é exercida pelo Imperador, que não está envolvido com política para poder assumir o cargo. Enquanto há o chefe de Estado (Imperador) para se preocupar com problemas de longo prazo que devem começar a serem tratados no Brasil, como a educação, saúde e outras obras a longo prazo, o chefe de Governo (primeiro-ministro) deve se preocupar com assuntos mais urgentes e imediatos. Na república há sempre o demérito de um partido político a outros rivais. Se a oposição sobre ao poder, trata logo de acabar com as obras do seu antecessor, ou as deixa inacabadas. Qual o Imperador que irá querer destruir o que seu próprio pai começou? O Imperador, por ser apartidário, pode e deve ser imparcial. Ele tem um papel essencial em prover a sensação de estabilidade e continuidade em tempos de mudança social e política. O sistema de monarquia constitucional preenche o espaço vazio deixado pelos partidos políticos quando se alternam no poder. O imperador, graças ao seu presumível longo reinado, possui mais conhecimento e experiência quanto à estrutura de poder e questões pertinentes à nação que nenhum político jamais poderia vir a ter.

7. E o que garante a imparcialidade do Imperador?
R= O Imperador é um ser humano, e naturalmente pode simpatizar mais com um partido do que com outro, mas de qualquer maneira ele não estará jamais comprometido com nenhum grupo, como acontece com um presidente eleito, que sempre favorecerá o seu partido. Além disso, o Monarca só pode se manter no trono caso seja imparcial, e ele sabe disso. O Monarca parcial cai (mediante dispositivos constitucionais) e dá lugar ao próximo na linha de sucessão legítima. A imparcialidade não deve ser confundida com omissão. A imparcialidade é o não favorecimento de grupos ou partidos, de forma a prejudicar outros. A vantagem de uma Monarquia é que o Imperador não é eleito, logo, não tem vínculos partidários e nem eleitoreiros com quem financia a campanha política. O rei só deve obediência e satisfações ao Povo e à Constituição. Ele não interfere no Governo, e é encarregado de proteger a Constituição e o Povo dos maus governantes, além de resolver impasses políticos entre os três poderes. E somente um Imperador tem a isenção necessária para nomear pessoas para cargos que exigem imparcialidade (como os de juízes de instâncias superiores) sem obedecer a nenhum interesse partidário e eleitoreiro, que é o que acontece no presidencialismo. O Imperador tem uma vida inteira para servir à Pátria e preparar seu sucessor.

8. E se o Imperador for corrupto?
R= O Monarca dificilmente se corromperá, pela lógica simples de seu cargo: ele é vitalício, portanto o Imperador só irá embora quando morrer. E é hereditário, o que significa que durante o seu reinado ele precisa obter o respeito do povo, até mesmo para garantir a sucessão, pois um ato ilícito, dependendo das proporções, pode derrubar toda a Dinastia, ou até mesmo a Monarquia. Nas monarquias parlamentaristas, para se substituir um Monarca não há a necessidade de revoluções e derramamento de sangue, como já aconteceu tantas vezes na História. Isso ocorria por serem monarquias absolutistas. Nas modernas monarquias, os atos da Família reinante são controlados pelo Senado. Só é preciso que o Parlamento ou Senado delibere, e invalide o Monarca por incapacidade moral, mental ou física. Assim, a Chefia de Estado passa ao regente, até que o herdeiro assuma o trono. Entretanto, a própria Dinastia sabe que a Chefia de Estado é um poder concedido pelo povo, em confiança, e cuida para merecer sempre essa confiança. A maior garantia da imparcialidade e da respeitabilidade do Imperador é o seu preparo desde a infância, sob as vistas de toda a Nação, totalmente independente de grupos financeiros e políticos, e totalmente comprometido com o Povo.

9. E as despesas da Família Real? A Monarquia é cara?
R= É muito mais caro sustentar uma república que sustentar uma monarquia. Na república do Brasil, sustentamos o presidente, todos os ex-presidentes (e ex-presidente é todo aquele que ocupou o cargo um único dia que seja, vice-presidentes e presidentes da Câmara inclusos), todas as viúvas de ex-presidentes e para cada ex-presidente são pagos seis assessores, mesmo que o ex-presidente em questão não esteja ocupando nenhuma função. Em uma monarquia, são sustentados apenas o monarca e seu herdeiro. O Brasil gasta com a Presidência seis vezes mais do que gastam os britânicos para sustentar sua Monarquia, que é a mais cara de todas – as outras monarquias são ainda mais baratas.

10. Pra que tudo isso? Não é melhor deixar como está?
R= Eu não acho! Sinto que vivo num país que não tenho representantes! Pago um dos (se não o maior) maiores número de impostos dentre todos os países e não recebo nada em troca! Se quiser boa saúde, tenho que pagar por um bom Plano de Saúde! Se quiser educação de qualidade, tenho que pagar pelas melhores escolas particulares! Se quiser segurança, tenho que pôr cercas elétricas em minha casa! E ainda tenho que aguentar Didi Mocó Sonrizal (exemplo) vir querer aproveitar da consciência dos brasileiros e dizer que temos que doar dinheiro para as crianças que não tem lar, etc. Percebam que nós já DOAMOS ao pagarmos nossos impostos! O dinheiro arrecadado deveria servir para que essas crianças não precisassem de nossa ajuda! As que estão nas ruas também! Quero mudança para que os ensinos nas escolas sejam menos tendenciosos. Quero que nossas crianças aprendam, por exemplo, que o verde e amarelo de nossa bandeira NÃO é pra representar nossas matas nem nossa riqueza! É por trás dele que se esconde a REAL (nos dois sentidos da palavra) origem da identidade brasileira. A Tradição monárquica brasileira começou desde a vinda de D. João VI, em 1808, e em seguida com a transformação do Brasil em Reino (1815), quando o Rio de Janeiro tornou-se a sede oficial de todo o Império Português. A partir de 1822, com a Independência, o Brasil passou a ser Império, abandonando gradualmente as características portuguesas – principalmente sob a influência da Imperatriz Leopoldina, austríaca que assumiu totalmente sua identidade brasileira. As cores de nossa Bandeira, verde (Bragança) e amarelo (Habsburgo), anunciavam que com a união dessas duas Casas Reais, nascia uma nova Dinastia, destinada a reinar no Novo Mundo. E no reinado do Imperador D. Pedro II, ocorreu a valorização dos elementos nacionais, como o indígena e a natureza brasileira. Era o Império nacional, único no mundo, cunhando a identidade brasileira. Somos um país essencialmente monárquico, podemos e devemos restaurar o Império do Brasil.
Quero salientar que muitas ainda são as dúvidas e repostas frequentes que quero colocar para o leitor, contudo, isso acontecerá em outra postagem, para que o blog não fique pedante e cansativo.
Então peço que aguardem. Fiquem à vontade para, em seus comentários, postar outras dúvidas sobre o tema, se eu puder esclarecê-las ficarei contente! A construção do texto acima teve como fonte básica o site da Associação da Causa Imperial: http://www.causaimperial.org.br/

sábado, 25 de julho de 2009

MEU 1º CUSCUZ...


Acima, uma obra de arte.

Muitas coisas na vida têm sua primeira vez. Ontem, por exemplo, fiz o meu primeiro cuscuz. Pela imagem acima vocês podem imaginar que não ficou muito bom, não é? E acreditem, a imagem está mais bonita do que o gosto. Mesmo assim, foi meu primeiro cuscuz. Se eu tivesse me inspirado no atual Coliseu Romano, teria sidoum sucesso! Contudo, não podia simplesmente jogar fora! Comi, como um bravo herói que sou. Como um gladiador que enfrenta o leão faminto enquanto todos torcem por ele (o leão, claro). Como se não bastasse, comi com leite gelado, sal e salsicha frita cortada em rodelas (há anos um dos meus pratos preferidos). Eu chamo de “Sucrilhos de Pobre”, pois via na caixa a imagem dos sucrilhos (meu cuscuz), os morangos (as salsichas), e o leite (representando ele mesmo). Aprendi a fazer essa comida dos deuses com meu primo Tronn (vulgo Anderson). Mas “Sucrilhos de Pobre” foi o nome que eu dei. Meu outro primo, Lub’s (Vulgo Franklin) apelidou –carinhosamente – um de meus pratos favoritos de “Lavagem de Porco”. O interessante é que sempre que me perguntam o que gosto de comer e eu falo isso, todos fazem uma cara como que concordando com Lub’s. Nunca entendi o porquê! Nunca provaram, aposto!
O fato é que eu não desistirei. Se desistíssemos de tudo que fosse ruim na primeira vez, não viveríamos. Hoje eu não seria Poeta (ou aprendiz de Poeta), não estaria quase me formando na Universidade, nem teria lido novamente livros que, anteriormente, tinha achado ruins. Também não teria buscado novos amigos, não gostaria de Los Hermanos nem de Legião Urbana... Não seria o que sou hoje. (Nossa... acho que poderia criar uma metáfora poderosa com a história do meu primeiro cuscuz).
Creio que ao desistirmos de algo, corremos o sério risco de sentir um vazio no peito em algum momento da vida. Vazio esse causado pela frustração de não ter conseguido o que anteriormente nos propúnhamos a fazer. Ainda que nunca eu consiga fazer um cuscuz de respeito, não será por falta de tentativas. Ou, ainda que só consiga fazer o cuscuz na milésima tentativa, deverei pensar como Thomas Edison, inventor da lâmpada. Segundo a lenda, após 99 tentativas fracassadas de produzi-la e ter acertado na centésima, ele teria dito: "Não fracassei nenhuma vez. Apenas aprendi 99 maneiras de como NÃO se faz uma lâmpada!" Meu ídolo!

Pois bem. O recado está dado então: NÃO DESISTAM! Vocês não tem ideia do que são capazes de fazer, caso se dediquem ao que querem realizar.


Obs: Tinha deixado metade do cuscuz que havia sobrado na geladeira e quando cheguei hoje em casa perguntei a minha mãe se ela tinha visto meu precioso filho. Ela disse que viu e que já tinha jogado a metade que restou no lixo! Humpf... Não se faz mais degustadores como antigamente.

Meu manjar dos deuses. Feito pela minha mãe, claro!

domingo, 19 de julho de 2009

20 de Julho - Dia do Amigo


Para comemorar este dia, decidi ser breve. Simplesmente postar uma poesia minha que representa o que eu entendo sobre a Amizade e foi escrita em 09.03.2009. Segue abaixo o texto e meus breves comentários em seguida.


→ Um dos Segredo da Vida.

Do mundo pode-se tudo perder.
Que os sonhos deixem de existir,
Que os bons parem de nascer,
Que as crianças parem de sentir.

Ainda que todos os meus morram,
Desapareçam deixando suas lembranças;
Ainda que os amores de mim corram
Deixando-me só em minhas andanças,

Restando-me um velho amigo na Terra
Resistirei às dores mal quistas
E partirei sabendo que poderei voltar.

Que sejam esquecidos os Poetas.
Que desapareçam ainda todos os prazeres da vida,
Mas que me reste um ombro amigo pra chorar.
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Well, essa postagem é, então, uma homenagem a todos os meus amigos! Não posso colocar uma foto de cada um aqui, então tentei representar grupos. Todos voces sabem que não tem como, mas também devem saber que não esqueço dos senhores e senhoras que fazem minha vida melhor, apenas pelo fato de existirem! See you guys!

Os amigos da Universidade




Os amigos que se cruzam pelos caminhos



Os diferentes que encontram sempre algo em comum.

sábado, 11 de julho de 2009

O mundo ligado na reunião do G8

Devo adiantar-me e dizer que este blog estava (e eu disse: estava) correndo o sério risco de se tornar sério em demasia. Então, esta postagem vem para relaxar. Que aquecimento global que nada! Olha o que chamou a atenção do Obama-Man e do Sarkozy-sortudo-casado-com-Carla-Bruni! A mulher brasileira... Mayara Rodrigues Tavares (17 anos) é o nome dela. Estava representando a UNICEF na reunião com o G8 (Os oito países mais ricos do mundo + Rússia).

Pois bem... Senhor Obama e sr. Sarkozy, bem que dava pra aumentar os investimentos no Brasil depois dessa hein??? O Presidente Mulla tava bem ali atrás, nem aí pro que de mais importante ocorreu na reunião! Tsc... tsc... E já que quebramos o gelo, aproveito pra postar aí umas fotos um tanto, inusitadas, de alguns líderes mundiais.

Vejo vocês por aí... ou por aqui!

Obama-Man assustando a boyzinha...

Hugo-Mickey-Mouse-Chavez


Asqueroso. Isso governa meu país...

Hehehe Sarkozy-boy não perde uma chance...

Ajudem o Lulla. Ele está pedindo com urgência o

telefone desse cara. Tem a ver com um Bolsa-alguma

coisa... diz ele.

"Eu posso explicar!" - Sarkozy-boy

Velho Sarkozy-boy de Guerra

Como ninguém conseguiu o telefone do cara, Lulla conseguiu outro... cara.

Quem nunca tava andando e teve que liberar uns gases?? O ruim é quando você é um presidente de um país e ainda é casado com Carla-Bruni-Linda-e-Maravilhosa. Ai...ai...

Lulla: "Axzchu (hic) qui bebi (hic) dimaiz hontem (hic)..."

Carla-Bruni-Linda-e-Maravilhosa: "Amor, tá sentindo um cheiro de sovaco misturado com álcool?"

Sarozy-boy: "Xiiii... É o Lulla aqui do lado... Tá bebaço de novo! Finja que vai ao banheiro e eu vou sair pra procurar você. Tem dois lugares vagos lá atrás. Perto do Obama-Man!"

sábado, 4 de julho de 2009

4 de Julho


Não é de surpreender a ninguém que, atualmente, os Estados Unidos da América, é uma Nação odiada por muitos. Poucos são os que apresentam motivos razoáveis. Muitos são os que ouviram ideologias enferrujadas e a tomaram para si, odiando por odiar, e sem motivos plausíveis para tal. Um perigo.
Sabe o que acho interessante? Aqueles que não vêem razão para tal ódio, aqueles que tentam estudar um pouco mais sobre o assunto, em livros menos tendenciosos, terminam por serem tachados de “imperialistas”, “capitalistas selvagens” e tantas outras babaquices. Nem ligo muito. Geralmente não vale a pena discutir com pessoas que não conhecem os conceitos, mas enchem a boca para dispará-los sem dó nem piedade (de si próprio, claro).
Hoje é 04 de Julho. Aniversário da Independência dos Estados Unidos da América. O feriado lá é um dos mais importantes do calendário e as manifestações ocorrem durante todo o dia. Mas o 4 de Julho é apenas um gancho para se falar sobre respeito. Não sou norte americano, sou brasileiro, e com muito orgulho, diga-se de passagem. Sou nordestino, sou norte riograndense, sou natalense! Também com muito orgulho. Mas além de tudo isso, sou crítico. Tento entender o mundo que está ao meu redor e não simplesmente repassar o que todos dizem. No 07 de setembro, postarei algo especial neste blog. Mas hoje é 4 de Julho. Hoje é dia de demonstrar, não o orgulho, agrado ou raiva contra os Estados Unidos da América, mas meu respeito. Algo me diz que muito ainda temos que aprender com essa Nação.
Não concordo com algumas atitudes tomadas pela Casa Branca. Mas concordo com tantas outras que fornece um sentimento de democracia ao país. Concordo com o cidadão que se levante cedo pela manhã para hastear sua bandeira na frente de sua casa. Concordo quando a Justiça nacional deles parece funcionar (não perfeitamente, pois neste mundo não há Justiça perfeita) sem subestimar a inteligência de seu povo. Concordo quando sua democracia começa pela opção de ir às urnas, ou não. Não são obrigados a deixar suas casas aos domingos para escolher representantes que quase sempre não corresponderão às obrigações, sob a pena de serem multados por isso. Concordo quando em mais de dois séculos de independência, possuíram apenas uma Constituição com 07 artigos e 27 Emendas Constitucionais, e o pior de tudo??? Que funciona. Não concordo em termos tido 07 Constituições, sendo que a última, de 1988, possui 250 artigos, mais um Ato das Disposições Transitórias com outros 95 artigos, mais 57 Emendas Constitucionais, mais 06 Emendas de Revisão e mais 01 Decreto Legislativo com força de Emenda Constitucional, tudo isso não em 200 anos, mas em 21. E o pior??? Não funcionar e ser cheia de brechas que privilegiam nós sabemos quem.
Reconheço a soberania da Nação Estadunidense, como cidadão brasileiro que sou. Assim como os Estados Unidos da América foi o primeiro país a reconhecer a soberania de minha Nação quando da Independência desta. Reconheço o sentimento benéfico e salutar patriótico que os norte americanos possuem e que os ajudam a ser o que são hoje. Junto ao meu reconhecimento, segue meu respeito. E como bom brasileiro que sou, só posso tentar fazer por onde nossos patrícios sentirem o mesmo por nosso belo país. Não apenas na época da Copa do Mundo de Futebol e no Carnaval. Somos mais que isso. Pena que não percebem isso. Estão mais preocupados em não comer no Mc Donalds, não beber Coca-Cola, ou pichar as paredes de instituições públicas com os dizeres “Fora Bush!” ou “Abaixo o imperialismo norte americano!”, deixando assim de cumprir com nosso papel social de ajudar o Brasil, para tentar resolver os “problemas” dos outros.
Realmente, os brasileiros são bastante prestativos.